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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Blogonovela


A pedido de muitas famílias* a blogonovela está de volta, porque eu sei que vocês não resistem a uma cartada com Valetes.
Nem eu! :)


Cenas dos últimos capítulos


Valete de Copas (ao telefone): Olá! O que estás a fazer que  parece que acabaste de correr a maratona?
Calíope: Vim do Chiado à Bica e ainda subi dois andares em mini-degraus a pé!
Valete de Copas: Bica?
Calíope: Estou em Lisboa...
Valete de Copas: Queria pedir-te desculpas pelos malentendidos do fim-de-semana passado...
Calíope: Ok... Importas-te de me pedir desculpas quando eu não estiver a pagar roaming?

~
Valete de Ouros (de saída a calçar os sapatos e com ar de cachorro abandonado): Olha, tens a certeza que não queres ir comigo para o Japão?! [a partida seria no dia seguinte]
Calíope: Quero...
Valete de Ouros: Ainda tenho de acabar de fazer a mala e tu nem ocupas assim tanto espaço...
Calíope: Se for é para ir na bagagem de mão! No porão morreria congelada...

*É mentira. Nem uma familiazinha unipessoal mo pediu, mas não sabia como introduzir o assunto, nem tinha assim de repente mais assunto para encher chouriços...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Valete de Ouros vs. Valete de Copas

Rasgo, Braço-de-ferro

O Valete de copas fala (nas minhas soalheiras memórias) de aquisição de língua, da origem da linguagem, do volume dos cérebros, das sequências musicais dos pássaros.
O Valete de ouros surpreende-me com a recomendação de um curso de chinês (remember Tordesilhas?) e um convite para umas férias... para dar uso ao curso, claro está!

Valete de Copas: 0,5 (por simpatia e pela minha totozice)
Valete de Ouro: 1

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Small blind, a tentar acordar para a vida

Como o meu Valete de Copas ainda anda nestes preparos totós e como que em banho-maria, mudei de objectivo para esta mão.

Afinal, o póquer prende-se mais com um cálculo de possibilidades do que sorte. O meu projecto actual consiste num K-K-Q. Um par de reis e uma carta kicker, se for preciso tirar dúvidas, a saber, K(remnitz), o rei de espadas; K(refeld), o rei de paus e Thomason, a dama de espadas. Espero que chegue...

Se eu mandasse nas regras do meu póquer incluía as cartas dos jokers. E ao joker que me sairia seria atribuído o condão de bónus do tempo. A não ser, está claro, que eu tivesse o Valete de Copas na mão. Aí nem um Ás de Ouros teria valor :)

Adenda (02.Dez.) : Afinal ainda há um projecto ainda mais recente para a presente mão: dois pares: KKQQ. Ao anteriormente indicado acrescente-se a D. Poplack, a dama de paus.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Carta na manga

O Valete de Ouros está a dar cartas. Não sei se de propósito (sim, ando a dormir para a vida) ou sem querer.
O certo é que cheguei ontem.
E hoje levei com
- Um sms de manhã a dar-me as boas-vindas
- Um telefonema de tarde para combinarmos uma saída
- Um e-mail com um assunto criativo e 6 parágrafos a falar assim de temas em geral e de viagens em particular

E eu, grande totozona, agarro-me e insisto em requentar permanentemente meia dúzia de palavras emitidas em fuga, há mais de 3 semanas, por um Valete de Copas que se está a borrifar para mim.

Em 2011, gostaria de ter um espírito mais clarividente...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Blogonovela orientalizada

O Valete de Ouros volta esta semana do Japão e eu vou virar gueisha de pés pequeninos e dar-lhe umas colheres de chá ou sei lá o que é que as gueishas fazem.

Quanto ao amigo Valete de Copas, entre cinema, uns copos e uma almoçarada de domingo*, resolveu-se a situação e pôs-se um ponto final a estes episódios mal contados das últimas semanas. Maria Calíope ainda esticou a corda, o Valete vacilou, mas no fim não lhe deu abébias.

*Foi no domingo passado. Os episódios da blogonovela vêm necessariamente em diferido pois requerem sempre uns dias de digestão.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Check-raise

O Valete de Ouros não quer sair da mesa de jogo.

Eu mandei um email de 43 palavras .

