segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Noches calientes


Acabei de receber este postalito da minha mãe... Sim, afinal também ela sabe que as temperaturas cá de casa vão subir... mudou a hora, é Inverno e a gente liga os aquecimentos!!!

Giro, giro, foi a minha mãe já me ter desejado noites calientes em 2012 ao som de La Bamba... Este ano foi kizombada o que me saiu na rifa, mesmo com os sombreros dos mariachis.

A minha mãe não existe...

domingo, 29 de outubro de 2017

E como foi o teu dia de anos, Maria Calíope?


Dancei, dancei e dancei


(E ri-me. E fui feliz! E é isso que me vou lembrar deste meu aniversário, que fui fazer anos a Tallinn e dancei kizomba durante horas!
O spa, o jantar, as passeatas vão perder-se nas teias da memória, agora a festa não...
A festa fi-la eu!)

sábado, 28 de outubro de 2017

Freak magnet XXXII - Especial Tallinn



- You look very hmm nice...
- I look hmm what?!
- You look damn hot! :)



Pronto já valeu a pena ter feito 39 anos! Previsões de subida de temperatura e altas pressões porque agora eu sou...  trópico-caliente! Ahahahhahahaahha!
Cuidado para não se queimar, querido leitor!

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Bebé grande

Eu e o meu pai tínhamos em comum um gosto enorme de fazer anos. Não sei qual de nós se alegrava mais com o seu próprio aniversário ou com o do outro.
No dia dos meus anos, o meu pai contava sempre que quando eu era pequenina e ele me perguntava quem fazia anos, eu ficava meio envergonhada, meio a rir, meio tímida, punha um dedo no ar e dizia: "Sou eu!" e ele ria-se sempre e eu também!

Parabéns a mim! :)

Programa de festas:

- Acordar linda e maravilhosa numa cidade nova
- Pequeno almoço de hoteeeeeelllllll
- Spa, massagens, sauna, banho turco e tudo a que eu tenho direito
- Passeiozinho ou qualquer coisa, se entretanto não adormecer
- Jantar num restaurante premiado
- Workshop de kizomba
- Dançar, dançar, dançar


Podia pedir mais alguma coisa?
Sim. Ser tudo regado a champanhe!
Tenho uma vida de luxo e eu sei disso!

Vim parar aqui

Não estava à espera de um tapete branco para a minha chegada...



Tallin, às 00:35

Sim, aqui já faço anos :)

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Piadas na pista de dança

O espírito crítico, aguçado e cómico da minha mãe fazem com que eu não seja mais do que uma sombra. Se há pessoa que me conhece melhor que ninguém é a minha mãe - mesmo que todos os episódios de bolinha vermelha lhe estejam vedados - acho impresionante como a minha mãe nos conhece, a mim, aos meus gostos, às minhas possíveis atitudes e reacções. (Já nem me lembrava disto).  Estando em forma, a minha mãe é imbatível e intui coisas inacreditáveis.

A propósito de uma festa de kizomba a que fui na semana passada:

Calíope: Não sabia que precisava de me inscrever na festa... A I. ligou-me a perguntar se o tinha feito e o que tinha posto no campo "par".
Mãe: Eles não têm táxis, lá?
Calíope: Não sei... A I. perguntou se podia pôr o meu nome como par dela!!! 
Mãe: Ahahahahahaha depois dançam as duas... ou então tu arranjas um Uber!
Calíope: Ahahahahahah!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Bailando

Como é que há quatro anos aliciei o acompanhante mais desejado da altura para ir sambar comigo para o Rio e passado este tempo todo dou por mim a sugerir precisamente à mesma pessoa ir comigo a um Baile de Máscaras, daqueles ao estilo veneziano... Só espero é que ele saiba dançar!
Eu não tenho juízo, nem memória... está visto! 

(Bom, se não for LL, desencanto outro... afinal voltei a cantar o Poderosa e os gajos fazem fila à minha porta... ah não, implementei um sistema de senhas, é isso!)

