Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
terça-feira, 25 de setembro de 2018
Gestão de tempo
Maria Calíope é uma pessoa organizada e só devido a essa qualidade consegue cumprir o puzzle que formou e ao qual chama de vida, mas de há uns tempos para cá, tem sido o regabofe total com os compromissos consigo mesma. (Compromissos que envolvam outrém são sagrados). Impostos que costumam ser feitos em Maio/Junho ainda estão na gaveta. O exame novo que queria preparar no início do Verão, ainda nem uma pergunta tem. As aulas novas - e são várias - não vão além da sistematização do programa. Erasmus deste ano nem sequer pensado está. E deve haver mais coisas que de momento não me ocorrem. Face a este empurrar com a barriga cenas que posso fazer depois, chegámos à última semana de Setembro que como de costume é antes da primeira semana de Outubro, que é quando começam as aulas. E com um mês de Setembro com um curso em Budapeste, um congresso em Cracóvia e outra actividade lúdica (to be) algures na Europa, resolvi não só pôr em andamento todas as coisas que estão atrasadas, mas considerar ideias muito práticas, rápidas e de fácil execução como um pós-doutoramento e a compra de uma casa.
Quanto mais faço mais consigo fazer era o meu lema, certo?
A ver vamos
Quanto mais faço mais consigo fazer era o meu lema, certo?
A ver vamos
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Sonhos alheios
A páginas tantas em conversa com uma colega em Cracóvia que conheci há duas semanas em Budapeste, mas que também estudou o mesmo que eu na mesma altura na mesma faculdade, diz-me ela:Olha, sonhei contigo! Tu eras uma treinadora de atletas (!) que faziam acrobacias (!!): rodas e ficavam equilibrados numa só mão (!!!) e o vosso objectivo era que todos estivessem preparados para usar umas caudas de sereia (!!!!) e irem para o mar (?) e fazer não sei o quê.
Estou maravilhada! Acho que tenho de reconsiderar a minha carreira!
O que não comi em Cracóvia
O leitor mais atento lembrar-se-á que Maria Calíope adora comida polaca, nomeadamente sopa de beterraba!
Estive 4 dias em Cracóvia e comi muito bem, mas nem sombra da minha sopa preferida. O cúmulo foi o meu último jantar que começou precisamente assim: sopa de abóbora com leite de coco e o vinho da casa... que era austríaco!!!
domingo, 23 de setembro de 2018
Recomendações de macho
Macho Alfa ao saber que Maria Calíope tinha descoberto e ia a um festival de kizomba em Cracóvia e roído de inveja de certeza por estar num fim do mundo austríaco para mergulhar:
Diverte-te!
Passado um pouco:
Mas não muito!
Resposta de Maria Calíope:
Vai lá dormir que eu vou dançar mas é!
Passado um pouco:
Mas não muito!
Resposta de Maria Calíope:
Vai lá dormir que eu vou dançar mas é!
sábado, 22 de setembro de 2018
quinta-feira, 20 de setembro de 2018
Alinhamento de astros
Uma pessoa vem para a Polónia a trabalho, dá por si à conversa com uma pessoa na Austrália (!), que a informa que a Polónia não só tem o mais antigo festival de kizomba fora de Portugal, como a maior comunidade de seguidores na Europa de Leste. Em 2 minutos, a pessoa descobre um festival de kizomba... a 15 minutos do seu hotel e que começa no dia seguinte dos seus deveres e obrigações laborais.
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Aviso à navegação
Queira saber o querido leitor que Maria Calíope não faleceu nem sofreu qualquer tipo de paralisia ao nível dos membros superiores. Os últimos dias estão a ser um pavor em relação a gestão de tempo e os que vêm não serão possivelmente melhores.
domingo, 16 de setembro de 2018
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
f a n i a
Isto de sermos dois com agendas concorridas não ajuda muito quando se trata de acertar agulhas. Não me queixo, pois basta pensar nas minhas rotinas para deixar algum incauto ofegante. As rotinas do macho Alfa são iguais (ou piores) para fazer uma amiga minha exclamar "Mas ele é uma Maria Calíope em versão masculina!", o que arrancou uma gargalhada, vários aplausos e a minha admiração profunda pela capacidade de observação atenta. Com estas nossas andanças, já não íamos dançar há tempos sem fim, talvez um mês ou mais. Conseguimos suprimir a lacuna ontem em espaço público e que bom que foi. Se quando um não quer, dois não dançam; quando os dois querem, os dois divertem-se imenso! E foi mesmo uma animação andar por ali a rodopiar, ora acertando o passo, ora passando ao lado das supostas figuras. O Alfa tanto se surpreende pela positiva como desespera e adoptou o lema "Não penses, dança só!". E eu lá continuava a rodopiar alegremente. Até que às tantas ouvi:
- Nunca sei bem o que esperar de ti.
E Maria Calíope obviamente que tomou o desabafo como elogio.
- É melhor assim. Não vais saber. Eu não sou previsível!
(A imprevisibilidade foi tanta que deu direito a Tiramisu e vinho verde depois do bailarico)
terça-feira, 11 de setembro de 2018
Fui dicionarizada...
... entre populismo e pornografia. Com estas balizas só posso esperar um best-seller, assim ao nível das Sombras de Grey (que nunca li) com direito a filme (que nunca vi).
As cenas que me fazem escrever...
Lembrar-se-á ainda o caríssimo leitor da saga do dicionário?
Diz que sai este ano.
Portanto talvez 2019, digo eu.
As cenas que me fazem escrever...
Lembrar-se-á ainda o caríssimo leitor da saga do dicionário?
Diz que sai este ano.
Portanto talvez 2019, digo eu.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Novos inquilinos
Ter pés de Cinderela tem os seus benefícios, por exemplo, herdar sapatos que não servem a mais ninguém! Olhem só para estas Melissas giras, giras, desenhadas por alguém que deve ser super famoso lá na rua dele, que me vieram parar... aos pés?
Não sei bem se consigo correr a maratona com elas, mas para ir daqui para ali deve dar!
domingo, 9 de setembro de 2018
O que não fiz em Budapeste
Estive 5 dias em Budapeste e não vi o Danúbio, não vi a Ópera, não vi o Parlamento, não fui às termas, nem sequer a Peste, não comi gulache e não entrei numa única loja. Apesar disso tudo foi uma semana em cheio, estive a fazer um curso de formação de professores e foi tão bom, que tudo o resto vai continuar a lá estar numa próxima visita.Em compensação, fomos ver a estação de metro (Deak Ter, salvo erro) com poemas portugueses!
sábado, 8 de setembro de 2018
Give chance a change
Este poderia ser o meu lema de vida "dar oportunidade às oportunidades". Nunca se sabe o que se vai encontrar ao dobrar da esquina, por isso todos os passos têm valor. No pior das hipóteses não acontece nada, mas há aquela margem mínima, onde tudo pode acontecer.
