Durante o festival de kizomba, enquanto esperava uma oportunidade para dançar e os táxis iam levando as lambisgóias ao meu lado, eu lembrei-me várias vezes que não tinha razão nenhuma para estar triste. Mesmo com essas paragens, eu estava a dançar mais do que nunca e se comparasse com a minha prestação em Zagreb há um ano, agora sou praticamente uma dancing queen (sim, ainda há muita margem para empress, quem sabe até papisa), mas o importante é que já sei dançar qualquer coisa, o que é motivo de alegria! Dançar é como nadar é aquilo e mais nada e não há espaço para multi-tasking!
Hoje começaram a sair as fotos do festival e eu bati os olhos nesta e desatei-me a rir
Hoje começaram a sair as fotos do festival e eu bati os olhos nesta e desatei-me a rir
porque me lembrei imediatamente desta
É tão cómico Maria Calíope ter sido apanhada em ambas as fotos sensivelmente na mesma posição com estes indivíduos em concreto, quando dançou sem exagero com dezenas de gajos! E para mim é mesmo um antes e depois. Se no "antes" (em Zagreb em 2017) eu estou praticamente pendurada ao pescoço deste indivíduo, no "depois" (em Viena em 2018) estou na diagonal (sim, estou mesmo inclinada e não é a cair) num passo que acho mesmo muito bonito. E nem acredito que aquele braço delineado é meu... afinal a ginástica está a fazer qualquer coisa!


2 comentários:
:)
Muito bem!
Que bom saber-te a fazer o que tanto gostas!!!
:))))
Gosto mesmo. É daquelas que nos corre nas veias e a gente não dá conta porque esteve sempre lá, sabes? O meu pai e a minha mãe sempre dançaram, sempre, era mesmo dançar até que os pés lhes doessem. Nós tínhamos inclusive a piada: "O que acontece se a mãe estiver a dançar e doerem-lhe os pés? Tira os sapatos e continua a dançar!". :)
Bom, agora é que me ocorreu que se o meu pai visse estas fotos diria "Quem é esse macaco?" e era razão para seringar a noite toda os ouvidos da minha mãe! Ahahahahahahah :)
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