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Conversas soltas XXXV

Blablablabalabla
Gajo: Mas tu deves ter uma série de pretendentes atrás de ti, não?
Calíope: Claro que sim. Tenho uma fila à porta de casa... por acaso agora até implementei um sistema de senhas para eles não ficarem assim todos ali!
Gajo: Ai é? Então qual é o meu número?
Calíope: Oh meu amigo, eu não trato da burocracia! Faço o controlo de qualidade!
Gajo: (perdido de riso) Então onde é que me inscrevo para me fazeres uma vistoria!
Calíope: Estás hoje cheio de sorte, não?
Gajo: Até agora não me tem estado a correr mal...
Calíope: Em inglês chama-se "winning streak"
Gajo: Pois... sorte... e eu também activei o meu factor charme!
Calíope: (perdida de riso). Isso! Charme e cabelo ruivo... Imbatível!
Gajo: Só sais com ruivos?
Calíope: Sim. Tinha de ter algum critério. Chamo-(v)os a todos de "Cenoura" e assim nunca me engano nos nomes!

(Depois ainda quero que as pessoas me levem a sério...)

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

367º momento cultural: Lura

Uma das coisas que mais gosto em Viena - além das outras mil - é a oferta cultural que a cidade tem todo o ano.
Na semana passada fui ver a Lura - qual é a probabilidade de ir ver uma cantora cabo-verdiana aqui? Pois... Gostei muito, mas a seguir tem de vir o Tito Paris e o Nelson Freitas... Isso é que era! :D (Ahahahaha voltei a ouvir kizomba, está visto!) Quando me surgem estas oportunidades, eu raramente deixo-as escapar.
O concerto foi uma animação pegada, do princípio ao fim, a Lura é uma simpatia e canta e mexe-se de uma forma impressionante! O público aderiu e cantava e dançava! Era coladeiras, era funanás, era batucadas e sei lá mais o quê de Cabo-Verde!
Eu achava que numa hora o concerto estava despachado. Pouco faltava para as duas horas de concerto quando ela abandonou de vez o palco!

domingo, 22 de outubro de 2017

Dança terapêutica

Voltei a dançar kizomba, depois de três meses e meio. Voltei a ouvir kizomba depois de mais de dois meses. Estava muito relutante em fazê-lo porque temia que com a música viessem memórias felizes daquilo que vivi e mais ainda daquilo que poderia ter acontecido. Recusei a ouvir kizomba aqui por casa porque sim, para não evocar fantasmas passados. No entanto, a minha vida voltou a cruzar-se com um festival de kizomba... e eu não assobiei para o lado! Foi lá em Graz e eu dancei que dancei. Tropecei em alguns passos e continuo a ter dificuldade com as vírgulas, mas diverti-me imenso e acima de tudo exorcizei os meus fantasmas (espero!). Para a semana volto a dançar!

(Depois daqueles passitos iniciais ilustrativos, a figura protagonizada por Maria Calíope foi como esta, claro está! Ahahahahah!) 

Conversas soltas XXXIV

(Esqueci-me completamente da existência desta rubrica... e poderia ter enfiado aqui tanta conversa. Vamos recuperar o tempo perdido, não se preocupe, querido leitor!)

LL ligou-me ontem assim do nada...

LL: Gostas de filmes italianos?
Calíope: Depende do filme... (Olha afinal tinhas razão era mesmo o tempo de Kurz [era um dos slogans das eleições] só ainda não percebi se isso é bom ou mau para nós.
LL: Palhaço. Claro que é mau, ele vai coligar-se à direita...
Calíope: Há tantas possibilidades de coligação, temos de esperar para ver. Qual era o filme? Manda-me o link
LL: Palhaço. Já disse.
Calíope: Ahahahahahha! Eu pensei que estivesses a chamar ao outro! Esse não é um remake de um filme de terror qualquer?
LL: Sim...
Calíope: Não, não vejo filmes de terror. Tens mais sugestões?
LL: Não. Eu desconfiava que tu não havias de querer ver...
Calíope: Então para que é que me vens perguntar se eu não quero ver um filme que à partida já sabes que eu não vou querer ver... por motivos de saúde!
LL: Motivos de saúde?!!
Calíope: Eu já durmo pouquíssimo, se vir um filme de terror não consigo pregar o olho!
LL: (perdido de riso)
Calíope: Vá, tenho de ir às compras, mas quando vier, logo faço uma pesquisa de filmes em condições!

