sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Os pães

A mãe e o pãe.

Os meus alunos são tão engraçado-criativos!

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Uns recebem subsídio de Natal

Outros recebem dividendos das suas publicações :)

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Rajada de vento

É preciso que uma ventania nos desarrume a alma para nos apercebermos do verdadeiro lugar das coisas. Às vezes o óbvio é invisível.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

A prenda de anos

Não faço ideia se nos anos passados tenho recebido prendas ou não, mas este ano reparei que não, tirando duas honrosas excepções (um par de brincos e uma carteirinha). Depois do dia de anos fabuloso, na verdade não precisava de mais nada, mas sabia que a prenda do macho Alfa viria duas semanas depois porque eu própria reclamara da prenda original (bilhetes para um baile) e depois fiquei com medo que a prenda efectiva fosse ainda mais ao lado. Digamos que eu também sou bastante picuinhas em relação a oferendas. A única coisa que sabia era que tinha de fazer a mala para o fim-de-semana com roupa quente e um biquini.
Fomos para a Eslováquia, para uma região de vinícola. Pelo caminho, o Alfa lá contou o plano de festas, e digo, caríssimo leitor, eu até teria sido capaz de adivinhar para onde íamos, mas todo o programa estava muito além dos meus sonhos. Íamos ficar numa espécie de casa de turismo rural e para essa noite estava previsto um jantar num restaurante com um menu de caça especial, que acabou por ficar para o dia seguinte), pois à hora que chegámos e com o frio que estava acabámos num restaurante local a comer hamburgueres e a beber vinho quente! No dia seguinte, era dia de termas e ficámos lá o dia todo. Como o Alfa sabe que nós estamos mal habituados (na semana anterior tínhamos estado em Blumau - que são as termas mais bonitas de sempre e há uns meses em Erding, as maiores termas do mundo), marcou massagem para a aniversariante - não fosse eu me queixar que só havia 2 saunas, 3 jaccuzis e um banho turco! Com o frio que estava - um ou dois graus - estar no jaccuzzi ao ar livre foi assim fenomenal, só faltaram a imensidão de estrelas que vimos na Murdeira (CV).
Saímos dali quais bifes tenrinhos e seguimos para o tal restaurante com o menu especial. Tudo muito lindo e tudo muito bom, mas o menu só estava em eslovaco e não havia uma alminha que falasse uma língua qualquer das 7 que falamos em conjunto. Houve um simpático cliente que nos recomendou os seus pratos preferidos, mas os empregados nem aí... Devemos ter ficado mais de uma hora a tentar ler o menu: eu com o google translator e o Alfa a instalar uma aplicação que traduz imagens com texto... valeu o esforço, a comida estava efectivamente boa. O irónico foi depois de termos pedido os pratos ter aparecido a pessoa que nos tinha recomendado o restaurante e que nos poderia ter lido o menu.


Domingo foi dia de passeio pelo bosque - pensava eu - o que rapidamente se tornou numa escalada em que eu parecia uma macaca com pés e mãos agarrada a pedras a pensar que ia morrer e que se não morresse matava o Alfa assim que chegássemos a terra firme e não inclinada. Não morri e também não o matei... A paisagem a imagem do Outono perfeito para mim, mas podíamos ter ido pelo caminho normal! Devia ter-lhe dado umas lambadas!
Voltámos ao restaurante do dia anterior. Já que conhecíamos o menu, tínhamos de dar conta de mais dois pratos! E foi uma boa decisão. Boa comida, boa companhia, boa conversa.
Possivelmente foi a melhor prenda de anos de sempre!




O cúmulo do romantismo

MC- Tive saudades tuas.
MA- Quando?
MC- (?!) Terça e quarta.
MA- Está bem.

... (e continuámos o que estávamos a fazer)

MC- Por isso é que disse que ia ligar-te.
MA- Ah! Eu bem achei estranho quereres falar comigo ao telefone.


