Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Atlas
Sinto-me enclausurada e com o mundo (pode ser o meu mundinho, mas é o que se arranja) nos ombros... assim de repente não me parece especialmente agradável.
segunda-feira, 7 de março de 2016
Z de...
sexta-feira, 13 de março de 2015
Procura-se tigre!

Como o querido leitor sabe Maria Calíope volta e meia vira Atlas e sente o mundo no seu lombo, não só por isso mas também por motivos de saúde frequento um centro de massagens chinesa regularmente. Há umas semanas, uma das chinesas ficou surpreendida pelo facto de eu não ter 25 anos e depois ainda mais com o meu estado civil...
Hoje conversa vai conversa vem, a senhora após conhecimento que eu sou nativa de cavalo no horóscopo chinês disse-me que este ano da cabra e o ano seguinte seriam óptimos para mim!
Se eu percebi bem o que ela me disse que me iria casar (agora não me perguntem se é biblicamente ou com papel passado) e às tantas a conversa estava a tal ponto animada que ela sacou de um livrinho e
deu-me o veredicto final: preciso de um homem tigre ou então um cão! Eu apontei os anos recomendados e mais uns conselhos, mas para a semana ela ficou de me dar mais umas anotações!
Caso se concretize, não posso esquecer-me de a convidar para a boda!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Recapitulação de 2012
Janeiro: Índia, com direito a palestras, entrevistas, photo-shooting, capa de jornal e claro está almoço grátis! A verdadeira incredible India para Maria Calíope.
Fevereiro: Berlim em gelo e mais uma palestra contagiante, afinal mesmo com graus negativos, Maria Calíope faz render peixe congelado.
Março: Um artigo publicado: da Alemanha para o mundo. Mais um acaso feliz: a directora da publicação estava na minha palestra porque queria falar com não sei quem, gostou do que ouviu e convidou-me para escrever; Um encontro casual que se tornou no caso do ano.
Abril: Ai Maria Calíope! Ai, eu não queria, não queria... faxina feita, lustro puxado: checked!
Maio: O momento do ano, quais palestras, quais artigos, qual Latin Lover, qual quê? Incomparável, impagável, irrepetível.
Junho: Erasmus numa universidade alemã e convidada de outra.
Julho: Muito Danúbio, muitas braçadas.
Agosto: PhD começa a ser escrito; Atlas, um encontro esperado e umas férias das Arábias
Setembro: Almeirim passou a ser sinónimo de boda de sonho.
Outubro: Eternamente desejado
Novembro: Massagens, acho eu...
Dezembro: O regresso da Escrava Isaura.
Além disto tudo, ainda houve tempo para tratar de mim. Não me recordo de ter ido a tanta massagem, sauna, hammam, spas como em 2012. Mais frequente que isso só as idas ao cinema. E que grandes filmes, vi este ano.
2012 irá ser recordado como o ano do preenchimento de lacunas passadas: 3 grandes falhas foram colmatadas e qualquer uma delas deixando o seu perfume no ar e um sorriso na memória de Maria Calíope.
Fevereiro: Berlim em gelo e mais uma palestra contagiante, afinal mesmo com graus negativos, Maria Calíope faz render peixe congelado.
Março: Um artigo publicado: da Alemanha para o mundo. Mais um acaso feliz: a directora da publicação estava na minha palestra porque queria falar com não sei quem, gostou do que ouviu e convidou-me para escrever; Um encontro casual que se tornou no caso do ano.
Abril: Ai Maria Calíope! Ai, eu não queria, não queria... faxina feita, lustro puxado: checked!
Maio: O momento do ano, quais palestras, quais artigos, qual Latin Lover, qual quê? Incomparável, impagável, irrepetível.
Junho: Erasmus numa universidade alemã e convidada de outra.
Julho: Muito Danúbio, muitas braçadas.
Agosto: PhD começa a ser escrito; Atlas, um encontro esperado e umas férias das Arábias
Setembro: Almeirim passou a ser sinónimo de boda de sonho.
Outubro: Eternamente desejado
Novembro: Massagens, acho eu...
Dezembro: O regresso da Escrava Isaura.
Além disto tudo, ainda houve tempo para tratar de mim. Não me recordo de ter ido a tanta massagem, sauna, hammam, spas como em 2012. Mais frequente que isso só as idas ao cinema. E que grandes filmes, vi este ano.
2012 irá ser recordado como o ano do preenchimento de lacunas passadas: 3 grandes falhas foram colmatadas e qualquer uma delas deixando o seu perfume no ar e um sorriso na memória de Maria Calíope.
domingo, 19 de agosto de 2012
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Elogio da Loucura
Ao fim de uns anos já percebemos todos o funcionamento da engrenagem.Desaba o mundo no lombo de Maria Calíope, que se assume como Atlas, injustiçado, tanto peso, da pele, tão pouca costa, tão fraca coluna e no meio de tanto nervo consumido eis que Maria Calíope pare qualquer coisa. (Desde que não nasça de mim um novo Cristo, dou-me por satisfeita, uma vez que o meu perfil não coincide com o de Virgem no altar). Foi assim que nasceu o plano Tordesilhas que posteriormente foi solidificado e continua em curso e foi assim que agora se gerou um outro plano. Ainda não tive tempo para pensar num nome para este plano, mas até arranjar um melhor, pode chamar-se Erasmus.
E parece que é dia de Nossa Senhora da Conceição, não é? O meu plano está decididamente abençoado! Não vá o diabo tecê-las, vou tapar os ouvidos, não vá aparecer o Anjo Gabriel por aí e estragar-me o esquema!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Peso nos ombros
O mundo voltou a rolar para as minhas costas. É cíclico. Já devia estar mais habituada. Mas não. Volta e meia e é isto.Acho que hoje teria preferido que me tivessem dado um tiro do que me perguntado como estou. Estou mal, obrigado, e prefiro não falar no assunto. Não respondi e fiquei com os olhos baços e a suster a respiração para que não houvesse nem som nem líquidos. Consegui quase todas as vezes. Houve uma, perante uma insistência, que me refugiei na casa-de-banho. Voltei impávida e serena. Desencantei uns auscultadores e o Rodrigo Leão fez-me companhia e evitou que mais perguntas me fossem direccionadas. Menos mal. Sobraram apenas as via msn que não poderiam adivinhar a minha mudez.
Pior do que pensar que as nossas opções de vida não foram as melhores é verificar que aquilo que julgávamos saber fazer é também uma nódoa.
Já disse isto aqui por outra ocasião, em vez de Atlas preferia ser o Apolo...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Canga

Não sei se sou eu que sou uma paranóica atordoada pelas suas próprias pre-ocupações ou então houve um espírito muito atribulado que se apoderou de mim.
Preocupo-me, consigo lembrar-me dos casos mais improváveis para empolar as minhas exaltações, custa-me a dormir e até sou capaz de ter pesadelos ligeiros...
Hoje sentia-me um autêntico Atlas... mas preferia ser um Apolo e levar o sol às pessoas, em vez de arcar com o peso do mundo nas minhas costas...
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