98º: Petronas Towers - Mais um momento "uau" e para isso muito contribuiu ter ido visitar as torres de noite. Chegar à praça e ficar fascinada com a fonte colorida dançante (que mais tarde dançou ao som de música clássica) já ter-me-ia enchido o olho, mas olhei para cima e saiu-me um honesto "uau": as Petronas estavam ali mesmo. Poderia estender a minha descrição por mais outras tantas linhas, mas só vendo.
99º: Pavillion - Era o centro comercial mesmo à frente do meu hotel e ao que recorri para fazer algumas das minhas refeições. Na minha primeira incursão perdi-me. Imaginem um Colombro cem vezes maior... é mais ou menos isso, com partes interiores e exteriores, eu julgo que uns 8 andares, mas poderiam ser mais, com Zaras ao lado de Pradas, cinemas, supermercados, bares, livrarias e sei lá mais o quê. Este foi apenas um dos centro comerciais que visitei, na Malásia e nos outros sítios: esta gente adora marcas, daquelas com muito zeros, para além de adorar: compra! Eu não vi lojas vazias. Eu limitei-me à minha insignificância e comprei apenas umas coisas na Victoria's Secrets por curiosidade e Marks & Spencer por dedicação cega.
100º The Calíope Show (what else for the 100th?!) - A minha ida à Universiti Malaya foi combinada um pouco em cima do joelho e de forma um pouco mais atabalhoada do que gostaria. No entanto, estando lá, todas as minhas impressões nebuladas abriram num céu azul magnífico. Os colegas e a directora foram de uma simpatia extrema e com certeza melhoraram muito as minhas impressões de KL. O show propriamente dito foi uma aula minha muito animada - bem ao meu estilo - onde pela primeira vez dei por mim a falar de Cruzadas e da Fundação de Portugal a alunos (e colega) muçulmanos. É esta diferença de perspectiva e sensibildade que me move e que me vai fazer continuar a impingir mais The Calíope Show a gente de outras latitudes!
101º Batu Caves - Já contei
aqui como é que fui parar às Batu Caves, não contei foi o facto de para além daquele Lord Murugan maravilhoso e esmagador, também havia um outro macaco (literalmente) verde ligeiramente mais baixo logo à entrada. Eu da minha pequenez, ao olhar para cima tanto para o Macaco como para o Murugan, senti-me tão pequena e tão privilegiada por me ser possível ver estas coisas assim ao vivo e um "uau" foi mesmo o mínimo que consegui emitir. Como se isto não bastasse ainda fui contemplada com o final de um casamento indiano, que esteticamente deve ser das celebrações mais bonitas do mundo. As grutas propriamento dita são assim-assim, mas face a tudo o resto eu não estava minimamente preocupada por as grutas não serem especialmente impressionantes.
102º Museu de Arte Islâmica - A estética islâmica cativa-me há muito tempo e este museu foi o culminar de tudo o que eu poderia imaginar da arte islâmica. Mais do que as colecções de jóias e de caligrafias, o próprio espaço deve ser um dos espaços de museus mais bonitos em que alguma vez estive. Linhas simples, muita luz, tudo branco transformavam os 30ºC e uma percentagem de humidade insuportável em ar fresco para todos os sentidos.
103º Mercado central e mercado da Chinatown - Adoro mercados, compro sempre mil coisas e sempre que me lembro regateio até não poder mais. Andei quilómetros nestes mercados, desconfio que devo ter perguntado o preço das coisas a vendedor sim, vendedor não: mas no fim (e no princípio) todos me pareciam iguais! No fim, só veio uma mala.
104º Museu Nacional - Duas grandes surpresas: 1) Uma exposição fabulosa sobre máscaras do mundo e o que Maria Calíope gosta de máscaras. Ainda tive direito a espectáculo de dança. 2) No museu e na sua exposição residente há uma ala completamente dedicada a portugueses.
Les photos sont de moi-même!