Fui convidada para uma festa de despedida de uns amigos e quase me esqueci dela. Entretanto tive de ir trabalhar e não estava a apetecer-me muito ir para um espaço de convívio, sendo que possivelmente não ia conhecer ninguém além dos organizadores. Fui. Confirmou-se. Não conhecia ninguém além dos organizadores que estavam ocupados com os mil convidados. Conversando com uns aqui e outros ali, conheci um tipo giríssimo advogado e um arquitecto português e a sua amiga/amante/caso/NS/NR italiana. Estive imenso tempo à conversa com eles, todos simpatiquíssimos e ela gira que se farta. A parte mais gira foi a páginas tantas perguntar ao arquitecto se não queria vir comigo visitar uma casa que eu tenho em vista, portanto imagine o querido leitor como estava animada a cavaqueira. A vida dá tantas oportunidades, é só saber aproveitá-las!
Fui convidada para uma festa de despedida de uns amigos e quase me esqueci dela. Entretanto tive de ir trabalhar e não estava a apetecer-me muito ir para um espaço de convívio, sendo que possivelmente não ia conhecer ninguém além dos organizadores. Fui. Confirmou-se. Não conhecia ninguém além dos organizadores que estavam ocupados com os mil convidados. Conversando com uns aqui e outros ali, conheci um tipo giríssimo advogado e um arquitecto português e a sua amiga/amante/caso/NS/NR italiana. Estive imenso tempo à conversa com eles, todos simpatiquíssimos e ela gira que se farta. A parte mais gira foi a páginas tantas perguntar ao arquitecto se não queria vir comigo visitar uma casa que eu tenho em vista, portanto imagine o querido leitor como estava animada a cavaqueira. A vida dá tantas oportunidades, é só saber aproveitá-las!
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Instruções
Num curso onde se preparam materiais didácticos para o ensino de português língua estrangeira, eu e a minha colega escrevemos as melhores instruções de sempre para um exercício:
Leia o texto e acorde para a vida.
Afinal, não ensinamos só português, damos lições de vida! :D
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
Langos
O macho Alfa acha um escândalo a existência destes langos arraçados. Langos que é langos é com queijo e não sei o quê, nada dessas modernices de juntar queijo de cabra ao pastel de bacalhau, que na versão húngara é duplicar o langos e transformá-lo num hambúrguer... Que despautério! Eu que efectivamente o comi, digo que estava bastante bom! (O suficiente para lá ter ido comer dois dias seguintes - no outro dia só comi um com crème-fraïche e rúcula.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Uma vez croma, croma para sempre
Procurar a sala num edifício desconhecido, olhar para as pessoas a tentar perceber quem são os colegas, observar os professores e a sua postura, ouvir a chamada, responder à chamada. Estar à procura de uma caneta na mala... Como é que é possível, 1º dia de aulas e esqueci-me da caneta? Mas eu tenho a certeza que pus a caneta na mala. Distribuição de pastas com blocos, programa e uma caneta. Apresentação dos alunos.
De repente voltei a ser aluna, não era eu a fazer a chamada, não era eu a conduzir a aula, respondi com um braço no ar quando ouvi o meu nome, levantei-me e apresentei-me.
E gostei.
Gostei de voltar a ser aluna.
Gostei da turma.
Gostei do programa.
Gostei de voltar a aprender.
Gostei de debater ideias com os colegas.
Budapeste, às 21:55
De repente voltei a ser aluna, não era eu a fazer a chamada, não era eu a conduzir a aula, respondi com um braço no ar quando ouvi o meu nome, levantei-me e apresentei-me.
E gostei.
Gostei de voltar a ser aluna.
Gostei da turma.
Gostei do programa.
Gostei de voltar a aprender.
Gostei de debater ideias com os colegas.
Budapeste, às 21:55
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
A sua cara não me é estranha
Uma pessoa sai de casa às 5:20 para se enfiar num autocarro! Pouco antes das 9, estava a cirandar numa manhã chuvosa e cinzenta num campus universitário húngaro à procura da Sala da Lusofonia. Sobe uma escadaria e vem um grupo de pessoas atrás de si. A pessoa encontra a sala e fica na dúvida se já poderia entrar ou não e fica ali num compasso de espera, quando de repente é interpelada por uma pessoa do tal grupo:
- Não esteve no ano passado em Cabo Verde?
- Sim...
- [dirigindo-se para outra pessoa] Eu assisti a uma palestra dela muito interessante sobre emigração.
E as poucas horas de sono, a chuva, o cinzento, tudo se esfumou naquele momento: a directora executiva de uma entidade internacional não só se lembrava de mim como do que andei a debitar quando estive em Santiago!!! E isto tudo em Budapeste! O mundo é mesmo muito pequeno, mas no meu o sol brilha sempre até com este tempo!
Budapeste, às 23:16
- Não esteve no ano passado em Cabo Verde?
- Sim...
- [dirigindo-se para outra pessoa] Eu assisti a uma palestra dela muito interessante sobre emigração.
E as poucas horas de sono, a chuva, o cinzento, tudo se esfumou naquele momento: a directora executiva de uma entidade internacional não só se lembrava de mim como do que andei a debitar quando estive em Santiago!!! E isto tudo em Budapeste! O mundo é mesmo muito pequeno, mas no meu o sol brilha sempre até com este tempo!
Budapeste, às 23:16
domingo, 2 de setembro de 2018
Rescaldo daquele jantar
O caríssimo leitor lembrar-se-á com certeza de que há duas semanas, macho Alfa trouxe mamãe para jantar a casa de Maria Calíope, tendo avisado na véspera. Depois do pânico inicial e do nervosismo durante, parece que o esforço de Maria Calíope resultou. Parece que a família do Alfa estava à espera que a mãe viesse a dizer cobras e lagartos de Maria Calíope por todas as razões mais algumas em geral e em particular por lhe estar a ficar de certo modo com o seu filho... mas, surpreenda-se o querido leitor, a senhora regressou a casa bastante bem impressionada com a pessoa aqui, que eu era muito simpática e que tinha feito imensa comida e não sei mais o quê - o macho Alfa não é especialmente expansivo e para lhe conseguir arrancar isto, já foi um trabalhão. Enfim, resultado, parece que o resto da família está com relativa curiosidade em conhecer Maria Caliopezinha! :)
Casas parvas (4)

Uma pessoa pensa que já viu tudo, mas afinal ainda se surpreende com a casa... sem... sanita!!! Há uma mini-banheira e um lavatório, um quarto, uma sala, uma cozinha e se a pessoa quiser fazer um xixizito, que use uma fralda ou vá a um arbusto, que deve haver em pleno centro da cidade. Por esta maravilha cobra-se mais de 200 mil euros! A zona é boa... mas quer dizer, não há casa-de-banho!
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
Casas parvas (3)

No mundo das casas parvas também há estes regalos para os olhos - ok, são mais do que raros - mas quando uma pessoa dá com eles, fica assim já em semi-delírio ou pelo menos a pensar que há esperança no mundo imobiliário. Esta banheira era bem capaz de fazer as minhas delícias... nem precisava de quarto: era capaz de viver ali dentro!