(Pronto é o que temos)
(Isto foi há uns 10-15 dias)

domingo, 25 de novembro de 2018

Depois da bonança vem a tempestade

As nuvens avolumam-se e estão carregadíssimas.
Eu chovo...

sábado, 24 de novembro de 2018

Mousse de diospiro

Vi esta receita na televisão quando estava em Cabo Verde. Achei-a super simples e algo de que eu poderia gostar. Hoje no supermercado encontrei diospiros e como o macho Alfa vinha cá a casa jantar, achei que era boa ideia fazer sobremesa.
Como qualquer outra coisa que eu faça na cozinha foi tudo a olho (200g de mascarpone, 400g de diospiros, 2 claras em castelo, 50g de avelãs moídas). Na receita original, ainda apresentam mais alguns ingredientes - mas eu achei que não faziam grande falta. 
Ficou bastante bom, mas em vez de mousse eu diria que tem mais a consistência de um bavaroise (mas também pode ser por as minhas claras não terem ficado bem em castelo)... mas hei-de experimentar fazer a mesma receita com outros frutos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Epifania olfativa

Uma pessoa sai do escritório tarde especialmente se tratando de uma sexta-feira. Para desanuviar vai dar uma volta pela Black Friday... há meses que não compra um trapito - e na verdade não lhe falta nada - mas ver as modas nunca fez mal a ninguém. Maria Calíope resistiu a comprar um casaco de pelo verde da C&A e também a um vestido zebrado da Mango e não sei exactamente porque é que entrou na Rituals, mas em boa hora o fez. Entre chazinho e não sei mais o quê, Maria Calíope bateu os olhos na estante dos perfumes e como tinha tempo pôs-se a cheirá-los. Eu quase não queria acreditar quando um dos frascos me acordou os nervos olfativos e recordou-os do melhor perfume de Inverno de todos os tempos, que infelizmente foi descontinuado há anos, Sensi da Armani.
Este é o Poème d'Azar que para além do cheiro enebriante tem este nome tirado de uma história das mil e uma noites. Não é ipsis verbis o Sensi, mas tem aquelas notas quentes e aconchegantes que a gente precisa no Inverno. 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Alegrias domésticas

Fui à minha casa nova tratar de uns assuntos e o ponto alto foi ter descoberto que vai inaugurar um Lidl no fim da minha rua! :D Já me tinha questionado onde havia supermercados lá perto. Pronto assunto resolvido!

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Regras parvas

Gosto de planos, gosto de horários, gosto de regras. Acho que quanto melhor o tempo estiver distribuído mais coisas se podem lá encaixar e isso na minha vida não só é positivo, como fundamental. No entanto, imponho-me regras ridículas e arbitrárias, às quais depois não consigo escapar... por medo (?!?!?!). Parece absurdo, mas eis um dos meus dramas. Uso uma agenda em papel, que é praticamente o prolongamento do meu cérebro. Há 12 anos que a dita agenda é verde. Quase todas diferentes, mas todas verdes. E porquê verde? Não sei, mas entretanto o meu porta-moedas, porta-documentos e outros porta-coisas que tenho dentro da mala são verdes. Hoje fui comprar a agenda de 2019 e vi agendas giríssimas... mas não havia em verde. Senti-me tão ridícula a deixar a agenda de parte por ser azul, mas não fui capaz de quebrar esta minha tradição! Andei a ver se não havia uma perdida em lado nenhum e nada. Fui-me embora. Entrei noutra loja e encontrei várias candidatas a agenda verde 2019, entre as quais, a versão verde da tal agenda azul (a da imagem). A azul era muito mais gira, mas eu trouxe a verde (a da imagem). Não sei se é superstição ou só estupidez, mas pronto, pelo menos não dei para as drogas!

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Espírito ladrilhador

Dei por mim a fazer listas de azulejos!

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O dia dos meus anos

O dia dos meus anos é aquele dia que tem uma importância fundamental para mim. Este ano pelo facto de fazer 40 anos seria obviamente um marco. No início do ano eu disse que queria passar os meus anos com o meu corpo escultural num sítio fabuloso. Não contava ter companhia, mas enganei-me e muito!

