Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
230º momento cultural: Floh im Ohr
Uma das coisas de que adoro do sítio onde moro é que me encontro muito perto de muitos sítios que gosto de frequentar. Sair de casa às 19:00 para ir ao teatro às 19:30 é-me possível porque moro a duas estações de metro de distância. Melhor ainda é adquirir um dos bilhetes de sobra e pagar 5€ e sentar-me na segunda (!) fila da plateia!!!
Gosto muito desta ideia de que a cultura não tem de ser cara e que está em cada esquina. Pelo menos nas minhas!
Gosto muito desta ideia de que a cultura não tem de ser cara e que está em cada esquina. Pelo menos nas minhas!
A peça era uma comédia de enganos. Uma série de casais que está ligado entre si além dos seus laços matrimoniais, por ligações paralelas e mais uma mão cheia de mal-entendidos, daí se chamar "Pulga atrás da orelha". Num primeiro momento encontram-se todos em casa, num segundo momento acabam por se cruzar por acaso num bordel. Eu fiquei espantada pela qualidade do Hochdeutsch, se calhar um bocadinho exagerado, mas uma maravilha para eu perceber tudo e ainda me rir das piadas!
Na segunda parte, os enganos começam a ser resolvidos e estava tudo a correr muito bem... até uma das actrizes cair do palco num alçapão.
Como vos disse estava na segunda fila e vi a pobre coitada a tropeçar, bater com a cara num objecto (projector?) com bastante violência e cair palco adentro. No momento ainda duvidei se pertencia à peça ou não... Em dois segundos, um dos actores disse que aquilo não fazia parte do espectáculo, dois médicos que estavam na plateia acorreram e foi chamada a ambulância...
A peça terminou ali e cairam as cortinas (faltavam uns 10 minutos para terminar). Não deve ter sido só uma entorse face ao encadeamento dos factos, mas o certo é que hoje nas notícias não constava nada. Tomara que tenha sido mais o susto!
domingo, 28 de dezembro de 2014
Calmaria
Desde que vim viver para esta casa (fez 10 anos em Novembro), decidi que o meu quarto ia ser em cores quentes. Tinha o quarto literalmente em cores fogosas: cortinados, lençóis, ederdon, tapete, cómoda e quadros. Eram emoções ao rubro que eu previa para aquele espaço, eram raios de sol imaginários que eu queria imaginar todas as manhãs, era sangue a correr que eu queria sentir... Digamos que dos meus palpites saiu-me um 3 no totoloto... não era bem o que almejava, mas também não fiquei só a encher chouriços.
No entanto, entregue a minha tese comecei a pensar nas coisas que queria fazer pós-tese (apesar de ainda não termos chegado a esses finalmentes) e uma delas era redecorar o apartamento. Quando dizia isto pensava sempre em trocar os móveis da sala. No entanto, na semana passada como que num toque de magia, resolvi que queria um quarto claro, com cores calmas e neutras... tipo branco! Foi mesmo num passe de mágica que mudei tudo! Na véspera de Natal encontrei por acaso cortinas. Por acaso pois não ia à procura do que quer que fosse quando as encontrei, o que fez com que não soubesse o tamanho da minha janela e paredes. Pelos meus cálculos 3 pacotes de cortinas estariam bem. Trouxe também uma capa de ederdon com o padrão de tricotado. Para minha surpresa os pacotes de cortinas tinham 2 cortinados cada uma. Não se perdeu nada: os cortinados que me sobraram serviram para lençóis e ainda consegui fazer duas fronhas. Ontem fui comprar papel autocolante para forrar a cómoda vermelha e acabei por trazer um tapete branco. Passei o dia todo a forrar o móvel. Mas ficou tão lindinho!
As noites calientes já lá vão, agora eu quero é sossego e serenidade!
E o alinhamento cósmico está comigo. Deve ter nevado a noite toda que hoje, pela primeira vez neste Inverno, estava tudo branco!
(Para compensar a calmaria que me invadiu o espírito, adquiri um vestido leopardo e uma saia-lápis em napa preta!)
