quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ma res

Sou eu...

E não há audácia, nem fortuna, nem boas intenções. nem preces ao Santo António que me valham.
Tenho o que mereço (ou melhor não tenho o que acho que mereceria) e agora já percebo porquê.
Foi preciso voltar ao Algarve 8 anos depois numa constelação familiar nova para perceber que afinal não sou tão boa pessoa como me achava e, pior, não sei contornar isso.

5 comentários:

Ana A. disse...

Eu ajudo-te a esconder os corpos!

Borboleta disse...

Ser boa pessoa é relativo :) faças o que fizeres, só não sejas apanhada!

Calíope disse...

Ana ;) se calhar dava menos trabalho uma macumba e uma viagem de ida para umas ilhas fixes. Eu posso tratar da viagem, tens connections para a macumba?

Borbi, até pode ser, mas às vezes preferia não ter consciência.

Boop disse...

Acho que já senti isso...
Muda o contexto e novas perspectivas surgem não se sabe bem como nem de onde é o mundo ganha estratificações diferentes.
E a família... Ah a família.... A única ordem mundial que consegue com que os nossos alicerces vacilem... Ahahahah
Mas é momentâneo!
Voltará tudo ao normal!

Calíope disse...

Boop, voltei à maravilha de uma casa em silêncio. Só precisava disso. Nem a trovoada e a chuva lá fora me incomodaram. Quando voltar a Viena, se calhar, até lanço foguetes!