quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

375º momento cultural: Escher em Lisboa




Quando soube que ia haver uma exposição de Escher em Lisboa era certo e sabido que ia vê-la. Quando me apercebi que se tratava da mesma exposição que vi em Milão no ano passado, não tive muitas dúvidas em arrastar a minha mãe comigo.
Ela esperneia sempre um bocadito, mas tirando a Paula Rego, tem gostado das exposições a que temos ido. Escher e os seus quebra-cabeças visuais são um autêntico doce para o cérebro e para mim, mesmo já tendo visto vários dos quadros expostos, continuam a surpreender e a exigir mais atenção ao detalhe do que normalmente dou. Gosto da progressão, do desenvolvimento, da sequência e da capacidade de metamorfose. Coisas que se transformam noutras de forma por vezes inesperada.
A minha mãe gostou muito do Céu e Terra cuja linha do horizonte ora se transforma em pássaros para cima, ora se transforma em peixes para baixo. Eu não sei bem dizer qual foi / é o meu preferido. Talvez o longo painel da metamorfose... mas sem qualquer certeza, até porque descobri estes unicórnios deliciosos que me aqueceram muito o coração.
A parte interactiva onde o visitante poderia fazer parte de algumas obras é sem dúvida uma mais-valia para a exposição. E cá estou eu novamente no quadro a ver a exposição que se transforma em cidade ou sei lá o quê!

No final, ainda fomos lanchar à beira-rio com um pôr-do-sol maravilhoso!

2 comentários:

Boop disse...

Acreditas que ainda não fui?!?!!!!?!

Calíope disse...

Então, vai que não darás o teu tempo por perdido.