A primeira ida a Laa an der Thaya puxou-me o lustro ao corpo, se bem se lembram. Hoje voltei a Laa ir e a minha alma agradece.
Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
120º momento cultural: Therme Laa
O meu domínio nas arte dos desportos de Inverno é mínima, se no esqui sou um autêntico trambolho, na patinagem sobre o gelo consigo descer a fasquia para o nível da nulidade. No entanto, safo-me bastante bem em ambientes aquáticos e por isso para mim desporto de Inverno passou a ser sinónimo de spa.
O programa na Therme Laa começou com um belíssimo pequeno-almoço. Eu, que sou/era tão piquinhas em relação ao que comer a que horas, dou por mim a comer ao pequeno-almoço combinações tão prováveis como: panquecas, papa de semolina com açúcar e canela, ananás, fastenmolke (nem sei explicar exactamente o que é, mas é qualquer coisa como sumo aleitado em versão de tempo de jejum), croissant com manteiga, café com leite, sumo de laranja e cenoura, figos frescos, pão de sementes de abóbora, ovo quente, salmão fumado e deve ter sido mais qualquer coisa que agora me está a escapar.
Segui para as massagens. Foi decididamente um faux pas. Depois das mãos abençoadas do Benjamin e de massagens de uma hora a 5-10€ na Ásia, claro que nem a qualidade e muito menos o preço da massagem "cara, pescoço e cabeça" me convenceu.
Próximo passo: sauna. Obviamente segundo os rituais nórdicos, o que significa toda a gente como veio ao mundo só que com mais carne, gordura e pêlos. Já estou familiarizada com esta tradição, por isso não me choca estar a partilhar o mesmo espaço com outras pessoas despidas, de qualquer modo: é estranho!
Acho que piquei o ponto nas saunas todas (a da montanha (90ºC), a bio (65ºC) e a finlandesa (90ºC)), aos banhos turcos, ao iglo (5º-9ºC), ao tanque exterior (15ºC), o jacuzzi interior. Sair do banho-turco e saltar para a piscina exterior ge-la-da, foi um semi-martírio, a sensação de sair de lá é incrível! Na sauna finlandesa houve creme de azeitonas (na 1ª ida) e creme de tremoços (na 2ª) e somos recomendados a estar 7-8 minutos a apanhar ar fresco, após o 20 minutos de sauna para o creme fazer efeito. Ar fresco significa mesmo ir para fora, no caso apanhar ar de -2ºC. Eu fiz isso claro e o efeito sente-se. Com azeitonas e tremoços, era só trazer um pãozito jeitoso e um vinhozito branco para acompanhar, que o surpreendente foi ninguém me ter dado uma trinca!
Apesar do ambiente meio estranho de um painel do Jardim das Delícias de Bosch, mas sem delícia nenhuma, tirando a própria sauna, aprecio mesmo muito esta prática. Enquanto estava lá sentadita a tentar não olhar formas e tamanhos, pensava que um tipo de actividade destas não seria bem imaginável em Portugal, muito menos em África ou na Ásia. Não sei, se calhar sou eu a preconceituosa.
Ainda houve uma passagem rápida pelas piscinas. Dois grandes highlights: 1) esta m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a piscina triangular com vista para uma extensão de neve e um sol de Inverno, que iluminavam o espaço de uma forma magnânima. 2) Na piscina anterior, uma espécie de espreguiçadeira embutida na piscina com jactos de água em toda a extensão. Só vos digo 10 minutos de puro prazer!
Se Deus nos dá limões, toca a fazer limonada! Se Deus nos dá neve em Março, 'bora lá para as termas!
O programa na Therme Laa começou com um belíssimo pequeno-almoço. Eu, que sou/era tão piquinhas em relação ao que comer a que horas, dou por mim a comer ao pequeno-almoço combinações tão prováveis como: panquecas, papa de semolina com açúcar e canela, ananás, fastenmolke (nem sei explicar exactamente o que é, mas é qualquer coisa como sumo aleitado em versão de tempo de jejum), croissant com manteiga, café com leite, sumo de laranja e cenoura, figos frescos, pão de sementes de abóbora, ovo quente, salmão fumado e deve ter sido mais qualquer coisa que agora me está a escapar.Segui para as massagens. Foi decididamente um faux pas. Depois das mãos abençoadas do Benjamin e de massagens de uma hora a 5-10€ na Ásia, claro que nem a qualidade e muito menos o preço da massagem "cara, pescoço e cabeça" me convenceu.
Próximo passo: sauna. Obviamente segundo os rituais nórdicos, o que significa toda a gente como veio ao mundo só que com mais carne, gordura e pêlos. Já estou familiarizada com esta tradição, por isso não me choca estar a partilhar o mesmo espaço com outras pessoas despidas, de qualquer modo: é estranho!
Acho que piquei o ponto nas saunas todas (a da montanha (90ºC), a bio (65ºC) e a finlandesa (90ºC)), aos banhos turcos, ao iglo (5º-9ºC), ao tanque exterior (15ºC), o jacuzzi interior. Sair do banho-turco e saltar para a piscina exterior ge-la-da, foi um semi-martírio, a sensação de sair de lá é incrível! Na sauna finlandesa houve creme de azeitonas (na 1ª ida) e creme de tremoços (na 2ª) e somos recomendados a estar 7-8 minutos a apanhar ar fresco, após o 20 minutos de sauna para o creme fazer efeito. Ar fresco significa mesmo ir para fora, no caso apanhar ar de -2ºC. Eu fiz isso claro e o efeito sente-se. Com azeitonas e tremoços, era só trazer um pãozito jeitoso e um vinhozito branco para acompanhar, que o surpreendente foi ninguém me ter dado uma trinca!Apesar do ambiente meio estranho de um painel do Jardim das Delícias de Bosch, mas sem delícia nenhuma, tirando a própria sauna, aprecio mesmo muito esta prática. Enquanto estava lá sentadita a tentar não olhar formas e tamanhos, pensava que um tipo de actividade destas não seria bem imaginável em Portugal, muito menos em África ou na Ásia. Não sei, se calhar sou eu a preconceituosa.
Ainda houve uma passagem rápida pelas piscinas. Dois grandes highlights: 1) esta m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a piscina triangular com vista para uma extensão de neve e um sol de Inverno, que iluminavam o espaço de uma forma magnânima. 2) Na piscina anterior, uma espécie de espreguiçadeira embutida na piscina com jactos de água em toda a extensão. Só vos digo 10 minutos de puro prazer!Se Deus nos dá limões, toca a fazer limonada! Se Deus nos dá neve em Março, 'bora lá para as termas!
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