Casas parvas (2)
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
The love you save
Nos últimos dias têm passado vários documentários, reportagens, concertos, etc. a propósito do aniversário do Michael Jackson. Eu, semi-sem-querer, consumi todos os que apanhei (foram três) e fiz uma pesquisa rápida aqui no Mergulhos a ver o que tinha dito à época. Foi isto. Agora parece-me que fui um pouco insensível e até abrutalhada na forma de me expressar (well... típico!).
Depois dos programas todos que vi, apercebi-me de várias coisas (possivelmente aquilo que toda a gente já sabia):
- Para que todo o mundo e arredores em geral possa deliciar-se com aqueles biscoitinhos que são os Jackson 5, Michael Jackson perdeu a sua infância para todo o sempre e possivelmente passou o resto da sua vida adulta a tentar recuperar essa perda.
- Ele consiste num ponto de viragem na indústria musical, desde a concepção dos vídeos à sua presença no Super Bowl, passando pela publicidade.
- A quantidade de recordes que o homem bateu, era um autêntico Cristiano Ronaldo da música.
- Ele era um autêntico animal de palco, que na verdade era a sua verdadeira casa, e aí ele transfigurava-se, superava-se e era tão minucioso como profissional.
Ontem vi o filme "This is it!" que consiste nos ensaios para a tournée que nunca chegou a ser e para minha surpresa (!) (não sei como é que ainda me surpreendo com estas coisas) eu conhecia as músicas todas e cantei em plenos pulmões a I'll be there - que adoro e lembrei-me que a última vez que a cantei foi no carro de regresso do festival de kizomba de Bratislava) e soube o nome desta The love you save, que tenho andado a ouvir em loop.
Realmente sou uma fã do Michael Jackson e não sabia... Foi uma perda imensa.
Depois dos programas todos que vi, apercebi-me de várias coisas (possivelmente aquilo que toda a gente já sabia):
- Para que todo o mundo e arredores em geral possa deliciar-se com aqueles biscoitinhos que são os Jackson 5, Michael Jackson perdeu a sua infância para todo o sempre e possivelmente passou o resto da sua vida adulta a tentar recuperar essa perda.- Ele consiste num ponto de viragem na indústria musical, desde a concepção dos vídeos à sua presença no Super Bowl, passando pela publicidade.
- A quantidade de recordes que o homem bateu, era um autêntico Cristiano Ronaldo da música.
- Ele era um autêntico animal de palco, que na verdade era a sua verdadeira casa, e aí ele transfigurava-se, superava-se e era tão minucioso como profissional.
Ontem vi o filme "This is it!" que consiste nos ensaios para a tournée que nunca chegou a ser e para minha surpresa (!) (não sei como é que ainda me surpreendo com estas coisas) eu conhecia as músicas todas e cantei em plenos pulmões a I'll be there - que adoro e lembrei-me que a última vez que a cantei foi no carro de regresso do festival de kizomba de Bratislava) e soube o nome desta The love you save, que tenho andado a ouvir em loop.
Realmente sou uma fã do Michael Jackson e não sabia... Foi uma perda imensa.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Isto diz muito
Eu em Malta (já voltei entrentanto) e o macho Alfa em Marselha.
Take 1:
- No domingo (da semana a seguir a esta conversa) sempre vamos às termas?
- Hmm... no sábado querias ir fazer compras e se o tempo estiver bom não íamos andar de caiaque? Não dá para descansarmos no domingo?
- Então, mas descansamos nas termas!
- Mas não tem de ser umas termas a 300km...
- Mas são as tuas preferidas...
- Vamos lá depois em Outubro ou Novembro. Se o tempo tiver bom, vamos para o Danúbio nadar, se não, ficamos em casa a dormir, for a change, e cozinhamos qualquer coisa...
- Está bem.
- Deves estar mesmo cansado para não teres começado a espernear.
Take 2: (uns dias depois, comigo ainda em Malta e ele em França)
- Chipre a 140€!
- Sim, claro! Quando?
- Vê aí em cima.
- Mas é a segunda semana de Outubro! As minhas aulas começam na semana anterior... e dez dias depois vamos viajar...
- Era só o fim-de-semana!
- De quinta a segunda? Tu não trabalhas?
- Vou na segunda directo do aeroporto.
- Mas eu já não consigo fazer isso... e muito menos em período de aulas.
- Claro que consegues!
- Tu não sabes o que eu faço, pois não? E se fôssemos um mês e meio depois?
- Aí acabou a temporada...
- Espera! Quando eu queria marcar Veneza, tu disseste que precisavas de descansar... agora Chipre?
- Ah! Esqueci-me que queria descansar...
- Pois.
Eu que passei a minha vida a acelerar, agora parece que assumi o papel de travão!
Take 1:
- No domingo (da semana a seguir a esta conversa) sempre vamos às termas?
- Hmm... no sábado querias ir fazer compras e se o tempo estiver bom não íamos andar de caiaque? Não dá para descansarmos no domingo?
- Então, mas descansamos nas termas!
- Mas não tem de ser umas termas a 300km...
- Mas são as tuas preferidas...
- Vamos lá depois em Outubro ou Novembro. Se o tempo tiver bom, vamos para o Danúbio nadar, se não, ficamos em casa a dormir, for a change, e cozinhamos qualquer coisa...
- Está bem.
- Deves estar mesmo cansado para não teres começado a espernear.
Take 2: (uns dias depois, comigo ainda em Malta e ele em França)
- Chipre a 140€!
- Sim, claro! Quando?
- Vê aí em cima.
- Mas é a segunda semana de Outubro! As minhas aulas começam na semana anterior... e dez dias depois vamos viajar...
- Era só o fim-de-semana!
- De quinta a segunda? Tu não trabalhas?
- Vou na segunda directo do aeroporto.
- Mas eu já não consigo fazer isso... e muito menos em período de aulas.
- Claro que consegues!
- Tu não sabes o que eu faço, pois não? E se fôssemos um mês e meio depois?
- Aí acabou a temporada...
- Espera! Quando eu queria marcar Veneza, tu disseste que precisavas de descansar... agora Chipre?
- Ah! Esqueci-me que queria descansar...
- Pois.
Eu que passei a minha vida a acelerar, agora parece que assumi o papel de travão!
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Imagens com vida
Esta talvez seja a imagem mais marcante do dia. Eu estava ali sentada numa rocha, depois do que suponho terem sido depósitos de sal, com os pés a serem molhados ao sabor das ondas. Observava a correnteza e o movimento vivo das águas de prata. Nem o Mar de la Plata brilhava assim. Uma mulher nadava por ali e estava a voltar enquanto outra se lançava ao mar. As duas cruzaram-se nesse corrimão como quem passa o testemunho de uma estafeta. Eu continuava a observar o quadro em movimento e que imagem poderosa, não resisti em captá-la.
sábado, 25 de agosto de 2018
Estreias
- Atirar-me para a água de roupa interior. (Bom, já só saltar para a água do mar já seria uma première em si).
- Ser tocada por uma alforrequinha.
