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segunda-feira, 15 de julho de 2013

141º momento cultural: Djavan e Maria Gadu

O caríssimo leitor saberá o quanto Maria Calíope vibra ao som de Djavan - e nem vem o caso estar sozinha ou acompanhada - o atento leitor saberá o quão presente Djavan tem estado na vida de Maria Calíope, o querido leitor saberá o quanto Maria Calíope queria voltar a ver Djavan ao vivo. E foi. Foi bom, mas não foi fabuloso. Não foi inesquecível. Foi bom. Maria Calíope cantou, dançou, tirou fotos, fez vídeos, mas Djavan não cantou a Linha do Equador, Djavan não cantou o Infinito.
Na verdade Djavan começou a cantar quase quatro horas depois de Maria Calíope estar no recinto. Ok, que Maria Gadu não era exactamente era uma primeira parte, mas um concerto em si, mas subir ao palco à meia-noite, quando o concerto inicial deveria ter começado às 21:30?! Eu venho do centro da Europa, já não estou habituada a esses forrós pela noite fora. Mas eu fiquei até ao acender das luzes, muitos foram os que se foram embora ao fim de uma ou duas músicas. Claro que foram eles quem ficaram a perder, mas pronto, não me consola saber que o show em Belo Horizonte teve o mesmo horário.
Eram quase duas da manhã e eu cantei e dancei a Sina, num segundo encore, mas estava no meu limite. O homem fez o que lhe cabia, apresentando o seu novo álbum (Rua da Alegria) na primeira hora, sendo a segunda com êxitos mais antigos e por isso mesmo soube a pouco, a muito pouco e a ainda mais tarde. Uma boa surpresa foi um dueto com a Cuca Roseta, eu achei que resultou bem, a minha amiga não achou tanta piada... mas aqui fica ele.

domingo, 24 de março de 2013

1 mês - 2 negões

Garanto-vos que ainda ontem estava a pensar se devia ou não ir a Lisboa (ou comecei a considerar outra cidade mais próxima) ver o John Legend...
Entretanto acabei de receber um e-mail de uma amiga minha a avisar que o Djavan vai estar em Lisboa também.

Ainda não estou indecisa porque estou em transe! Aos anos que eu sonho em voltar a ver o Djavan ao vivo. Vi-o uma vez há uns bons trezentos anos e nem me lembro bem (sim, tanto ele como eu somos dinossauros). E o John Legend... aiii... assim que soube que ele ia estar assim em território europeu comecei a ginasticacar a minha agenda.

Tanto Djavan como John Legend serviram de banda sonora a TANTOS momentos da minha vida, mas tantos mesmo, uns melhores do que outros, uns mais felizes do que outros, mas uma imensidão deles. Mesmo assim, acredito que o meu computador já seja capaz de reproduzir a música de ambos sem requerer cd de tanto que eu os ouço.
Tenho de ir mesmo pois não é todos os dias que sai fumo branco da chaminé do Vaticano. Infelizmente não dá para combinar os dois, pois não posso ficar um mês inteiro em Lisboa... mas que um dos negões vai ter de levar com o ar da minha graça, isso vai! Vou olhar mais um bocadito para o calendário!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Regressado do mundo dos mortos


- Quem és tu, Romeiro?
- Ninguém.

Ninguém que me reavivou uma série de fantasmas e que me escureceu o semblante.
Queria que ninguém fosse ninguém, mas os fantasmas e o meu semblante carregado provaram-me que não.
Queria ir para casa, enrolar-me no sofá e adormecer assim triste e quieta.
No entanto, houve termos e condições que me pregaram à cadeira. Não sei se foram a minha tábua de salvação ou se foram um obstáculo para o meu plano de fuga.
Isolei-me no meu mundo com uns auscultadores, Djavan e o olhar perdido no ecrã dos termos e condições. Felizmente os meus dedos já traduzem de forma automática, pois a minha cabeça lembrava-se das histórias de Moscovo que nunca me foram contadas e de todas as cenas para as quais Djavan fez banda sonora e nunca soube.