sábado, 21 de outubro de 2017

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

A última coca-cola do deserto

O deserto é daquelas minhas fantasias mais antigas. Imagino o deserto como um espaço de tudo e nada. A imensidão de vazio. E isso fascina-me. Quando estive efectivamente num deserto não pude cumprovar todas as minhas ideias, mas aquele encantamento não se esvaneceu.
Nunca me tinha apercebido que qualquer coisa tão extrema me pudesse seduzir, na verdade sou uma pessoa bastante moderada e não tenho apreço especial por pólos nem por qualquer tipo de radicalismo. O deserto escapou-se-me na peneira dos meus gostos e foi deixando um rasto na minha vida do qual só agora me apercebi.
Durante anos e em diferentes fases da minha vida, identifiquei pessoas que muito me agradaram e que, na minha perspectiva, muito se compatibilizavam com as minhas medidas. A raridade dessas ocasiões fazia-me tomar medidas excepcionais. Um dia não são dias... e pessoas deste calibre não se podem desdenhar. Sem ter muita consciência desse facto, coloquei-lhes o selo da última coca-cola do deserto, e de forma ainda mais inconsciente sujeitei-me e condicionei-me, considerando tratar-se de um bem maior, pelo qual valia o passo atrás para os dois à frente no momento seguinte. O momento seguinte que nunca chegou e os passos atrás que se foram acumulando.
Consigo olhar para trás, reconhecer a minha ingenuidade e assumir as minhas responsabilidades, mas só agora consigo ver os erros que cometi. Não há coca-colas no deserto... e se houver, não é só uma! A concentração num único recurso fez-me agarrar-me a ele com unhas e dentes, não considerando sequer a possibilidade de poder haver mais recursos a explorar. A partir daí tudo tinha para correr mal.
Agora tudo é diferente e dispersar a minha atenção é meio caminho andado para conseguir avançar. Afinal, a concorrência sempre fez bem à lei do mercado.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Fuso horário

À conversa ao telefone com uma amiga em Portugal por volta das 18:00

- Desculpa, não te consigo ouvir bem... estou no metro.
- Ah! Ok eu ligo-te depois...
- Não dá que eu vou agora a um concerto.
- Ok, mas então eu ligo à noite ou vais sair?
- Eu estou a sair... Aqui já é noite!
- Ah!

Uma hora de diferença de fuso horário e todo um mundo que nos separa!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Declaração de IRS

Depois de estar a explicar todas as despesas que tentei incluir na minha declaração e de ele fazer a previsão de quanto eu vou pagar (sim, tenho sempre de pagar mais... salvo erro nos últimos anos só uma vez é que recebi dinheiro... segundo o meu contabilista é muito bom sinal, porque se pago mais é porque ganho mais... - eu nunca me deixei convencer por esta lógica - continuo a achar que pago impostos por mim e por mais dez), o meu contabilista fecha a aplicação das finanças e diz:

"Então e conte-me lá por que sítios giros esteve no ano que passou!"

Em 30 segundos, tínhamos aberto o mapa de Cabo Verde e eu estava a explicar o que significava crioulo...

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Preferências

No outro dizia aqui que o meu pai não teria gostado muito de eu ter adquirido uma televisão Panasonic, quando a sua marca de eleição era a Sony. Alimentando esta sequência de pensamentos, desatei-me a rir, pois pior que as televisões seria se alguma vez aparecesse em casa a conduzir um Audi ou um BMW... Carros alemães, sim, mas só Mercedes, caso contrário deserdar-me-ia!

