sábado, 17 de fevereiro de 2018

Gerir expectativas

Já vim há uma semana de Trinidad e ainda há coisas por tirar da mala, por isso não reclame, querido leitor, ainda não haver fotos nem relatos acerca do assunto. Trinidad foi uma experiência muito diferente do que estava à espera. Quando Trinidad e Tobago me passaram pela cabeça, eu só sonhava com praia, sol, sol, praia, água quente, palmeiras, papas, descanso e umas piñas-coladas. O facto de lá ir trabalhar não pertubou nem um mílimetro a minha ideia, antes pelo contrário, poder dar aulas é sempre uma mais-valia para mim... No entanto, essa imagem começou a desmoronar e vou saltar propositadamente todo o processo burocrático, que foi tudo menos fácil... ou rápido. Apesar de todos os atrasos e dificuldades, lá fui eu.
Foi a primeira vez que fiz uma viagem com duas escalas e não me posso queixar. Um voo de 7 horas faz-se bem, depois uma pessoa dá uma volta por um aeroporto qualquer e enfia-se noutro voo por mais meia-dúzia de horas. Londres e Toronto foram as escalas. E preferi as duas escalas a 14 horas de voo... como de Buenos Aires a Frankfurt, que foi dos voos mais penosos de sempre.
Trinidad não é especialmente bonito, nem turístico, ... mas eu fui lá trabalhar, remember?, por isso não deveria ter abordado a viagem como se fosse de férias. Mas uma pessoa pensa em Caraíbas e não consegue pensar noutra coisa, certo? Até porque nunca tinha ido às Caraíbas.
Mas resumindo a ópera, o melhor da viagem foi:
- as minhas aulas TODAS!
- a ida a Tobago, nadar no mar e apanhar sol
- a orquestra de steel pan
- o safari de pássaros

Bom, nos próximos dias haverá mais!


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