Preferia que o Romeiro não tivesse voltado. Eu sei que o império caiu e não tem volta a dar.

sábado, 13 de novembro de 2010

O negão do momento III: Djavan

Djavan para sempre em geral e para hoje em particular.
Ando aqui a cantar coisas fantásticas entre SEs e SINAs. E radiante!
E agora vou pregar para outra paróquia, afinal hoje é dia de Saturday Night Fever!

sábado, 6 de maio de 2017

Sabes mentir

Há meses que só se ouve kizomba cá em casa... vá, afro-pop no limite. Hoje, depois da injecção do costume, apetecia-me ouvir outra coisa e lembrei-me de que já não ouvia o Djavan há muito tempo. Gosto muito de quase tudo, mas optei pelo Ária ao vivo e tropecei na minha música preferida desse álbum: Sabes mentir.


É sempre perigoso quando Maria Calíope vê a sua vida em letras de músicas, mas, mesmo assim, é sempre engraçado quando alguém canta as nossas inquietações e fantasmas.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Quintal da Música

Jantei um suriname com camarão* com a Lura a jantar na mesa do lado e havendo música ao vivo de um tipo parecidíssimo com o John Legend (mas em novo e giro) que cantava e encantava. Nunca me tinha ocorrido combinar mornas com caipirinha de maracujá, mas não só é um perfect match, como é uma combinação vencedora e estival. Soube-me mesmo a Verão e a férias.
Entre mornas que eu suponho serem famosas ainda houve Besame much, Sozinho do Caetano, Eu te devoro do Djavan e o que me fez cantar emotivamente: o Anel de Rubi do Rui Veloso.
Acho que deveria ter perguntado se faziam take-away ou pelo menos se dava para fazer um doggy bag do tipo + viola. Dar-me-ia muito jeito lá em casa.

Praia, às 12:20

*É mais ou menos como a paella com todos do Francis.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

1:23:46

Neste momento, podia levitar.... e para ajudar pus-me a ouvir isto.

Este homem dá cabo de mim... (não o Djavan que coitado já não tem idade para fazer bandas sonoras para corações pessegosos como o meu)

Estou com aquele ar de parva, mesmo que ele me tenha feito repensar no meu artigo todo. Eu agradeci-lhe ter lido e pensado nas minhas coisas e aproveitei para lhe prometer géneros em troca.

Aiiii - suspiro - às vezes também Maria Calíope é feliz. E às vezes é agora!

domingo, 27 de julho de 2014

Faltam 3 meses para os meus anos!

Nas últimas semanas tenho estado a pensar no que fazer nos meus anos... sim, improvisos e cenas em cima do joelho não me assistem, e já estava bastante convencida da ideia de ir passar o fim-de-semana a Itália. Há 10 anos que não vou convenientemente a Itália, por isso era mais do que altura de lá dar um giro e lavar as vistas! A cidade em si não estava escolhida, mas havia uma grande probabilidade de ir a Roma. Tudo muito lindo, tudo muito bom, até constatar há uns dias o que gosto de acordar com a All of Me do John Legend. (Não é só desta música de que gosto, como podem comprovar aqui e aqui). Daí a conferir as datas da digressão europeia dele foi um pulinho. No fim-de-semana a seguir aos meus anos ele estará em Bruxelas... e eu estou tentadíssima a trocar o fim-de-semana em Itália por ouvir aquele homem ao vivo. No ano passado, troquei-o pelo Djavan... Dúvida, dúvidas... É que se optasse por Bruxelas ainda ia ver o Museu Magritte, em Itália arriscava-me a perder-me de amores por um italiano qualquer e perder mais dois anos da minha vida atirada para um canto... First world problems, I know...

domingo, 14 de julho de 2013

E com vocês... Djavan e Maria Calíope!

"Flor-de-Lis" num dueto mais do que improvável lá no Oeiras Cool Jazz! 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Caleidoscópio

Confesso estar a estranhar o facto de estar a trabalhar para o meu doutoramento desde quinta-feira. Todos os dias mais uns pozinhos e até pensei que a coisa estivesse a encarrilar. Hoje de manhã deveria ter desconfiado por ter acordado suada. Pensei que tivesse dormido com roupa a mais, apesar dos 11ºC lá fora, e nunca me passou pela cabeça que poderia ser febre. Fui trabalhar e em pleno metro, os meus olhos transformaram-se em caleidoscópio (não foi bem assim, mas é uma imagem mais bonita). Pela primeira vez na vida, ocorreu-me voltar para casa e não ir trabalhar, mas se me desapoiasse de onde estava encostada, teria caído redonda no chão. Ao fim de 4 ou 5 estações consegui sair pelo meu pé e sem qualquer muleta. Depois de um café com leite e água com açúcar fui ao médico.
Acho que estudar faz-me mal. O médico tem outra opinião, está claro, e amanhã começo com um batalhão de análises e exames.

