sábado, 23 de junho de 2018

A menina quer dançar!


A ver se desta vez Albir Rojas volta a puxar-me para dançar e eu não faço figura de totozona!
Se não for, também não faz mal.
De qualquer modo, o passe está confirmado e já ando a treinar!
Bratislava promete é o que lhe digo querido leitor...

Pronta para o Verão



Recebi uns vales da Universidade a propósito de uma celebração qualquer. Depois de me refastelar com uns tacos e meia litrada de sprizer, fui trocar os restantes vales por esta fabulosa toalha de praia. Não é o máximo? 

Só é pena a temperatura ter caído uns 10-15ºC no dia seguinte!


Mas esperemos que o Verão volte nas próximas semanas!

sexta-feira, 22 de junho de 2018

395º e 396º momentos culturais

Se no início do ano estava maravilhada com a qualidade dos filmes que andava a ver, a esta altura do campeonato tem sido cada tiro cada melro... ao ponto de me questionar se deveria elencá-los nos momentos culturais. Não tenho de gostar de tudo o que vejo, mas ultimamente tem sido mesmo uma pontaria tremenda. Há umas semanas fui ao Festival de Cinema Italiano por sugestão do meu amigo italiano ver La Tenereza (ou como era)... Ele ainda estávamos nos 5 minutos iniciais e já roncava!!! Tive mesmo de lhe dar uma cacetada! E foi ele que escolheu o filme! Enfim... o drama da solidão na velhice, o drama das famílias de falsas aparências, o drama dos refugiados, o drama da falta de amor. Uma tristeza sem fim, com direito a muitas mortes pelo meio. A parte engraçada foi o facto do filme ter sido rodado em em Nápoles, onde estive há coisa de dois meses, por isso muitos daqueles cenários pareceram-me familiares.

O outro filme foi uma solução de recurso. Ia ver uma Ópera a céu aberto, só que começou a chover, e acabei no cinema a ver o filme que começava logo a seguir. Filme é força de expressão, era mais um documentário Visages, Villages sobre uma mulher de 80 e tal anos e um tipo de 30 e poucos, ambos fotógrafos ou artistas cujo projecto consistia em dar vida a espaços, edifícios, construções com fotos de pessoas. A parceria entre os dois no mínimo incomum funcionava de feição e isso foi no mínimo enternecedor. Foi interessante ver a história por detrás das imagens e a própria construção do projecto, mas não tinha necessariamente de ter visto...

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Solstício de Verão

Não faço ideia qual o presente alinhamento cósmico, mas que se mantenha por muito tempo. Há coisas surpreendentes e estranhamente boas a acontecer. Ir dançar a meio da semana foi só um mini-exemplo.

Ontem o google esteve assim

Vá, foi uma das fatiotas do dia, mas eu achei os pormenores tão deliciosos que não hesitei em fotografar o ecrã do computador enquanto a criançada suava a fazer os exames! Reparem, há sardinhas assadas, há avionetas com mensagens na praia, há uma avozinha a fazer tricot, o campino com patilhas gigantes, o super maxi, o rádio de pilhas para ouvir o relato...

Perdi o primeiro e único golo português porque as criancinhas não se despacharam a entregar o exame, em compensação vi o resto do jogo numa esplanada VIP com sofás e a almoçar um belo carpaccio! Se o futebol fosse um jogo justo, Marrocos teria ganho. Felizmente para nós, só conta quando a bola entra e por isso, ganhámos nós os 3 pontos.

O dia já tinha sido bastante agradável e eu previa um merecido e descansado serão no sofá a ver o jogo da noite, sem mais preocupações. E assim foi. Só não contava depois pegar nos meus sapatos de dança e ir dar um pezinho numa quarta-feira, quando tenho aulas às 8:00 no dia seguinte. Soube-me pela vida. E à meia-noite e meia estava de volta ;)

terça-feira, 19 de junho de 2018

Um homem que dance...

Há coisa de um mês, regressada de uma festa, onde dancei que dancei, tive a brilhante ideia de escrever um post assim sem pensar muito no assunto em plena madrugada, cujo título rezava: Um homem que saiba dançar saberá fazer tudo. O que é que eu fui escrever, meu caro leitor... Várias famílias ligaram de imediato a saber o que se passava, quem era o feliz contemplado e outros pormenores sórdidos que não sucederam porque não passava daquilo mesmo: um título inspirado para uma noite literalmente bem dançada.
Passado um mês, bati os olhos nesse mesmo post, porque efectivamente, um homem que saiba dançar saberá fazer mais coisas! O Kayo Corpo fez-se ouvir cá em casa, mas surpresa das surpresas foi a menina ter dançado! O parceiro é um fofo porque não só dança como cozinha! E nem precisou de sujar a minha cozinha, trouxe um tupperwarezinho com comida home-made que me serviu para dois almoços. E que bem que me souberam... a dança e a comida.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

