Ando aqui numa maratona de leituras para acabar um artigo e a estas belas horas saiu-me esta bela pérola, salvo erro, de Salmon Rushdie... com direito a resposta: coisas inacabadas. Estou a citar de cor por isso pode ser que seja ligeiramente parecido ao que acabei de escrever. Seja o que for, faz todo o sentido, não só para o meu artigo, mas também para a minha vida em geral, a conclusão do autor do texto (que não Rushdie), as coisas têm de ter uma boa morte e serem bem enterradas para não darem azo a rastos fantasmagóricos.
3 comentários:
Apoiado!
Aprendi isso da pior forma...
Deixar pontas soltas e portas abertas às vezes não é nada saudável...
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