sábado, 6 de janeiro de 2018

Propósitos 2018

Gosto do número do número deste ano. O 8 é um infinito de pé e eu até gosto que as coisas estejam em ordem, até o infinito! 2018 já assim à partida tem muitos ingredientes que o podem tornar marcante. Fez 15 anos que vivo na Áustria, vou fazer 40 anos (e muitos amigos meus também) e vamos ter prendas familiares no Verão, portanto logo assim sem pensar muito já há motivos para ser um bom ano. De qualquer modo, o que seria de mim sem pensar em objectivos concretos para o ano que agora começa!

Desejos gerais

Saúde: é a prova de que estamos a ficar mais velhos quando a primeira coisa em que se pensa é saúde para a minha família, para mim, para os meus amigos.

Trabalho: tenho aquela lotaria premiada de fazer muitas coisas de que gosto e ser paga por isso. Por isso é continuar a ser flexível e criativa para conseguir gerir todas as minhas tarefas e tentar ter uma vidinha além trabalho.

Propósitos concretos:

- Fazer desporto (em qualquer modalidade existente ou inventada por mim) para chegar aos 40 com o corpo escultural que nunca tive! Vá lá que só faço anos no final de Outubro por isso tenho margem de manobra.

- Ler, pelo menos, um jornal austríaco por dia (o gratuito do metro não conta).

- Dançar muito (e eventualmente bem).

- Passar os meus anos com o meu corpo escultural num destino fantástico. Não preciso de festa e desconfio que não terei companhia, por isso vou ter de desencantar um programa de festas unipessoal mesmo fabuloso. Pode ser que saia a rifa do Japão, mas praia também podia ser uma alternativa a ter em conta.

- Ser mais arrumada - é uma reciclagem do ano passado, eu sei, mas talvez insistindo consiga chegar lá. Vamos concentrar-nos este ano em papéis e roupa. Parece-me um objectívo exequível.

- Comprar uma casa - resolvi em 2017 que só vou comprar uma casa que cumpra TODAS as minhas condições, caso contrário, fico onde estou porque estou muito bem. Se estou a ser criteriosa e picuinhas, sim estou, mas custa-me a dar centenas de milhares de euros por uma coisa de que goste apenas de forma sofrível e que me vá alterar as rotinas.

- Um gajo - 2017 deu-me duas lições ou três: 1) há muito peixe no mar, 2) continua a haver homens que me cativam, que me interessam e que me encantam, 3) não acredito em homens, mesmo naqueles do ponto 2. Posto isto e com um pé atrás, eu tenho fé que em 2018 hei-de encontrar um gajo em condições - pode ser até LL -  mas desta vez é para o prender ao pé da cama. O plano B são os gajos errados, mas com esses a gente já sabe do que a casa gasta.

- Não me deixar vencer pelo medo - não ter medo do desconhecido, seja ao conhecer pessoas, seja a embarcar para destinos pouco prováveis, não ter medo de ter vergonha, de dar um passo em falso nem de falhar.

- Dar tempo ao tempo - não querer apressar as coisas e saber desfrutar do dolce fare niente (isto é praticamente contra natura mea).

Para o ano acertamos contas!

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