terça-feira, 3 de julho de 2018

Dancing under the stars

Já estava com ar de cachorro abandonado desde domingo e nem as duas dezenas de penáltis do Espanha - Rússia e do Dinamarca - Croácia me animaram. A minha fase de professora banana continua e ao ver colegas meus a arrancar canetas das mãos de alunos e não os deixar escrever nem mais uma linha porque o tempo da prova tinha acabado com os miúdos em lágrimas ainda me fez sentir mais bananificada. O meu regresso à dança oriental não se deu porque o curso foi cancelado e a cereja em cima do bolo: o meu senhorio resolveu aumentar a minha renda como nunca...
A vontade de me deitar no sofá diante de um jogo de futebol qualquer a comiserar-me era muita, mas a alternativa era ir dançar a céu aberto no Canal. E fui. E ainda bem que fui.
Não sabia que havia aula prévia, por isso só fiquei a ver mas ainda apanhei o pôr-do-sol. A partir daí foi sempre a subir. O meu parceiro de dança chegou e não parámos até me passarem as neuras todas! Quem dança seus males espanta, não é o que eu ando há meses a dizer? Que bela ideia dançar ao ar livre numa noite de Verão. E que belo parceiro desencantei.

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