- Mudar de roupa numa paragem de autocarro (daquelas só com o sinal de paragem, sem casinha, nem banco).
Sou uma pessoa nova, está visto!
- Ser tocada por uma alforrequinha.
- Mudar de roupa numa paragem de autocarro (daquelas só com o sinal de paragem, sem casinha, nem banco).
Sou uma pessoa nova, está visto!
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
quinta-feira, 23 de agosto de 2018
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Boyband Revival
Há uns tempos já me estava a fazer impressão que só faltavam X meses para os meus anos e eu não tinha plano nenhum, ideia nenhuma, nada de nada pensado... De repente, marco umas férias-festa-festival-sun-dance-sea-flamingo-party-snorkling-mix-parade e descubro que no meu próprio dia de anos vai haver um Viena um evento que dá pelo nome de "Boyband Revival" que conta com NKOTB, Take That, Backstreet Boys, East 17, N'SYNC, etc (ou 5 macacos a fazerem de todos, o que agora não vem ao caso). Isto é tão, tão, tão a minha cara.... e eu vou estar onde? Pois... Se correr tudo bem, vou estar noutro continente a kizombar - o que não é mau de todo - mas boyband revival sem mim não é bem a mesma coisa! Snif, snif...Durante anos andei com esta imagem emoldurada (!) para a frente e para trás...
domingo, 19 de agosto de 2018
Sortido húngaro
As fotos possíveis...
Para além do bacalhau com natas e da mousse de chocolate, o jantar também contou para entrada com bolinhas de alheira, queijo da ilha, chouriço de porco preto e chèvre chaude com salada de figos. Tudo regado com um branco alentejano.
Maria Calíope estava tão nervosa que nem se lembrou de tirar uma foto aos convivas (Macho Alfa e respectiva mãe) (para desconsolo da sua própria mãe) e não parou quieta enquanto as pessoas não comessem tudo e mais alguma coisa. Também não ajudou não falar nem húngaro nem romeno, ficando assim dependente da interpretação do Alfa a comunicação com a sua mãe.
Eles gostaram de tudo! E até levaram uma marmitinha! Maria Calíope não nega as suas raizes de doggy bag!
sábado, 18 de agosto de 2018
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Danúbio azul
Hoje vim para este lado e vejam lá o luxo que é nadar com vista para esta DC Tower. Adoro! A foto não lhe faz jus. É mesmo fabulosa. E consegui a proeza não de nadar de um lado ao outro and back (ou seja the usual) mas de tirar várias fotos sem um único cisne que agora povoam o rio...
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
A conta é para aquele senhor ali!
Fui visitar um apartamento e achei que era boa ideia levar mais um par de olhos, que por acaso pertencem a um amigo meu, sim, homem. Troquei uma série de emails com a senhora da imobiliária, assinando sempre o meu nome - que é claramente feminino - e fui eu obviamente que combinei a visita. Quando ela nos viu, cumprimentou-nos e perguntou ao meu amigo há quanto tempo estávamos à procura de uma casa... Tanto eu como ele dissemos que a casa era para mim. Adivinhem com quem é que ela continuou a conversar e a dar indicações acerca da casa? O dono também lá estava... adivinhem para quem ele estava a olhar e a quem estava a responder enquanto eu ia fazendo perguntas acerca da casa? Pois...
O meu amigo no fim dizia-me que se calhar não deveria ter ido (claro que sim, pois deu-me uma série de segundas opiniões) mas é ridículo, não é?
O meu amigo no fim dizia-me que se calhar não deveria ter ido (claro que sim, pois deu-me uma série de segundas opiniões) mas é ridículo, não é?
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Casas parvas

Ora que seis anos depois cá está Maria Calíope de novo à procura de uma nova casa. Bom, no intervalo de tempo, Maria Calíope não fechou os olhos ao mercado imobiliário, mas coisas giras, giras só a casa igualzinha à minha mas 5 andares acima e também acima do meu orçamento. Com o passar do tempo, começo a duvidar se não deveria ter vendido um rim para a comprar, mas tarde demais, já foi vendida.
Bom, às vezes, muitas vezes tenho muitas dúvidas sobre as capacidades arquitectónicas dos arquitectos locais e por isso resolvi chamar a esta secção casas parvas, pois há divisões tão absurdas que uma pessoa gostava mesmo de saber qual o conceito, se é que há um, por trás da obra.E começamos em grande com um dos clássicos da construção vienense: a cozinha-corredor, ou seja, um corredor ou entrada - sítio de passagem - onde está plantada a cozinha. Ora atentem as imagens.
Esta até é bonitinha, mas há obviamente em versão trambolho. Eu que já abonimo aquela modernice da cozinha aberta ou sala-cozinha, acho a cozinha-corredor simplesmente inconcebível, pelo menos para uma pessoa como eu que só teria a cozinha tal como a da imagem SE não vivesse na casa!
terça-feira, 14 de agosto de 2018
399º momento cultural: Cemitério Central de Viena
O Cemitério Central de Viena é um mundo. É tão grande que até tem um autocarro que circula lá dentro. Só tinha ido lá uma vez há mil anos com a minha prima, por isso disse logo que sim a uma possível visita guiada. O dia estava perfeito para uma visita, solinho, céu azul, mas fresco. O cemitério era fora da cidade quando foi fundado e por ter sido um cemitério para várias religiões, parece que não foi benzido por ninguém. Nós começámos por visitar uma parte chamada Jardim do descanso, que tem vários pontos que retratam os quatro elementos. Eu achei especialmente interessante os cursos de água em forma de 8. Se calhar é um conceito pouco católico, mas a morte parece-me mesmo o sinónimo do infinito! Seguimos para os talhões e há de tudo, desde coisas mais simples a outras muito kitsch. Chamou-nos muito a atenção lápides de pessoas que ainda não morreram (!), como outras de pessoas cuja lápide têm um carro (a maioria Mercedes, mas também vimos um BMW). A parte dos artistas também algumas campas bem mais alternativas, não é por acaso que eram pessoas dadas às artes. Ainda passámos pela zona dos Presidentes da República e eu estranhei haver pelo menos um de que eu me lembro de estar no cargo. Está provado que já cá vivo há imenso tempo. A parte antiga dos judeus é terrível: há campas com marcas de balas da altura da II Guerra Mundial! De resto, foi uma animada e literal walk in the park! E ainda tivemos uma sorte tremenda de ver um bambi a saltitar por ali!
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Arte urbana em Palma de Maiorca


A gente transpirava por todos os poros, mas deu para ver estas coisas bonitas. Vá 50% de nós estava a apreciar arte urbana, os outros 50% derretia mais um bocadito e procurava a sombra mais próxima.
domingo, 12 de agosto de 2018
Virei PT
Fui sair com uma amiga minha...
- Inscrevi-me na corrida xyz.
- A sério?
- Sim, mas não sei se fiz bem... sempre que me inscrevo fico a pensar que me vou preparar e tal, mas na verdade é que nunca me apetece!
- Ahahahahahah
- Só treinei na verdade quando ia correr contigo!