(Já faz nove meses...)

domingo, 15 de outubro de 2017

Eleições na Áustria

Eu só acompanhei a recta final, por isso escapou-se-me toda a dirty campaign - supostamente foi a campanha mais suja de todo o sempre austríaco. Voltou a ganhar o centro-direita coisa que não acontecia há largas décadas. O que me surpreende não foi isso, mas o facto de ter sido um indíviduo com 31 anos ter conseguido carregar o partido todo e conseguido ganhar aos pontos tanto a socialistas como à extrema-direita. No entanto, vai precisar ou de uns ou de outros para formar governo... Bin gespannt, como diria em alemão. (Não faço ideia do que vai ser deste Chanceler - o miúdo de 31 anos - já tinha achado má ideia, ele ter sido Ministro dos Negócios Estrangeiros aos 28... mas gabo-lhe a coragem).

Continuo a manifestar a minha indignação pelo facto de não poder votar na Áustria. Mas hoje soube que os estrangeiros residentes não são os únicos que não podem votar. Escandalize-se o caríssimo leitor, todos os membros da antiga família real/imperial, os Habsburgs, estão proibidos de votar na Áustria! Não fazia ideia disto... Pior, pessoas "plebeias" que casem com um Habsburg perde o seu direito de voto... Caiu-me tudo! Se a antiga família real não pode votar, os estrangeiros nunca terão esse direito...

sábado, 14 de outubro de 2017

Grão a grão

Não sei se o querido leitor estará preparado para a envergadura do momento que se segue...
Maria Calíope nas suas compras semanais encontrou pela primeira vez em quase 15 anos de vida austríaca grão-de-bico enlatado no supermercado!!! Foi um momento tão inesperado quanto grandioso que Maria Calíope açambarcou logo duas latas e decretou um menu temático para a semana que se avizinha. Sopa de grão, salada fria de grão e não sei bem mais o que se pode fazer com grão, mas hei-de descobrir! (Não me digam humus, que isso eu já compro feito no supermercado).

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Plasma

Comprei a minha televisão quando vim para esta casa lá nas calendas de 2005. Tinha vivido dois anos sem televisão e não lhe senti a falta, mas na altura, no espaço de dois meses, tinha mudado de casa e começado num emprego que me obrigava a estar oito horas ou mais diante de um computador, por isso não queria chegar a casa e fazer mais do mesmo. Só me parece que foi há duas eternidades e meia porque me lembro perfeitamente de hesitar comprar um modelito com vídeo (VHS) incluído... porque poderia querer eventualmente ver filmes ou não sei bem o quê (é que nunca tive filmes em VHS). Acabei por escolher o modelo sem vídeo. Era uma televisão pequena mas perfeita para as minhas ambições (só para terem uma ideia, o ecrã do meu portátil é maior que o da televisão), uma vez que raramente vejo televisão.
Agora regressada a Viena, queria ver os debates das legislativas e quando liguei a televisão, apercebi-me de que não funcionava. Houve uma mudança qualquer na transmissão do sinal que deixou de ser compatível com o meu televisor.
Nem pensei duas vezes, decidi comprar um aparelho novo e... moderno. Vou poupar-vos todo o processo de escolha, encomenda e levantamento do aparelho. Como deve imaginar o querido leitor, o nível de exigência de Maria Calíope é rasteirinho no que toca a tecnologia (depois compensa noutros departamentos) por isso basicamente qualquer coisa que comprasse ia ser melhor do que o meu televisor antigo.
Ontem estive a montar e a sintonizar o animal. O meu problema é abrir frascos, sintonizar televisores não é igualmente a minha especialidade, mas com certeza que descalçaria a bota. E descalcei mesmo! Fiquei radiante quando consegui - não foi obviamente à primeira... (também não li as instruções...) na base tentativa-erro. O meu pai ia ficar tão orgulhoso de mim que iria relevar eu ter comprado Panasonic em vez de Sony, mas diria entredentes que já devia ter comprado um televisor maior e plano há mais tempo.
Para a estreia, fiquei a ver o debate entre os dois favoritos na corrida a Primeiro-Ministro austríaco!