No entanto, entregue a minha tese comecei a pensar nas coisas que queria fazer pós-tese (apesar de ainda não termos chegado a esses finalmentes) e uma delas era redecorar o apartamento. Quando dizia isto pensava sempre em trocar os móveis da sala. No entanto, na semana passada como que num toque de magia, resolvi que queria um quarto claro, com cores calmas e neutras... tipo branco! Foi mesmo num passe de mágica que mudei tudo! Na véspera de Natal encontrei por acaso cortinas. Por acaso pois não ia à procura do que quer que fosse quando as encontrei, o que fez com que não soubesse o tamanho da minha janela e paredes. Pelos meus cálculos 3 pacotes de cortinas estariam bem. Trouxe também uma capa de ederdon com o padrão de tricotado. Para minha surpresa os pacotes de cortinas tinham 2 cortinados cada uma. Não se perdeu nada: os cortinados que me sobraram serviram para lençóis e ainda consegui fazer duas fronhas. Ontem fui comprar papel autocolante para forrar a cómoda vermelha e acabei por trazer um tapete branco. Passei o dia todo a forrar o móvel. Mas ficou tão lindinho!
As noites calientes já lá vão, agora eu quero é sossego e serenidade!
E o alinhamento cósmico está comigo. Deve ter nevado a noite toda que hoje, pela primeira vez neste Inverno, estava tudo branco!
(Para compensar a calmaria que me invadiu o espírito, adquiri um vestido leopardo e uma saia-lápis em napa preta!)
sábado, 27 de dezembro de 2014
Negão do momento XV: C4 Pedro
Para não parecer que a minha vida são só momentos culturais, que não é, deixem-me mostrar-vos as pessegadas que eu tenho ouvido e dançado em repeat cá por casa. O caríssimo leitor de certeza que não está a ver quem é o C4 Pedro, mesmo que eu lhe diga que é o outro negão que canta o Bo tem mel com o Nelson Freitas. O certo é que num daqueles mixes do youtube descobri estas duas musiquitas e parece que não quero outra coisa. Já sabemos que das letras não se aproveita muito, mas sintam o ritmo e vejam lá se de repente não dão por vocês a dançar no meio da sala?Baby tu sabes! (podem saltar os últimos 30 segundos)
A música dela (esta é melhor ;))
Vá pelo menos acompanharam o ritmo com o pezinho no chão...
229º momento cultural: Der Nussknacker
Tantos feriados e uma pessoa tem de inventar o que fazer com o tempo livre. (Daqui a uns dias mostro-vos ao ponto a que chegou a minha criatividade...). Maria Calíope tem tentado aproveitar tirar a barriga da miséria no que toca a eventos culturais. E se no dia de Natal houve teatro, no segundo dia de Natal saiu ballett! Acho que nunca tinha visto o Quebra-Nozes e como estou a tentar fazer o pleno de todos os bailados clássicos, pareceu-me uma bela oportunidade. Lá fui eu e até consegui fantásticos bilhetes de plateia (os de pé, claro, mas por 4€, ninguém se zanga).
A primeira parte não me convenceu muito. Não sei se foi pela multidão que subiu ao palco, por haver uma árvore de Natal gigante, por haver demasiadas crianças, por todos estarem muito vestidos para bailarinos... Não foi mau. Mas se soubesse que era aquilo não teria ia. Felizmente a primeira parte acabou com um solo ou dueto que me inspirou alguma confiança no que se seguiria.
Apercebi-me que gosto de ver ballett clássico porque gosto de ver pessoas a dançar. Não é para que me contem uma história. Não é para tentar deduzir o significado de gestos e movimentos. É tão pura e simplesmente para apreciar a dança, numa atitude meramente estética que além da visão pode incluir a audição, mas em que o cérebro está quietinho em stand-by.
Foi engraçado pois depois desta conclusão para mim mesma, a segunda parte foi uma sequência de bailados... portanto aquilo que eu queria ver mesmo. Mas houve surpresa: A valsa das flores de Tchaykowsky que eu obviamente ignorava pertencer ao Quebra-Nozes. Que luxo poder ver isto com uma orquestra ao vivo a tocar! Se o meu pai e a minha mãe lá estivessem estado, teriam inventado espaço e dançado eles próprios num canto qualquer. Tenho a certeza! Concluindo, a segunda parte superou a primeira e eu dei por bem gastos os meus quatro euritos!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
228º momento cultural: Eine dunkle Bergierde
Tinha resolvido ir ao teatro ver a Dama das Camélias no dia de Natal. O caríssimo leitor conhece-me o fraco por histórias de Dumas e mosqueteiros em geral. Por isso, para compensar o desaparecimento do último, achei que ver a Dama das Camélias seria adequado.