- Comigo?!!!
- Sim, quando íamos correr as duas...
- Realmente, nunca pensei se preparadora física de alguém...
- Sempre que a gente sai, faz imenso desporto...
- ?!!
Realmente hoje andámos mais de 15 000 passos e estivemos a nadar imenso tempo no Danúbio. Se calhar passei ao lado de uma grande carreira!
- Inscrevi-me na corrida xyz.
- A sério?
- Sim, mas não sei se fiz bem... sempre que me inscrevo fico a pensar que me vou preparar e tal, mas na verdade é que nunca me apetece!
- Ahahahahahah
- Só treinei na verdade quando ia correr contigo!
- Comigo?!!!
- Sim, quando íamos correr as duas...
- Realmente, nunca pensei se preparadora física de alguém...
- Sempre que a gente sai, faz imenso desporto...
- ?!!
Realmente hoje andámos mais de 15 000 passos e estivemos a nadar imenso tempo no Danúbio. Se calhar passei ao lado de uma grande carreira!
sábado, 11 de agosto de 2018
Planos de festas (to be) II

Queira o estimado leitor fazer o favor de ler primeiro este plano.
3 meses e meio depois já tenho plano, já tenho ilha e até já tenho companhia!
Afinal os milagres acontecem quando menos se esperam!
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Encontros inusitados
Gosto de encontrar pessoas conhecidas casualmente na rua porque me confere uma certa familiaridade ao lugar... bom, esta última parte nem sempre é verdade, mas tanto o meu pai, a minha mãe e até a minha irmã conhecem como eu muita gente, por isso sempre encontramos pessoas conhecidas em lugares menos inusitados. Mas desta vez em Lisboa foi de gritos.
- Ao sair da biblioteca da faculdade encontrei uma colega da Universidade de Germansheim!
- No cinema num dia a meio da semana numa sessão a meio da tarde, sentou-se à minha frente uma amiga minha de Viena, a primeira portuguesa que cá conheci, que entretanto voltou a Lisboa e que eu não via há uns bons 5 anos.
- No metro encontrei uma amiga da minha irmã que está há meses para se encontrar com ela.
O resto dos encontros foram todos combinados!
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Termas Erding
O querido leitor sabe que Maria Calíope é uma atleta de alta competição de termas, não só na época própria (isso é para amadores), mas também off-season, ou seja, em pleno Verão. Desta feita as termas contempladas foram as de Erding, sobre as quais o macho Alfa se desfazia em elogios como sendo as maiores, as melhores e todos os superlativos. Maria Calíope tem no seu top de termas as de Blumau e anos de experiência noutras tantas, por isso estava no mínimo curiosa para conferir tanto epíteto. Lá fomos nós para a Alemanha para as termas!
O macho Alfa quis acordar cedo para ir para as termas, o que para mim me parecia no mínimo um exagero para quem tem planeado passar o dia inteiro nas ditas... Chegámos lá pelas 9 da manhã e havia multidões, filas de dezenas de pessoas nas várias caixas, eu de repente tive um flashback da Expo '98!!!
Eu nem consegui perceber o tamanho da coisa. É termas, é parque aquático, é piscinas, é saunas e sei lá mais o quê. Nós fomos para a parte de adultos com 14 (!) saunas, o que nos livrou de uma vez com toda a criançada que povoa o espaço.
Começámos com uma sauna italiana, com direito a Andrea Bocelli a cantar Con te partiro enquanto a gente suava que nem porcos. Bom suavam eles como porcos, pois eu só limitei-me a transpirar elegantemente! No fim deram-nos um suminho. Seguimos para a sauna das rosas. Nunca tinha visto uma sauna com rosas e peeling de açúcar!!! Com o calor já estávamos todos (eu também) tipo caramelo, mas foi uma das que gostei mais. No fim, bebemos um chazinho de rosas. Já não me lembro da ordem das outras saunas a que fomos, mas ainda houve sauna russa com ramos de árvores, sauna celta, sauna para senhoras com máscara de iogurte, sauna de homens com uma cerveja, sauna não sei do quê com bodyscrub de sal, sauna com vista, sauna com aromaterapia e o mais surpreendente de tudo: a sauna-padaria: enquanto estávamos a suar, estavam uns pãezinhos a assar e no fim podíamos comê-los! Eu tirei um com ervas e pétalas de flores! Depois de uma das saunas ainda me enfiei num tanque de água gelada... diz que faz bem! Entre saunas ainda estivemos em piscinas com jaccuzis e correntezas várias. Pelo meio também fomos andar de gaivota num laguinho e no fim ainda fomos a banhos a piscinas com alto teor de sal e de outras coisas, que agora já não me lembro. Portanto não saímos o dia todo daquela secção das termas. Já ao anoitecer fomos para o outro lado porque havia um concerto, um tal DJ Alle Farbe. Eu nunca tinha ouvido tal coisa, mas o Alfa conhecia... Se o tempo tivesse bom aquilo era para parecer uma espécie de MTV-spring-break-pool-party, mas como estava nublado e a ameaçar chover, nós preferimos ficar do lado de fora das piscinas com toalhas nas costas!!! Foi giro.
Saímos de lá já deviam ser umas 23h! Gostei imenso, mas Blumau é muito mais bonito.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Que nervos!
Uma pessoa a tentar ser prática e moderna e depois tem de levar com a surpreendente sensibilidade de alguém que até ver tinha a sensibilidade de um pedaço de madeira. Não só respirei fundo como fui nadar de uma margem à outra and back.
E é tão mau sinal quando cruzo os braços...
E é tão mau sinal quando cruzo os braços...
terça-feira, 7 de agosto de 2018
398º momento cultural: Toma toma 6 em Bratislava
Já no ano passado fui parar ao Festival de Kizomba sem saber muito bem ao que ia... queria ir ver o Grace Évora e dei por mim, estava num festival, fiz um workshop com o Albir Rojas e dancei com o próprio! Este ano a coisa foi muito melhor pensada. Queríamos fazer os workshops do Albir e daí a comprar o passe para o festival inteiro foi um tirinho.
O festival este ano foi num barco no Danúbio e assim de repente não estou a lembrar-me de nenhum a que tenha ido que tenha tido uma localização tão fixe, nem o Wynn de Zagreb!
O fim-de-semana trazia muito mais água no bico que um mero festival de kizomba, pois poderia ser o passe para uma festa de anos algures no mundo com o macho Alfa e Maria Calíope ao contrário do que possa parecer não punha ficha nenhuma nessa casa, na verdade já se dava por satisfeita se regressassem os dois para Viena numa peça só sem olhos arrancados.
O festival foi giro e dancei que dancei e soube-me pela vida. Na sexta quando ecoou o Kayo Corpo, eu nem queria acreditar que não estava a dançar com o Alfa, mas sim com outro marmanjo qualquer. Foi pena. E logo a seguir veio a Bo é kel amje e eu tive de aproveitar o par que tinha.