Ele respondeu em menos de 24 horas com 439 palavras. Eu tive a preocupação de as contar: QUATROCENTAS E TRINTA E NOVE! Pior, faz jogos de palavras (adoro) com as minhas próprias palavras (o gajo sabe jogar)! E ainda pior, fala nas tais 439 palavras de arte, da minha tese e da minha próxima viagem, recomenda-me viagens e cursos de línguas(!), que ele próprio já fez porque ia para determinado país...Temas que, como o caro leitor está cansado de saber, me interessam grandemente. Só faltava discorrer um bocadinho sobre a carácter visionário de Afonso Henriques, mas acredito que lá no quadrante onde ele fez a primária, ensinaram Hochdeutsch mas escapou-lhes a fundação do Reino de Portucale.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Sequência lógica

A caminho de casa (à saída da praia) Maria Calíope recebeu um sms de um conhecido a perguntar-lhe se estava boa. O que é que ele foi perguntar... levou logo com a linguiça completa: o facto de ter ido nadar e lhe ter sido roubada a mochila, etc.etc. Desligado o telefone, Maria Calíope teve um flash back diante dos seus olhos. Precisamente o outro roubo de que foi vítima resultou numa conversa igual com um até então desconhecido, que se tornou rapidamente em conhecido e depois ainda passou ao nível do conhecimento bíblico. Acresça-se ainda que o desgosto amoroso daí obviamente resultante fez Maria Calíope ir parar a casa do Valete de Ouros, dando origem à grande batalha de Copas e Ouros entre Valetes na minha cabeça. O resto da história o caríssimo leitor já sabe. Assim se 100€ desencadearam esta sequência toda, acho que com os 15-20€ de hoje não passo de Duque de Paus!

Querem ver que isto ainda vai dar cartada?
Quem é que vê sempre o meio copo cheio quem é?

terça-feira, 17 de julho de 2012

Odd man out

Onde: Restaurante de peixe no Naschmarkt
Quando: Sábado ao jantar
Quem: Grupo de amigas (Maria Calíope era a novata trazida pela mão de uma das convivas)

Tema principal do jantar: Valete de Ouros (sim o ex-meu Valete)
Ponto de interrogação/ ponto de exclamação: Não faço ideia, mas todas o conheciam e a impressão não era melhor.
Reticências: Ninguém sabia que eu era a antiga namorada (tirando a amiga que me convidou e que se desfez em desculpas)
Dois pontos: Uff! Do que eu me livrei!
Travessão: Comi umas lulas grelhadas fabulosas!

Ponto final: Já há uns tempos - largos meses - que me apercebi que Valete ou Pai Natal diziam-me a mesma coisa e claro que me alegrei por isso. Mas o jantar foi a prova cabal dessas impressões. Tanta roupa suja e eu a ouvir imaculada pensando "hmm... não é nada comigo" e sacudindo a água do meu capote and I really meant it.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Mais arte...

 Van Gogh à procura de inspiração
 As primeiras obras de Miró
 A dúvida de Hopper

Este é o ano das ciências, mas eu continuo muito dada às artes, como vocês sabem, e fui ver hoje uma exposição de cartoons de Gerhard Glück a convite do Valete de Ouros. Parte da exposição era dedicada... à arte. Eu ri-me imenso, divirtam-se vocês também!
Depois de ver o Grito de Munch

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Ante

A montanha que Maria Calíope pulvorizou batendo as suas asas pariu um rato. O Valete de Copas atirou a bola para canto, jogando pelo seguro e não arriscando sofrer um golo eminente (e iminente também). Mas talvez ele não contasse com o facto de a Dama de Ouros saber de póquer, mas ainda mais das tácticas de futebol. O canto pode ser um mal menor, mas uma jogada de bola parada é sempre passível de ser (muito bem) preparada de antemão...

Aguardemos o sinal do árbitro!

Allan Cox, Jack of Hearts

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Mil posts

Believe it or not, temos 1000 posts aqui no Mergulhos!
E ainda bem que chegámos a este número ainda em Fevereiro :)

Melhor que isso só a grande cartada do senhor Valete de Ouros. Maria Calíope, qual gueixa dos pés pequeninos, esteve à altura dos acontecimentos com um belo par de pés e mãos geladas. Grande jogada!

Reparem na carta comemorativa que parece mesmo saída de um aquário de chá verde de arroz torrado.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Baralha e volta a dar


Estou para aqui a pensar que há precisamente um ano começou a aventura Valete de Copas que passado um mês e tal deu casualmente origem ao Valete de Ouros, que por sua vez passado um ano pouco me valeu.

As voltas que a vida dá, é o que vos digo...

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Concorrência


A concorrência melhora o produto, aumenta a competitividade e permite ao consumidor optar pela qualidade superior e pelo que melhor se adequa a si.

A concorrência acorda-nos para a vida, enquanto concorrentes, consumidores e até produto.

 A concorrência está aberta, ó Valete de Copas! Que entre em campo o Valete de Ouros!



Steph Roberts, Concurrence

domingo, 13 de março de 2011

Quem é visionária, quem é?

O estimado leitor ainda deverá ter vivo na memória alguns acordes dos tangos que eu ouvia avidamente na semana passada.
O que o dilecto leitor não sabe é que o senhor Valete de Ouros gostaria de aprender a dançar tango!!!

Nem o caríssimo leitor nem eu! Caiu-me tudo quando ele disse isso e eu só ouvia a ecoar na minha cabeça "Bingo!". Como é que eu poderia imaginar que o indivíduo que eu facilmente acreditaria ter aversão a pistas de dança me perguntaria com a maior naturalidade "Não conheces Astor Piazolla?"