No entanto, a meio da tarde telefonaram-me do teatro a informar que por doença de alguém a peça não iria realizar-se sendo substituída por outra... No momento, aceitei pois não tinha planos alternativos, mas assim que desliguei o telefone, pensei que teria sido a decisão errada... mais de 2h30 de peça só me sugeriam sono, muito sono... e eu queria ver uma história de Dumas...
Mas fui. E ainda bem que fui. Não só por os meus outros colegas de camarote terem desistido e eu ter um camarote só para mim, mas porque efectivamente adorei a peça.
Eine dunkle Bergierde teria sido traduzido por mim como "Um desejo sombrio", mas aparentemente há título em português "Um estranho método" (aparentemente filme também com o mesmo nome). Eu não conhecia a história, mas o certo é que as personagens conseguiram cativar-me as 2h 45minutos de peça. Nem por um segundo pensei que não estava a perceber, nem que estava com sono. Resumidamente trata-se da história de uma paciente russa de Carl Jung que é tratada através de um método inovador: a psicoterapia de Freud. A paciente é curada, mas dedica-se ela própria à causa e ao mestre. Em três tempos ela envolve-se tanto com o médico como com a disciplina, tornando-se ela própria médica e discutindo as suas ideias com o mestre original: Freud.
A actriz que fez de paciente era fantástica e merecia que o papel dela fosse o principal e não o de Carl Jung, que passou a peça a fazer mais do mesmo. A encarnação de Freud também estava muito bem conseguida. Se achei muito engraçado eles fumarem cachimbo e charutos em palco, achei estranho ver actores nus em palco. Acho que nunca tinha sido confrontada com uma cena de nudez em teatro - ok, foram só rabos -
A Dama das Camélias ficará para outras núpcias!
No entanto, a meio da tarde telefonaram-me do teatro a informar que por doença de alguém a peça não iria realizar-se sendo substituída por outra... No momento, aceitei pois não tinha planos alternativos, mas assim que desliguei o telefone, pensei que teria sido a decisão errada... mais de 2h30 de peça só me sugeriam sono, muito sono... e eu queria ver uma história de Dumas...
Mas fui. E ainda bem que fui. Não só por os meus outros colegas de camarote terem desistido e eu ter um camarote só para mim, mas porque efectivamente adorei a peça.Eine dunkle Bergierde teria sido traduzido por mim como "Um desejo sombrio", mas aparentemente há título em português "Um estranho método" (aparentemente filme também com o mesmo nome). Eu não conhecia a história, mas o certo é que as personagens conseguiram cativar-me as 2h 45minutos de peça. Nem por um segundo pensei que não estava a perceber, nem que estava com sono. Resumidamente trata-se da história de uma paciente russa de Carl Jung que é tratada através de um método inovador: a psicoterapia de Freud. A paciente é curada, mas dedica-se ela própria à causa e ao mestre. Em três tempos ela envolve-se tanto com o médico como com a disciplina, tornando-se ela própria médica e discutindo as suas ideias com o mestre original: Freud.
A actriz que fez de paciente era fantástica e merecia que o papel dela fosse o principal e não o de Carl Jung, que passou a peça a fazer mais do mesmo. A encarnação de Freud também estava muito bem conseguida. Se achei muito engraçado eles fumarem cachimbo e charutos em palco, achei estranho ver actores nus em palco. Acho que nunca tinha sido confrontada com uma cena de nudez em teatro - ok, foram só rabos -A Dama das Camélias ficará para outras núpcias!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
Estrela da companhia
Em dia/noite de Natal, nada mais apropriado do que começar a ler o Evangelho Segundo Jesus Cristo de Saramago e ver um filme italiano sobre a vida de Maria (Maria di Nazaret).
Já nem me lembrava do que gosto de ver filmes de inspiração bíblica! (E nunca tinha reflectido nos problemas sociológicos da época, não só para ela, mas para José)
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
227º momento cultural: O Sal da Terra
Conheço o nome Sebastião Salgado há muito tempo, mas só há poucos anos me apercebi que não era português mas sim brasileiro!