Fui para Cabo Verde com o Macho Alfa e passei um dia muito longo e muito bom! Uma vez que estávamos num outro fuso horário, o meu dia de anos começou duas ou três horas antes da nossa meia-noite. Tínhamos saído do restaurante onde tínhamos ido jantar no dia anterior e íamos pelo pseudo-calçadão à beira-mar, quando o Alfa se apercebe que já passava da meia-noite em Viena (a pessoa que nem sabe a data do aniversário da mãe...) e me dá os parabéns da forma mais querida que eu poderia imaginar. O mote estava lançado para um dia fabuloso!

Mais tarde fomos a uma festa de kizomba, dar um pezinho de dança! Foi super divertido, dançámos imenso, apesar de estarmos meio cansados... mas para mim o ponto alto foi sem dúvida o Desejo Malandro do Euclides da Lomba! E o que é isto pergunta o confuso leitor. Trata-se de uma música de que eu não me lembrava sequer que existia, mas que eu sei de cor, que não ouvia há anos e que consequentemente nunca tinha dançado com o Alfa. Ali naquele clube de praia, dançámos e eu cantei a música do princípio ao fim e estava tão feliz que nem queria acreditar!

No dia seguinte, empanturrámo-nos de papaias ao pequeno-almoço e fomos à praia nadar. Nadámos imenso num mar maravilhoso de catálogo de férias paradisíacas. E eu efectivamente com o meu corpo escultural e o meu biquíni dos ananases! 

Durante o dia não houve assim nada de espectacular, mas à noite fomos jantar a um sítio, onde contávamos ter música ao vivo... mas afinal não. A banda que tínhamos visto no dia anterior fora reduzida a Djuka, o músico multi-talento com o seu órgão-maravilha. O restaurante estava às moscas... Mesmo assim, lá comemos petiscos locais e aproveitámos o facto de só haver mais duas ou três mesas ocupadas, para pedir ao Djuka para tocar músicas de que a gente gosta e rentabilizar o espaço/palco para dançar! Foi tão, mas tão divertido. Não era exactamente esse registo que eu tinha imaginado passar o jantar de aniversário, mas garanto que foi único!

Todo o dia foi único :)

Doces



E o dia amanheceu polvilhado de açúcar em pó!



(Já há neve por isso que venha o vinho quente! ) 

domingo, 18 de novembro de 2018

Pés no chão (202)



É sempre uma delícia presenciar o Outono em Viena, mesmo quando tenho ideias parvas como usar aqueles saltos vertiginosos só para ir ali jantar, e já na ida estar a arrastar-me pela rua... Mas que as sandálias são giras, isso são :)


sábado, 17 de novembro de 2018

Svaty Jur

É a resposta!

Svaty jur, às 22:33

Pés no chão (201)

Estes pezinhos de Cinderela são meus e este chão maravilhoso é nada mais nada menos que o consultório do meu médico. Há chão bem bonito aqui em Viena é preciso é olhar para baixo!

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Partindo para o desconhecido

- Leva roupa quente.
- Roupa quente para meia estação ou assim mesmo frio?
- Roupa quente, Maria Calíope! 
- Mas quantos graus? 
- Entre 7 e - 3...
- OK. 
- E leva também um biquíni! 

Pronto. É tudo o que sei. 