No sábado, fiz um workshop de afrohouse e kuduro, eu super trapalhona a tentar acompanhar o ritmo da coisa. Espero que não haja vídeos porque a minha prestação é só ridícula. No entanto, aprendi muita coisa interessante para as minhas pesquisas. Sábado foi um dia de decisões difíceis, mas felizmente sábado também foi o dia em que baixou em mim a presença do espírito da sensatez e lidei com os obstáculos que a vida me presenteou com uma categoria, que nem eu sabia que tinha. Sábado foi o dia que dançámos no convés às quinhentas da manhã e só me lembro que naquele momento fui feliz, nem me lembro de estar a morrer de sono, nem dos pés a doer, aqueles passos de dança foram mesmo mágicos!
Domingo ainda fizemos mais uns workshops mas a meio da tarde já deitávamos kizomba pelos olhos e fomos para a cidade procurar um sítio qualquer para ver a final do Mundial de Futebol. Foi pena a Croácia não ter ganho!
O festival este ano foi num barco no Danúbio e assim de repente não estou a lembrar-me de nenhum a que tenha ido que tenha tido uma localização tão fixe, nem o Wynn de Zagreb!
O fim-de-semana trazia muito mais água no bico que um mero festival de kizomba, pois poderia ser o passe para uma festa de anos algures no mundo com o macho Alfa e Maria Calíope ao contrário do que possa parecer não punha ficha nenhuma nessa casa, na verdade já se dava por satisfeita se regressassem os dois para Viena numa peça só sem olhos arrancados.
O festival foi giro e dancei que dancei e soube-me pela vida. Na sexta quando ecoou o Kayo Corpo, eu nem queria acreditar que não estava a dançar com o Alfa, mas sim com outro marmanjo qualquer. Foi pena. E logo a seguir veio a Bo é kel amje e eu tive de aproveitar o par que tinha.No sábado, fiz um workshop de afrohouse e kuduro, eu super trapalhona a tentar acompanhar o ritmo da coisa. Espero que não haja vídeos porque a minha prestação é só ridícula. No entanto, aprendi muita coisa interessante para as minhas pesquisas. Sábado foi um dia de decisões difíceis, mas felizmente sábado também foi o dia em que baixou em mim a presença do espírito da sensatez e lidei com os obstáculos que a vida me presenteou com uma categoria, que nem eu sabia que tinha. Sábado foi o dia que dançámos no convés às quinhentas da manhã e só me lembro que naquele momento fui feliz, nem me lembro de estar a morrer de sono, nem dos pés a doer, aqueles passos de dança foram mesmo mágicos!
Domingo ainda fizemos mais uns workshops mas a meio da tarde já deitávamos kizomba pelos olhos e fomos para a cidade procurar um sítio qualquer para ver a final do Mundial de Futebol. Foi pena a Croácia não ter ganho!
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Poesia-me IV
Afia-meDesfia-me, desafia-me
Rodopia-me
Irradia-me
Amacia-me, poesia-me e
Não me largues a mão
Quando estive em Lisboa voltei a passar pela rua do grafiti do Poesia-me já não lá estava. Felizmente eternizei aquela parede numa foto e agora ao revê-la, fui recuperar aquela a sequência poética a que deu origem. Leio estas coisas e enterneço-me porque as palavras têm alma se lhes dermos esse sopro mágico de vida. Leio o que escrevi e claro que quero escrever mais, se houve Poesia-me II, Poesia-me III nos anos passados, neste tinha de sair este Poesia-me IV... e, modéstia à parte, saiu-me muito bem e com o timing mais que perfeito!
sábado, 4 de agosto de 2018
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
Entre malas
Acabei de desfazer uma mala e estou prestes a fazer outra.
Para a semana isto volta à normalidade, nada temei, caríssimos leitores!
terça-feira, 31 de julho de 2018
E comprinhas em Lisboa?

Posts não tem havido, nem assuntos atrasados, nem assuntos novos... quando voltar à daily routine vienense pode ser que a coisa volte aos eixos. De qualquer modo, revalidei o meu título de rainha dos saldos, ora repare o querido leitor:Este vestido fofo que só ele da Stradivarius a uns 7€ (ou seriam 9€?)
Estes óculos muito silly season da Mango a 5€.Estes ténis com atacadores às bolinhas da Zara a 8€. Não são adoráveis?
Hoje ainda trouxe uma t-shirt às risquinhas da manga com uns nadadores lá pelo meio a 3€ (não encontrei fotos).
Mereço o título ou não?
segunda-feira, 30 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
397º momento cultural: Corinne Bailey Rae
Nada como um atraso de uma hora de um voo para uma pessoa actualizar o seu blogue. Já gastei algum tempo nas lojas e a comer, por isso a ver se o que sobra dá para um post inteiro.

Há músicas que nos levam para outros tempos, que nos levam para outros espaços e que nos fazem encontrar com pessoas. Corinne Bailey Rae e aquele álbum que eu ouvi compulsivamente em 2006, entre Trouble Sleeping, Put your records on, Like a star, etc, etc... fazem-me lembrar do Red Guy e de quando fui para Utrecht atrás da minha felicidade. Não correu bem, mas é uma memória bastante querida e soalheira, por isso quando descobri que ela vinha a Viena, nem pensei duas vezes. Ver artistas ao vivo tem sempre a sua mais-valia e apesar de eu não fazer ideia do que se passou na carreira dela nos últimos 12 anos, ia com fé que iria cantar algumas das músicas daquele álbum.
O concerto foi na Ópera de Viena e para mim começou logo muito bem, comprei bilhetes para a galeria, mas trocaram-mos para a plateia, uma vez que parece que os bilhetes não tiveram muita saída. Ela veio acompanhada com uma banda em palco e é de uma simpatia tremenda. Foi a primeira vez que tocou em Viena e estava obviamente radiante… e isso notou-se! Realmente não conhecia quase nenhuma das canções, tirando uma versão de uma música do Bob Marley, mas lá mais para o fim lá cantou três ou quatro oldies para meu júbilo! Um concerto sem dúvida muito agradável! E no fim ainda deu tempo para ir para casa a correr e ver o prolongamento e penáltis do Rússia - Croácia! (Portanto veja lá o querido leitor há quanto tempo isto já foi).
(O avião já chegou, mas ainda precisa de ser abastecido… por isso até deu para pôr uma imagenzinha
)

Há músicas que nos levam para outros tempos, que nos levam para outros espaços e que nos fazem encontrar com pessoas. Corinne Bailey Rae e aquele álbum que eu ouvi compulsivamente em 2006, entre Trouble Sleeping, Put your records on, Like a star, etc, etc... fazem-me lembrar do Red Guy e de quando fui para Utrecht atrás da minha felicidade. Não correu bem, mas é uma memória bastante querida e soalheira, por isso quando descobri que ela vinha a Viena, nem pensei duas vezes. Ver artistas ao vivo tem sempre a sua mais-valia e apesar de eu não fazer ideia do que se passou na carreira dela nos últimos 12 anos, ia com fé que iria cantar algumas das músicas daquele álbum.
