segunda-feira, 26 de março de 2018

Woman vs machine

Com o final do contrato de telemóvel a terminar, Maria Calíope protelou até à última a ida à loja da entidade em causa com o objectivo de prolongar o seu contrato e escolher um aparelho novo. As idas a este tipo de estabelecimento comercial são sempre penosas e ela sente-se sempre um boi diante de um agente imobiliário que quer impingir um palácio e mais um sem número de mordomias. Desta vez, já fui munida com a informação do telemóvel que queria. E as coisas lá correram dentro da normalidade, notando com certeza o agente que eu não estava a perceber nada do que ele me estava a dizer da memória e píxeis e processador e não sei o quê... O momento em que eu emiti opinião foi quando expliquei que o meu telemóvel não tem memória suficiente e possivelmente onde quase se sentiu um rasgo de entusiasmo foi diante da pergunta "Quer em preto ou em dourado?". Tirando isso neguei-me a todos os serviços, seguros, protecções, extras bonificados, meses experimentais e um par de botas que me ofereceram. Estranhamente a palavra "grátis" não exerce o mesmo poder sobre mim que um cartaz a anunciar 70% de desconto... mas resultado: sou agora proprietária de um apalhómetro dourado! Viva o luxo!

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