Pés no chão (200)

Isto tem sido uma desgraça, ainda não tive oportunidade de vos contar o que aconteceu nos meus anos, fotos de Cabo Verde nem vê-las e nem preciso puxar muito pela memória para me lembrar que ainda devo aos queridos leitores fotos de Malta... Pois, o meu aniversário este ano teve um formato completamente inesperado e parece que a partir de hoje os festejos continuam! Por isso, estimados leitores, vão-se entretendo com uns pés no chão (aqui em Milão) que eu vou ali celebrar e já volto.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Dia ganho

Acabada de chegar ao escritório, Maria Calíope ligou o computador, passou em revista o daily business e seguiu para a cozinha tirar um café. Enquanto o café saía e não saía aparece-lhe uma cara conhecida à porta:
- Olá Maria Calíope!
- Roberto! O que fazes por aqui?
- Eu já nem sabia onde era a nossa sala... Tive de perguntar...
- Estás a viver em Viena outra vez?
- Hmm... vamos ver...
- Queres um café? Temos uma máquina nova com uma série de opções...
Ele tirou o café, eu já tinha o meu e fomos para a nossa sala, enquanto trocávamos mais dedos de conversa. Eu já não via o dito colega (nem ele a mim) há uns 5 anos, mas nunca fomos próximos.

- Maria Calíope! O que se passa contigo? Tu estás mais nova!
- ?!?!!? Quê?!?!?!!?
- Pareces mais nova! Estás mais magra! Estás óptima! O que andas a fazer?
- Oh! Muito obrigado... Acabei de fazer 40 anos, portanto era mesmo isso que eu precisava de ouvir!

E pronto. Sou uma fácil... mas fiquei radiante e fiquei com o dia logo ganho.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

A 3ª década

Nas vésperas de fazer trinta anos, pareceu-me fazer sentido um balanço da década que estava prestes a terminar. Parece-me que agora deveria fazer o mesmo flashback de outra dezena de anos que foi fabulosa.

2009
- O início da dança do ventre
- São Tomé

2010
- Boavista
- O início da saga tese

2011
- A ascensão e a queda de um castelo de cartas. (Diarreia eterna ao Valete!)
- Tango
- A minha vida dava um filme indiano - depois de estar sozinha em Hong Kong/Macau, também fui sozinha para a Índia.

2012
- Fui capa do Herold Times Goa
- O meu primeiro artigo publicado
- Il bastardo...
- NKOTB

2013
- A viagem pelo sudoeste asiático

2014
- As pazes com o Brasil
- Escrevi a entrada para um dicionário (se correr bem é este ano que sai)

2015
- Eu é que sou a Dr.phil.! (e o meu pai, a minha mãe e a minha tia estiveram cá a assistir)
- Dançar tango em Buenos Aires e molhar os pés no Pacífico
- A segunda universidade no meu cv.

2016
- As voltas que Paris nos dá
- Campeã da Europa :)
- A volta ao mundo do Atlântico Norte
- Virei tia e publiquei um livro!

2017
- Adeus Pai!
- E a vida deu uma volta - felizmente eu pu-la a rodar para o sítio certo - voltei a dançar
- As kizombadas em Zagreb, um corpo escultural e morangos
- O garanhão sueco e adeus preconceitos!

2018
- Dançar, dançar, dançar, kizomba, kizomba, kizomba e o Macho Alfa
- 40 anos em Cabo Verde a dançar e a nadar com o Macho Alfa :)
- A minha nova casa
- E o ano ainda não acabou :)


Estranhamente (ou talvez não) o que mais me recordo dos meus anos são precisamente as minhas viagens, pontuadas com um ou outro acontecimento. Para a próxima década, quero repetir a dose... e em melhor, claro está!

domingo, 11 de novembro de 2018

Coisas que já fiz com 40 anos e que nunca tinha feito antes

- Andar a cavalo (na praia)
- Andar de moto-quatro
- Andar de boleia

(Uma amiga minha diz que os 40 são os novos 20...)

sábado, 10 de novembro de 2018

Foi numa manhã de nevoeiro

Que o macho Alfa deixou Maria Calíope conduzir o seu automóvel.

No fim (uns 70 kms depois com direito a nevoeiro cerrado em autoestrada, estradas com obras e ruas de uma faixa mas para 2 sentidos) teceu um comentário do género "não é que conduzas mal, não, mas falta-te alguma finesse".

Só pode! Depois de arrastar tanto avião devo ter incorporado alguns jeitos de camionista. Se calhar podia conseguia a carta de pesados por equivalências! 

