sexta-feira, 2 de março de 2018

Eloquência alheia

Vi-me reflectida no espelho do Impontual. Não era comigo, mas serviu-me como uma luva, o que é de se louvar, pois é difícil arranjar luvas que me sirvam na perfeição. Era isto que eu queria dizer (de uma forma mais tosca) e que eu não conseguia explicar e muito menos articular em palavras, por isso, passo a citar:



Entretanto vou sair para dançar a ver se afugento os meus fantasmas.

4 comentários:

Mafalda Oliveira disse...

Também um dia sonhei dançar. E sonhava repetidamente até ao dia em que disse que bastava de sonhar.
Parecia magia ou um conto de fadas, mas o sonho concretizou-se. Pode ter sido coincidência. Eu quero acreditar que foi o destino que nos juntou.

Calíope disse...

Bem-vinda aos Mergulhos, Mafalda! Dançar é um bálsamo para o corpo e alma, ninguém me convence do contrário!

Impontual disse...

Eu, pés de chumbo me confesso: se se pode andar também se pode dançar.

Obrigado pela referência.

Abraço.

Calíope disse...

Caro Impontual, também é para isto que servem os blogues: encontrar as palavras que nos faltam! Por isso eu é que tenho de agradecer!