O filme/documentário/exposição Das Salz der Erde é muito mais do que eu poderia esperar. Mais do que uma sequência documentada por fotografias da vida e obra de Sebastião Salgado, trata-se de uma autêntica história do mundo recente (as últimas décadas) pela lente do fotógrafo. As fotografias são tão impressionantes quanto violentas. São incrivelmente expressivas, mas essa mesma expressividade é dolorosa... são muito mais do que fotografias são autênticas histórias. Ele acompanhou muitos conflitos, algumas vezes com os Médicos Sem Fronteiras, outras vezes sozinho. São muitos dramas, são muitas fotos... E o melhor de tudo é que é tudo comentado pelo próprio Sebastião Salgado.
Além de uma mão cheia de desgraças, há também momentos engraçados no filme, como as filmagens na Sibéria e as fotos com uma tribu índia.
Vejam-no e digam de vossa justiça! O filme é assinado por Wim Wenders e Juliano Salgado (filho).
domingo, 21 de dezembro de 2014
Pele
Há uns tempos bradava aos ventos que não queria mais gajos nem sapatos made in China.
Gajos nem vê-los o que me faz crer que a espécie masculina é uma espécie de mito urbano: toda a gente fala disso, mas nunca ninguém viu. Eu própria já tenho muita dificuldade em me recordar do que é isso do XY... No entanto, a minha relação com calçado não é assim tão pão pão queijo queijo... Nas últimas semanas vieram cá viver comigo umas biker boots super confortáveis e uns sapatitos lindos lindos e azuis que me custaram pataca e meia.
Mas na semana passada consegui fazer a proeza de comprar umas Fly London por 60€!!! Estas! Cano alto, pele, castanhas escuras... precisava mesmo de uma coisa assim bonitinha mas que desse para andar imenso!
Ontem o carteiro veio cá entregá-las e eu mal queria acreditar: encomendei-as na quarta ou na quinta... os pobres tipos da Amazon devem estar mesmo a ser escravizados. Ainda ando em fase de rodagem... mas a este preço não me posso queixar de todo!
Gajos nem vê-los o que me faz crer que a espécie masculina é uma espécie de mito urbano: toda a gente fala disso, mas nunca ninguém viu. Eu própria já tenho muita dificuldade em me recordar do que é isso do XY... No entanto, a minha relação com calçado não é assim tão pão pão queijo queijo... Nas últimas semanas vieram cá viver comigo umas biker boots super confortáveis e uns sapatitos lindos lindos e azuis que me custaram pataca e meia.
Mas na semana passada consegui fazer a proeza de comprar umas Fly London por 60€!!! Estas! Cano alto, pele, castanhas escuras... precisava mesmo de uma coisa assim bonitinha mas que desse para andar imenso!Ontem o carteiro veio cá entregá-las e eu mal queria acreditar: encomendei-as na quarta ou na quinta... os pobres tipos da Amazon devem estar mesmo a ser escravizados. Ainda ando em fase de rodagem... mas a este preço não me posso queixar de todo!
sábado, 20 de dezembro de 2014
Nova abordagem aos saldos
Não sei bem qual é a fase lunar que rege os saldos, mas o certo é que eles já começaram por estas bandas... e em grande: de 50% para cima. Ontem, fazendo romaria às lojas em causa em pouco mais de uma hora antes do horário de encerramento, não fui muito feliz. Mas hoje não deixando que o relógio me pregasse uma partida (ontem eu, com umas 10 peças na mão para experimentar, ouço a senhora: vamos fechar e as cabines foram encerradas), resolvi adquirir uma nova abordagem à loucura dos saldos. Eu fico sempre louca não há volta a dar. Então, a nova abordagem é em caso de dúvidas trazer peças no tamanho S. Se não servir, azarucho, tenho de perder peso! E pronto, assim é garantido que não trago metade da loja para casa. Por outro lado, os S daqui do centro da Europa - digo eu - são maiores do que os de Portugal, portanto a probabilidade de eles me efectivamente servirem é alta! Acabei por trazer só uma blusita e esta saia... e agora solicito a opinião do caríssimo leitor: vou lá buscar o matching item (a camisola)?