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Então eu fui para Cabo Verde e não voltei a falar crioulo?!

Eu não... já o Macho Alfa, well, falar não fala, mas canta... e ainda antes de irmos pediu-me que lhe traduzisse a letra do No Tenta do Khali - a mim, a pessoa praticamente native speaker de crioulo!

E a letra tem tudo a ver :D (há quanto tempo Maria Calíope não via a sua vida escrita em canções?!)


Ma bo kum kre
Construi nha vida é bo kum kre
Bo é nha rainha td gent sabe
Kond ta luta pam dob td kbo merece(kbo merece)
Ma bo kum kre viaja na mundo
Vive ma bo cada segundo
Tont lugar pa conxe tont cosa kno pode fz sno tenta
Tenta
Tenta
Tenta
Tenta
Manera kno pode sabe sno ka tenta
Tenta
Tenta tenta
So k tenta
Um sabe ja bo foi maguod pa ot alguem
Ma lembra passod é passod mi é diferente
Ka kre fzb sofre um kre so levob ma mi
Onde ka tem ninguem pode separa nos dos
Ma bo kum kre viaja na mundo
Vive ma bo kada segundo
Tont lugar p conxe
Tont cosa kno pode fz
Sno tenta
Tenta
Tenta
Tenta
Tenta
Manera kno pode sabe sno k tenta tenta
Tenta
Tenta
Tenta
Sno k tenta
Tenta
Sno tenta...
Tenta tenda
Sno tenta...
Manera kno pode fz sno k tenta
Tenta


(A outra que ele canta recorrentemente é uma bachata manhosa: "Me emboracharé por tu culpa!")

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

No banco

Gestor da minha conta: blablabla fundos blablabla riscos blablabla euribor blablabla e outros assuntos que tal..
Maria Calíope (atenta a tudo): hmm hmm, hmm hmm (eu acho que estou a perceber tudo mas na verdade não sei... quem me manda vir ter conversas sobre produtos bancários?).


Uma hora depois o gestor da conta procurava uma caneta para esccrever umas adendas nuns papéis acabados de imprimir e como eu tinha estado a assinar umas coisas tinha a minha caneta em cima da mesa. Passei-lha num piscar de olhos.

Ele pega na caneta e profere uma interjeição de entusiasmo ou outra coisa qualquer.
Maria Calíope: Pois, é um pouco pesada...
Gestor: Mas escreve muito bem... É com canetas destas que a gente vê a porcaria de canetas que nos dão aqui no banco.

(Era uma Montblanc)

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Aos 40 anos

resolvi ser sopeira! Passei a tarde e a noite toda a ver reality shows... (quais emails por responder, quero lá saber da universidade, impostos para pagar pfff amanhã também é dia, mala por desfazer e roupa para lavar amanhã também é dia).

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

As últimas 24 horas

17:00 - Praia
18:30 - Jantar romântico ou o mais parecido que se arranjou
20:00 - Piñas coladas
...
22:00 - Aeroporto do Sal
02:00 - Ainda estávamos no aeroporto sem notícias do nosso voo que deveria ter partido uma hora antes. Felizmente tínhamos um jogo para nos entreter.
...
8:00 - Pequeno-almoço em casa (Lisboa)
10:00 - De volta ao aeroporto a correr.... ah que agradável o voo de ligação está atrasado e acumula atrasos vários. Continuámos a jogar o nosso jogo!
16:45 - Aeroporto de Budapeste
18:00 - Ainda algures em Budapeste
19:45 - A passar a fronteira austríaca
21:20 - Em casa (Viena)

domingo, 4 de novembro de 2018

Pés no chão (199)

E mais Victor Emmanuelle!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Natação diária

Sal às 11:40

Pés no chão (198)

Continuamos nas Galerias Victor Emmanuelle... num chão muito mais bonitinho!

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Pés no chão (197)

E voltamos a Itália, mais precisamente a Milão e ainda mais precisamente às Galerias Victor Emmanuelle.