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Vaidade

Sergey Solomko, Vanity


Mão-de-obra especializada para puxar o lustro. Está tudo a brilhar.

domingo, 8 de outubro de 2017

366º momento cultural: Happy End

Tentei ver o último filme de Michael Haneke, Happy End,  na sexta e uma pessoa que estava duas pessoas à minha frente conseguiu o último bilhete. Voltei para casa. Sábado voltei ao cinema e nem havia fila para a bilheteira... "Desculpe, a sessão está esgotada!". Pois... Eu ainda fiquei por ali a tentar arranjar um plano B e foi o tempo suficiente para ouvir "Há um único bilhete restante! Se alguém estiver interessado, dirija-se à bilheteira!". Eu ainda estava ocupada a falar com o meu plano B e só quando esse plano foi à vida, fui à bilheteira ver se ainda havia o dito bilhete! Azarucho para as pessoas que vão ao cinema com companhia e estavam na lista de espera: o bilhete ficou para mim.
Se o querido leitor se lembra, Maria Calíope a-d-o-r-o-u o Amour/Liebe e teve o prazer de encontrar o sr. Haneke uma vez no metro, que foi uma simpatia, por isso a curiosidade de ver o seu novo filme era bastante. Além disso a crítica era bastante boa - eu deveria ter suspeitado...
Bom, o filme relata uma crítica à sociedade burguesa actual e à sua superficialidade... É-nos apresentada uma família meio patchwork, meio disfuncional aos farrapos. Se calhar é de mim, mas eu não liguei logo os farrapos uns aos outros. Só o fimzinho, quando o pater familias se identifica como o senhor do filme Amour, é que o filme ganhou algum interesse para mim. O final também foi bastante bem conseguido... mas de resto, well... Agora penso, que belo título: Final Feliz! :)

sábado, 7 de outubro de 2017

Do caos vem a ordem - parte 2

Consegui encomendar uma televisão - foi penoso e só vou comprar mesmo porque o mamutinho fofo que tenho cá em casa não é compatível com novas tecnologias e deixou de funcionar - para compensar o meu esforço marquei uma viagem! 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Do caos vem a ordem

Estava para aqui a desesperar para conseguir marcar um voo para um destino familiar sem ter de embarcar no porão, nem empenhar três ordenados e vender um rim e meio fígado para ir... para casa. Os sacrifícios que uma pessoa faz... ainda não comecei a vender órgãos, mas os meus nervos já estão todos consumidos. A certa altura uma pessoa sente-se num mercado asiático onde está a bater o pé por meia dúzia de cêntimos. Ultrapassei em 22 euros e 16 cêntimos o limite que estipulei para este tipo de voos, apesar de toda a minha flexibilidade, jogo de cintura e disponibilidade para voos com escala. Paga a conta e prestando atenção às datas... dei por mim a organizar uma festinha! Sem querer, já tenho lista de convidados e local :)

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Cálculos

Algures no Verão quando comecei a perspectivar o novo semestre, ocorreu-me que este ano tinha perdido mão do razoável, que tinha exagerado na dose e abusado na carga de trabalho que me tinha posto no lombo. Que eu sou workaholic toda a gente já sabe, mas o que é que eu hei-de fazer, não acho que o meu trabalho seja trabalho-trabalho porque me dá imenso gozo e como sou exímia a tornar os meus horários em puzzles de mil peças, vou acumulando mais uma aqui e outra ali... Um dos meus problemas é ter alguma dificuldade a dizer que não (que agora já está muito melhor), outro é achar que sou capaz de fazer tudo e ainda mais um problema, pensar que mais cedo ou mais tarde consigo tirar um proveito maior do "sacrifício" actual. (Well, até ver já digo que não ou pelo menos bato o pé por melhores condições e tudo o resto tem-se verificado: tenho conseguido fazer quase tudo o que quero e tenho tirado partido de todo o meu investimento laboral de alguma forma).
Bom, mas dizia então que algures no Verão pela primeira vez achei que tinha calculado mal o meu tempo e que este semestre ia ser mesmo muito puxado... Pois, o semestre começou esta semana e eu já tive de fazer algumas piscinas, mas hoje voltei para casa por volta das 5. Ontem estava de tarde em casa...
Afinal enganei-me nos cálculos sim... mas foi por baixo! Ainda conseguia fazer mais um  part-times, um curso intensivo de árabe e um workshop de dança bharat natiam! :D 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Proactividade