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
226º momento cultural: Jackpot

Há coisa de um mês tinha ido ver por acaso um festival vienense que me fez cruzar com Nadja Maleh. Foi o suficiente para querer ver um espectáculo integral, cujo título tinha tudo a ver comigo: Jackpot. Tratava de jogos de fortuna e sorte em geral.
Mais uma vez, voltei a pensar, mal ela subiu ao palco, que não daria nada por ela... e no entanto, a capacidade dela de decalcar personagens é impressionante. Isso já sabia da outra vez, Apesar do trabalho ser mais óbvio na velhota ou na educadora de infância, eu adorei foi o cantor de heavy metal! O texto era genial! Desta vez apercebi-me da sonoridade da sua voz: canta que canta - não necessariamente quando estava a cantar metal pesado, mas sim noutras músicas!
Um serão bem passado e repleto de riso.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Linha de pesquisa
Ia ver voos para um fim-de-semana em Veneza, mas entre pensar no assunto e abrir o site, lembrei-me de que o que me apetecia mesmo era ir para a praia apanhar sol... Nunca estive nas Caraíbas. Fui ver se havia voos para Cuba. Não aparecia na lista, mas aparecia Curaçau... Também iria para lá feliz! Em dois segundos já estava na página de pacotes promocionais e surpreendi-me por haver ofertas para os Açores. Entre Açores e Abu Dhabi foi um saltinho...terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Zen
Desde que entreguei a tese, construiu-se uma bolha à minha volta.
Não tenho super poderes, mas não há faíscas que me atinjam.
Em termos laborais, estamos em plena tempestade e eu em cima do meu arame não sinto as rajadas de vento forte e por isso não dissemino profecias nostradâmcias, nem oráculos apocalípticos.
Continuo concentrada no meu traço contínuo
e se me falhar o pé, parece-me que teci uma boa rede.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Outros eus
Reparei hoje num fenómeno que começa a pulular o meu quotidiano: perguntar a um amigo como é que está, se está tudo bem, como foi o fim-de-semana e obter como resposta toda uma série de actividades dos seus filhos, que também passa pelo estado de saúde e relação com os demais membros da família.
Eu fiquei na dúvida do que tinha perguntado.
Eu fiquei na dúvida do que tinha perguntado.
domingo, 14 de dezembro de 2014
Almofariz 2
Não sei precisar há quanto tempo que não almoçava ao domingo... possivelmente desde o último domingo que estive em casa (em Lisboa), Junho?! Talvez... Aqui em casa (em Viena) aos domingos ou vou tomar um brunch ou perco-me entre as minhas estranhas refeições, por isso foi uma surpresa eu própria marcar um almoço de domingo com amigos!
Fomos ao Mama Liu and Sons, um restaurante que descobri num dia que procurava um bar depois de uma noite de cinema.
Comemos à chinesa, a pedir milhentas coisinhas e a dividir tudo. As milhentas coisinhas eram essencialmente dim-sums, uma salada de algas maravilhosa, um pato fatiado e amendoins. Eu reguei isto tudo com um refresco de morango com folhas de majericão! E toda a refeição foi recheada com muita conversa!
Fomos ao Mama Liu and Sons, um restaurante que descobri num dia que procurava um bar depois de uma noite de cinema.
Comemos à chinesa, a pedir milhentas coisinhas e a dividir tudo. As milhentas coisinhas eram essencialmente dim-sums, uma salada de algas maravilhosa, um pato fatiado e amendoins. Eu reguei isto tudo com um refresco de morango com folhas de majericão! E toda a refeição foi recheada com muita conversa!225º momento cultural: Toulouse-Lautrec
Tenho a certeza que já vira uma exposição de Toulouse-Lautrec e tenho praticamente a certeza que foi em Amesterdão... na altura foi uma alternativa ao lotado Van Gogh, mas gostei tanto que desta vez foi a primeira opção.Eram mais desenhos do que os pósteres, mas gosto muito dos desenhos sobre cartão, gosto muito dos cartazes publicitários, mas foi esta obra que me prendeu durante mais tempo.
Infelizmente online só encontrei esta variante, mas na exposição havia mais 3 estudos de/para esta obra. Ela só por si já é um autêntico arrojo, mas em combinação com as outras - o jogo das cores ou da falta dela - era completamente genial!
Toulouse-Lautrec, The seated clowness
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