A vantagem de passar um Verão em Viena é que uma pessoa só se aborrece se quiser. Há sempre qualquer coisa a acontecer, há muitos eventos gratuitos, mais difícil é o tempo cooperar. De manhã esteve nublado, de tarde choveu uma meia hora. Mas às 8 da noite estava calor e dava vontade de estar na rua. Eram 8 e pouco quando chegámos ao concerto e claro que já tinha começado. Se estava marcado para as 8 era para começar às 8 e não às 8 e qualquer coisa. Ouvi Bauchklang pela primeira vez há um par de anos e na altura achei surpreendentemente bom. Quando os vi no cartaz da Popfest, nem pensei duas vezes. Ia vê-los a pagar de bom grado, sendo de graça a minha presença estava mais do que garantida. Gostei ao ponto de dançar como se estivesse em casa sem ninguém me ver. O que me vale é que o meu estilo de dança é muito estético e impressionista. Mas o que acho genial é haver imensos eventos destes: de qualidade, gratuitos e apelativos ao público. Karlsplatz estava apinhada de gente.
Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
terça-feira, 14 de junho de 2011
Reposição da verdade
Afinal o plano do fim-de-semana não foi nada daquilo que eu tinha estimado, ou seja, os meus post programados acertaram todos ao lado. Foi bonito o momento em que o Valete me diz para seguir as placas a dizer Praga e eu a pensar nos posts enganadores... Enfim.
Seguimos mesmo as placas para Praga ao som de hip hop local, bem bom por sinal, eu acho que era Syndrom Snopp, até chegarmos a Cesky Krumlov. E que delícia que é Krumlov, de certeza que os tipos que imaginaram a cidade algures há centenas de anos eram daqueles fãs militantes dos contos-de-fada. Tirando o sensor da casa-de-banho que devia estar colocado para pessoas de 2,10m e os espelhos para as meninas de 1,90m foi genial. Eu até queria fazer rafting ou canoagem com céu nublado e temperaturas abaixo dos 20ºC. E as casas do Schiele... Vamos voltar, já está combinado!
Daqui a 2 semanas há mais um feriado com direito a um fim-de-semana prolongado!
Seguimos mesmo as placas para Praga ao som de hip hop local, bem bom por sinal, eu acho que era Syndrom Snopp, até chegarmos a Cesky Krumlov. E que delícia que é Krumlov, de certeza que os tipos que imaginaram a cidade algures há centenas de anos eram daqueles fãs militantes dos contos-de-fada. Tirando o sensor da casa-de-banho que devia estar colocado para pessoas de 2,10m e os espelhos para as meninas de 1,90m foi genial. Eu até queria fazer rafting ou canoagem com céu nublado e temperaturas abaixo dos 20ºC. E as casas do Schiele... Vamos voltar, já está combinado!Egon Schiele, Krumau
Voltámos para a Áustria dois dias depois, lá para a aldeia perdida numa montanha qualquer e a banda sonora mudou: Bauchklang. É impressionante, especialmente se pensarmos que são austríacos! Era daquelas parvónias mesmo parvónias onde às 20h já não se servem jantares, nós acabámos de comer às 21h30 e obviamente fomos os últimos. Um passeio pela vila a essa hora ou às 3 da manhã só difere pela intensidade da luz, de resto o silêncio impera! Curiosamente a pessoa urbana que vive em mim até gostou e não se importava de ter ficado mais uns dias. De qualquer modo, até ter chegado literalmente a casa ainda tive direito a um passeio de barco.Daqui a 2 semanas há mais um feriado com direito a um fim-de-semana prolongado!
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