394º momento cultural: A Happy Prince

Depois de tanto momento delico-doce, e sabe lá o querido leitor o que está para aí por vir, cá vem um momento cultural secante para equilibrar a ordem do mundo!
Fui ver o Happy Prince animada por saber que se tratava da vida de Oscar Wild e que contava com a presença de Ruppert Everet, portanto tinha tudo para ser bom... mas não foi.
O filme retrata a vida de Wild após ter sido preso (por ser homossexual) e nessa condição todo o seu sucesso de outrora se esfumou. No entanto, ele continua a dedicar-se aos prazeres da sua vida: o champanhe, as drogas, os homens (mancebos, ficaria aqui melhor?) - não necessariamente nesta ordem. É uma vida boémia, mas deprimente e apesar da exuberância dos gestos, ele não é feliz e sofre. Sofre pela marca que a sociedade lhe inflingiu, sofre por estar longe dos filhos, sofre pelos encontros e desencontros, enganos e desenganos amorosos e pela falta de dinheiro crónica! A vida dele é miserável.
Eu achei o filme deprimente e fiquei a pensar de que lhe vale (a Wild) ser lido e cantado e estudado e até citado ad nauseam no facebook, se acabou os seus dias miserável na penúria? Quantos artistas tiveram o mesmo percurso? Não será melhor ter uma vida feliz e depois cair no esquecimento de todo o sempre? Fica a dúvida no ar!

domingo, 17 de junho de 2018

Breakfast for two

No outro dia: batido de morango, pão de sementes de abóbora, chouriço de porco preto, queijo amanteigado, queijo de cabra, tomate e pepino. 
Ontem: batido de manga, pão de nozes, croissants, fiambre de peru, mortandela ou coisa que o valha, queijo não sei quê, uvas.
Hoje: Cafezinho com leite, cereais com leite/iogurte com cereais, pão de nozes , abacate com tomate cereja gigante.

Sim, poderia ter feito panquecas que até tinha os ingredientes, mas é melhor não pôr logo a carne toda no assador. 
No outro dia quando falei das canecas chubby quase românticas nunca pensei que lhes fosse dar tanta utilidade!

sábado, 16 de junho de 2018

Danúbio

Com este tempo não deu para dar uns mergulhos, em compensação houve caminhada pelo bosque, com direito a um vinhozinho simpático com vista para o rio. Ah! Também vimos um Bambi! 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Let the games begin

Grande jogo... Cristiano Ronaldo por um lado não existe, por outro é meia equipa.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Postais de Copenhaga

Esta foi a terceira vez que estive em Copenhaga. As outras duas já foram documentadas aqui em 2013 e aqui em 2017, por isso desta feita vou tentar mostrar outras coisas. De qualquer modo, como faz agora um mês que lá estive e sou péssima com os nomes das coisas, estou bastante curiosa para ver como vai sair este texto!

Desta vez fiquei noutra parte da cidade, Amargebro, e realmente fiquei com uma perspectiva diferente daquela que tinha tido das outras vezes.











Acho que consegui apanhar a semana de Verão da Dinamarca este ano. As temperaturas aproximaram-se praticamente todos os dias dos 30ºC, por isso não era aquele calorzinho escandinavo de 19ºC, não, era calor a sério e eu aproveitei para ir passear / ler / comer / trabalhar / caminhar à beira canal/rio/mar sempre que possível!

Era giro agora eu saber o que era aquela instalação/construção/monumento... mas sei de quem é a sombra, menos mal! Maria Calíope a parecer uma girafa esbelta e elegante com uma pochette!


Isto pode parecer um museu é nada mais nada menos do que a Universidade de Copenhaga. E é muito mais gira ao vivo do que nesta foto! Parece muita arejada e naquele estilo muito clean, muito nórdico, muito IKEA.













A zona de Christiana é uma espécie de comunidade hippie auto-suficiente e praticamente auto-determinada ou até auto-proclamada. Não é bem o meu estilo de cena, mas não deixa de ter a sua piada e ao sair de lá dar com esta indicação de estamos a regressar à civilização, perdão!, à União Europeia!




Os dinamarqueses A D O R A M bicicletas, é vê-las por todo o lado, bicicletas, lojas de bicicletas, oficinas de bicicletas, caminhos para bicicletas, semáforos para bicicletas...






Aqui em baixo, o bailarico de kizomba em Copenhaga! Infelizmente as fotos não ficaram grande coisa.




 E o melhor para o fim, sim, dançar kizomba foi com certeza um highlight, mas ir à praia na Dinamarca foi sem dúvida a surpresa da viagem! E eu molhei o meu pezinho e fiz aquilo que nós portugueses adoramos fazer: andar descalço à beira-mar como quem cumpre uma promessa! Obviamente que era a única :)




quarta-feira, 13 de junho de 2018

Dramas de quem não tem do que se queixar.

Há muitos, muitos anos, quando ainda nem havia o Colombo, descobri a Marks & Spencer. Era na Guerra Junqueiro e eu e a minha irmã, íamos lá sempre comprar roupa interior. Quando abriu a loja do Colombo foi uma alegria! Já não me lembro quando foi que as M&S fecharam em Portugal, mas foi para nós literalmente o fim do mundo em cuecas. Há uns dias fui de propósito a um centro comercial para ir à Promod, loja onde em tempos deixava parte do ordenado, só para o querido leitor perceber a proveniência de possivelmente mais de 50% do meu guarda-roupa. Ia entrar e dou com uma loja de roupa de montanhismo! Dei meia volta e voltei para casa e descobri que deixou de haver Promod em Viena!!! O baque foi quase tão grande como o encerramento da M&S em Portugal. A loja online está a bombar, bem sei que recebo as newsletters, mas quer dizer, eu gostava era mesmo de ir lá, experimentar coisas e trazer outras tantas. First world problems, bem sei... mas muito chato.