O concerto foi na Ópera de Viena e para mim começou logo muito bem, comprei bilhetes para a galeria, mas trocaram-mos para a plateia, uma vez que parece que os bilhetes não tiveram muita saída. Ela veio acompanhada com uma banda em palco e é de uma simpatia tremenda. Foi a primeira vez que tocou em Viena e estava obviamente radiante… e isso notou-se! Realmente não conhecia quase nenhuma das canções, tirando uma versão de uma música do Bob Marley, mas lá mais para o fim lá cantou três ou quatro oldies para meu júbilo! Um concerto sem dúvida muito agradável! E no fim ainda deu tempo para ir para casa a correr e ver o prolongamento e penáltis do Rússia - Croácia! (Portanto veja lá o querido leitor há quanto tempo isto já foi).
(O avião já chegou, mas ainda precisa de ser abastecido… por isso até deu para pôr uma imagenzinha
)
domingo, 22 de julho de 2018
Refugee look
Já chegados a Viena, a entrar no prédio, eu vejo-me ao espelho e assusto-me ao ver o estado do meu cabelo - sim, a chuva não ajudou nada - mas foi só mais um ingrediente no cocktail baratucho em que o meu cabelo estava...
- Viste como está o meu cabelo e não me dizes nada?
- Só reparaste agora?
- Não, ia perguntar-te isso quando parámos na estação de serviço mas esqueci-me... Estou com ar de refugiada!
- Pois, mas como eu tinha decidido que em 2018 ia ajudar um refugiado, não faz mal... ahahahahaha
- Ahahahahahahhaah! És mesmo indecente... Foi por tua causa que eu não estiquei o cabelo de manhã...
- Estica... e eu entrego-te às autoridades!
- Ahahahahahahahah!
Pronto. É impossível ter uma conversa com o macho Alfa.
- Viste como está o meu cabelo e não me dizes nada?
- Só reparaste agora?
- Não, ia perguntar-te isso quando parámos na estação de serviço mas esqueci-me... Estou com ar de refugiada!
- Pois, mas como eu tinha decidido que em 2018 ia ajudar um refugiado, não faz mal... ahahahahaha
- Ahahahahahahhaah! És mesmo indecente... Foi por tua causa que eu não estiquei o cabelo de manhã...
- Estica... e eu entrego-te às autoridades!
- Ahahahahahahahah!
Pronto. É impossível ter uma conversa com o macho Alfa.
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Façam as vossas apostas
Devemos ter de fazer mais de 700 km no fim-de-semana.
Será que o macho Alfa me passa o carro para as mãos?
Será que o macho Alfa me passa o carro para as mãos?
quinta-feira, 19 de julho de 2018
O que são fantasmas?
Ando aqui numa maratona de leituras para acabar um artigo e a estas belas horas saiu-me esta bela pérola, salvo erro, de Salmon Rushdie... com direito a resposta: coisas inacabadas. Estou a citar de cor por isso pode ser que seja ligeiramente parecido ao que acabei de escrever. Seja o que for, faz todo o sentido, não só para o meu artigo, mas também para a minha vida em geral, a conclusão do autor do texto (que não Rushdie), as coisas têm de ter uma boa morte e serem bem enterradas para não darem azo a rastos fantasmagóricos.
terça-feira, 17 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
Dancing till the dawn
Fomos dançar para a proa do barco e de repente eu reparei que já estava a amanhecer. Eu estava tão cansada que já dormia em pé, mas mesmo assim sonâmbula continuava a dançar (e até acho que estava a dançar melhor!). Olhei para cima e havia estrelas, fechei os olhos e continuei a dançar (e será preciso dizer que me soube pela vida, querido leitor?). Só me lembro desta When I was your man do Bruno Mars, que foi a última de uma sequência de uma hora de dança sonâmbula até o joelho de macho Alfa dar sinal de vida e pedir descanso.Há aqueles momentos doces que a memória enrola num papel dourado e guarda numa gavetinha de instantes preciosos. Ainda nem passaram 24h e Maria Calíope garante que este rebuçado já está lá.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Lucky 13
- Respondi a dois anúncios de casas (= há duas casas dentro do meu orçamento e que se enquadram em quase todos os meus critérios miudinhos, só isso já seria motivo de referência).
- Face à avaliação das aulas que tive concorri a um prémio.
- Recebi a resposta a uma queixa que fiz há meses e vou receber uma indemnização.
- Fiz a mala e vou para um festival de kizomba com o macho Alfa.
- Face à avaliação das aulas que tive concorri a um prémio.
- Recebi a resposta a uma queixa que fiz há meses e vou receber uma indemnização.
- Fiz a mala e vou para um festival de kizomba com o macho Alfa.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Avaliação das aulas
Ontem recebi a avaliação das aulas por parte dos alunos. Tive uma nota bastante alta nos vários parâmetros, mas a parte mais gira é sempre os comentários que eles podem escrever. Estranhamente os alunos de ciências económicas escrevem muito mais do que os alunos de ciências humanas. Desta feita o comentário que me aqueceu o coração foi este último: She is very patient and remembers the name of every student in the class, which I find very friendly.
Não é fofinho? Não diz nada acerca da qualidade do ensino, da matéria, da organização das aulas, zero, mas fiquei feliz porque assim perdi o meu lugar de candidatura a ter Alzheimer! Já tenho dito repetidamente ao querido leitor, não tenho alunos, tenho fãs! :)
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Croácia para campeã do mundo!
Há um ano andava eu a arrastar um camião, a tentar arranjar um emprego e a mover mundos e fundos por causa de um homem dos balcãs. Passados uns meses o reality-check deu cabo de todas as minhas esperanças e agora volvido um ano, até acho que abusei da sorte!O facto da Croácia ter despachado a Argentina, a Dinamarca, a Rússia e agora a Inglaterra consistiu na ocasião perfeita para restabelecer laços. Os nós estão mais do que desatados e não há razão para amuos.
No final do jogo com a Argentina eu disse-lhe "Passo a passo até à final", na verdade estava a pensar em Portugal, mas vá, uma das nossas equipas chegou lá!
terça-feira, 10 de julho de 2018
Ora está chuva, ora está sol...
Num dia completamente deprimente, não só pelo tempo cinzento, mas por outros tons grisalhos que me andavam a seguir, resolvi ir aos saldos animar-me um bocadinho. É aquela receita fácil, que pelo menos no momento sabe muito bem... e entre biquínis e topzinhos, o que é que eu fui descobrir na Mango: um casaco de Inverno! Era tudo o que eu precisava. Giro, giro e a metade do preço! Peguei no preto e no cinzento e fui directa para os provadores. Primeiro drama: só havia S (e xs). Tenho uma teoria para não me desgraçar nos saldos, em caso de dúvida levo o S (mesmo que haja tamanhos maiores), se o S não me servir, então não levo a peça! Segundo drama: as cores! Se houvesse só um era esse e pronto, havendo por onde escolher, a pessoa fica na dúvida, porque além do problema cromático, há aquela tendência para Alzheimer que me fez não me conseguir lembrar se eu queria comprar um casaco preto OU se já o tinha conseguido comprar no Inverno passado. E se eu não tinha comprado o casaco preto tinha comprado o quê? Será que tinha comprado um cinzento e não me lembrava? Só me ocorria um azul anil, depois lembrei-me de um com um padrão miudinho preto e branco e lá me lembrei do meu casaco preto comprado em Madrid, que está a ganhar borboto - acho eu...