Fui dar uma aula para me rir um bocado e agora pus-me a ouvir Djavan que me anima sempre. E se consigo cantar a sequência maravilha (30:11-43:44) toda de cor e em plenos pulmões, não posso estar assim tão mal...
Tatiana Rangel

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Excentricidades

Acho que me estou a tornar numa excêntrica, mesmo não tendo ganho o Euromilhões - eu não jogo -.
Não só ir ver a Pink a Praga, como comprar e ler Kafka in loco, ir lá à Marks and Spencer e trazer porridge, bolachas de gengibre e batatas fritas com cebola vermelha e sauer cream. Receber Paçoquita e vernizes directíssimos do Brasil. Ir ver documentários moçambicanos em Viena ou ir ver o Djavan em Lisboa. Etc. Etc. Etc.
Tenho uma vida de luxo e não sei...

segunda-feira, 25 de março de 2013

Evangelizando os momentos culturais

Pai e mãe
Ouro de mina
Coração
Desejo e sina
Tudo mais
Pura rotina
Jazz...

Papai e mamãe sempre apoiaram todas as minhas ideias, todas, queria fazer agora uma ressalva qualquer, mas não me ocorre assim nada. No entanto, uma coisa é apoiar e outra é participar (que jeitão que me dava o verbo mitmachen). Porém, desde a nossa ida à Casa das Histórias, algo mudou (Quer dizer, aqui em Viena, eles iam sozinhos a concertos, sem requerem a minha presença...). Na semana passada, nem pestanejaram, quando eu comentei querer ir ver a exposição da Joana de Vasconcelos ao Palácio da Ajuda e agora também não torceram o nariz face à sugestão de irmos todos juntos ao Djavan.

Se eu tivesse mais alma pra dar 
Eu daria, isso pra mim é viver 

Já estou a imaginar a cena. Eu a cantar feita possuída e papai e mamãe a dançar entre os assentos como se estivessem em plena pista de dança. (Acreditem que não é força de expressão)

domingo, 25 de março de 2012

Vou repetir-me

(Djavan)

Sabes mentir
Hoje eu sei que tu sabes sentir
Um falso amor
Abrigaste em meu coração
Sempre a iludir
Tu falavas com tanto ardor
Dessa paixão
Que dizias sentir
Mas tudo agora acabou
Para mim terminou a ilusão
Hoje esse amor já findou
E afinal para que amar
Sempre a iludir
Tu beijavas com afeição
Sempre a fingir
Uma falsa emoção

Fez ontem 6 meses que deixei o jogo...
 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Olha quem já cá mora!

Eu já devo ter gasto as cópias do Ária deixadas por alguém de grande coração no youtube. A partir de hoje vou deixar de o fazer, uma vez que sou a feliz proprietária do CD Ária e do DVD Ária ao vivo do meu queridíssimo Djavan.
Uma vez que não encontrei os ditos com preços em condições em lojas locais, nem portes em condições de lojas mais fora de mão. Tive de ir à fonte. Eu não, mas um aluno meu foi de férias para o Brasil e claro que a professorinha sempre atenta, mandou-lhe um e-mail simpático a pedir uma gentileza. Ter alunos não é só aprender imenso com eles, é também chulá-los um bocadito :) (atenção que eu paguei o material e até dei uma gorja à pobre criança)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Onde é que há lojas de cds?


Ou lojas virtuais que não cobrem milhões de portes para a Áustria?

Ando deliciada a ouvir a Ária do meu negão de todo o sempre (desculpa Tito Paris, mas o Djavan já fazia bandas de telenovelas nos anos 80...) e gostava mesmo muito de ter o cd físico (nada de iTunes e essas coisas não palpáveis).

Oiçam este "Sabes Mentir" e derretam-se...