Foi durante muito tempo o meu nome do meio. Queria, arregaçava os braços e 'bora lá. No que dependesse de mim estava resolvido. Umas vezes ganhei, outras perdi, mas é como tudo na vida.
Todavia parece que deixei de usar a minha proactividade há uns anos... para me ajustar mais ao meio ou tentar qualquer coisa diferente. Os resultados não foram melhores.
Não sei se entretanto voltei à casa de partida ou se caí em mim, o certo é que com a bagagem que fui acumulando, resolvi voltar a envergar o meu nome completo com todas as características nele implícito. Se proactividade faz parte da minha essência não tenho de fingir que sou de outra estirpe.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Regresso às aulas

Na edição deste ano lectivo do regresso às aulas, fui dar uma cadeira nova, numa faculdade nova e com imensos alunos novos. Hoje tinha tantos alunos diante de mim como mais do que total de alunos que tive no semestre passado... em duas faculdades! No joke. E havia de tudo como na farmácia: 13 nacionalidades, gémeos, crianças nascidas em 1998, etc.!!!
Face às novidades que já previa, fui em versão hard-core, ou seja, saia de cabedal preto, casaco de domadora de circo, saltos, unhas e batom vermelho. Apresentei as regras do jogo e espero tê-los assustado um bocadinho. Eles não abriram a boca. E eu, claro, obriguei-os a falar!
A aula foi sendo dada e de repente já estava eu na minha praia - esquecendo-me que não devia rir, nem fazer piadas - adorei! Esqueci-me também que não queria falar com os alunos em alemão para os deixar menos à vontade. Só depois é que reparei que sem querer dei a minha primeira aula (aula mesmo a sério com alunos reais) em alemão (não faz ideia o querido leitor a dimensão que isto tem para mim).
Saí da sala radiante! 
(E eles vão sair do semestre a falar português)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Tigre branco

Estávamos a falar de tigres e outros felinos.

- E além disso o que te faz ronronar?
- Depende do sítio e da hora...
- Ah! Eu estava a referir-me aos hobbies...

(ahahahahahahahahahahaa desde quando é se ronrona num hobby... desconfio que há todo um mundo que desconheço ahahahhahahahahah)

Wollen wir...?


domingo, 1 de outubro de 2017

Meu querido mês de Outubro!

Depois do regresso em grande do Outono, eis que chega outro senhor tão ou mais desejado que o Outono. Outubro está de volta e eu rejubilo! Outubro é o mês por que mais eu espero o ano todo, mesmo que nos últimos anos (décadas) tenha sido palco de grandes desgostos, dissabores e outros amargos de boca. Altas expectativas, quedas ainda maiores. Eu assumo as minhas culpa e liberto Outubro desses karmas (ou simplesmente mau planeamento da minha parte). Este ano será diferente! Não há expectativas, por isso não haverá quedas. O que vier é lucro!
O Outono começou em grande e por isso em Outubro vai ser sempre a subir (eu disse que não havia expectativas?! ahahahhahaha) Outubro nunca me falhou e este vai estar ao rubro!

7 dias em Estocolmo e 7 fotografias

 Cheguei a Arlanda e dei com esta frase em Alemão: "sou um cidadão do mundo, sinto-me em casa em qualquer parte". Não me identifico a 100%, mas digamos que revejo-me em muitas das letras...

Estocolmo tem água por todos os lados e isso faz com que a cidade seja tão mais simpática. Apanhar o barco para ir ali parece exótico, mas faz parte da rotina de uma série de pessoas!




Cidade velha

A rena que eu montei :)

Estilo sueco!