Ora bem, lá experimentei os dois. Servem-me. Mas fiquei na dúvida de levar o cinzento, uma vez que já tenho o preto, mas na verdade tinha gostado mais do preto e a maioria dos meus chapéus são pretos - o que é um factor a ter em conta. No meio desta dança de casacos, liga-me o macho Alfa (pronto já decidi, agora fica macho Alfa!) e acabou por servir de consultor de moda. Well, na verdade não se qualificou bem, uma vez que face ao "decididamente o cinzento!" eu respondi "mas eu gosto mais do preto!" E pronto. A senhora da caixa confirmou-me que fiz uma bela compra ao comentar com a colega da caixa "Olha o casaco bonito que esteve sempre esgotado!". E pronto estou preparada para a estação fria!
Ora bem, lá experimentei os dois. Servem-me. Mas fiquei na dúvida de levar o cinzento, uma vez que já tenho o preto, mas na verdade tinha gostado mais do preto e a maioria dos meus chapéus são pretos - o que é um factor a ter em conta. No meio desta dança de casacos, liga-me o macho Alfa (pronto já decidi, agora fica macho Alfa!) e acabou por servir de consultor de moda. Well, na verdade não se qualificou bem, uma vez que face ao "decididamente o cinzento!" eu respondi "mas eu gosto mais do preto!" E pronto. A senhora da caixa confirmou-me que fiz uma bela compra ao comentar com a colega da caixa "Olha o casaco bonito que esteve sempre esgotado!". E pronto estou preparada para a estação fria!segunda-feira, 9 de julho de 2018
Lista quase exaustiva
Na última semana andei a ver voos para estes destinos e mais alguns...
Cabo Verde
Maldivas
Sri Lanka
Seichelles
Maurícias
Madagáscar
Reunião
Bahamas
Miami
Namíbia
Cuba
Tailândia
Jordânia
Vietnam
...
Por exclusão de (muitas) partes, chegámos a uma decisão (quase definitiva)
Cabo Verde
Maldivas
Sri Lanka
Seichelles
Maurícias
Madagáscar
Reunião
Bahamas
Miami
Namíbia
Cuba
Tailândia
Jordânia
Vietnam
...
Por exclusão de (muitas) partes, chegámos a uma decisão (quase definitiva)
sábado, 7 de julho de 2018
E quando a experiência nos boicota a vida?
Sou formada em Literatura mas é raro dar aulas de literatura. Gosto de ler, gosto de fruir as palavras, as combinações de palavras, as construções frásicas. Sempre adorei figuras de estilo e tudo aquilo que se pode fazer com palavras. Dizer uma coisa e querer dizer o seu contrário, recorrer a imagens, repetições, combinações de sons para evidenciar qualquer coisa. É isso que me fascina nas palavras. Interpretar texto é um exercício que me é caro: fazer com que o autor diga aquilo que eu acho que ele quer dizer, ou seja, pôr nas palavras, pensamentos e intenções do autor aquilo que eu com a minha bagagem cultural, intelectual, emocional, etc. leio nas palavras dele. É um jogo, é um desafio, mas nunca uma ciência exacta. Nunca gostei muito de correntes literárias e de tentar enfiar autores em movimentos, precisamente pela liberdade de leitura de cada um.
Apercebi-me que este tipo de exercício apoderou-se da minha vida de forma inconsciente. Eu vejo, leio e interpreto os outros à luz da minha bagagem e por conseguir com relativa destreza mental articular várias linhas, rapidamente teço teias que entrelaçam coisas, situações, eventos e pessoas que pouco ou nada se relacionam entre si, mas que a minha habilidade cognitiva põe em interacção.
De repente fui apanhada nesta teia. Deixei de ser a tecelã, mas a vítima da minha própria artimanha... Felizmente fui alertada a tempo do novelo que comecei a enrolar e a custo estou a tentar desfazer nós e a arrematar costuras. E costura arrematada, está arrematada, nada de pegar nela outra vez. Parecendo que não, eu sou melhor a ziguezaguear do que a fazer bordados.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
terça-feira, 3 de julho de 2018
Burning down the house
Saí do metro e vi duas ambulâncias e um carro de polícia à entrada da minha rua... Virei para a dita rua e eram mais seis (S E I S!) carros dos bombeiros, duas ambulâncias, polícias vários e a rua vedada... Perguntei o que se passava e foi-me dito que tinha havido um incêndio no prédio da frente do meu. Não vi fogo, não me cheirava a fumo, mas a rua, incluindo a minha porta estavam vedados... Nunca tinha visto tanta acção na minha rua - tirando algumas obras - mas esta gente aqui não brinca em serviço.
Dancing under the stars
Já estava com ar de cachorro abandonado desde domingo e nem as duas dezenas de penáltis do Espanha - Rússia e do Dinamarca - Croácia me animaram. A minha fase de professora banana continua e ao ver colegas meus a arrancar canetas das mãos de alunos e não os deixar escrever nem mais uma linha porque o tempo da prova tinha acabado com os miúdos em lágrimas ainda me fez sentir mais bananificada. O meu regresso à dança oriental não se deu porque o curso foi cancelado e a cereja em cima do bolo: o meu senhorio resolveu aumentar a minha renda como nunca...
A vontade de me deitar no sofá diante de um jogo de futebol qualquer a comiserar-me era muita, mas a alternativa era ir dançar a céu aberto no Canal. E fui. E ainda bem que fui.
Não sabia que havia aula prévia, por isso só fiquei a ver mas ainda apanhei o pôr-do-sol. A partir daí foi sempre a subir. O meu parceiro de dança chegou e não parámos até me passarem as neuras todas! Quem dança seus males espanta, não é o que eu ando há meses a dizer? Que bela ideia dançar ao ar livre numa noite de Verão. E que belo parceiro desencantei.
A vontade de me deitar no sofá diante de um jogo de futebol qualquer a comiserar-me era muita, mas a alternativa era ir dançar a céu aberto no Canal. E fui. E ainda bem que fui.Não sabia que havia aula prévia, por isso só fiquei a ver mas ainda apanhei o pôr-do-sol. A partir daí foi sempre a subir. O meu parceiro de dança chegou e não parámos até me passarem as neuras todas! Quem dança seus males espanta, não é o que eu ando há meses a dizer? Que bela ideia dançar ao ar livre numa noite de Verão. E que belo parceiro desencantei.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
E de repente já é Julho
E já acabaram as aulas
E já acabou o mundial (para nós)
E começam-se a fazer planos para fins-de-semana, férias e outros dias livres.
E já acabou o mundial (para nós)
E começam-se a fazer planos para fins-de-semana, férias e outros dias livres.
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