segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Summer-sunset-wedding


Surpreendentemente decidido há pouco mais de mês e meio. Festa pequena mas muito simpática e com uma decoração muito bonita. Eu fiquei sentada entre o primo noivo e o primo alemão, que supostamente me adora pois na festa portuguesa do seu próprio casamento, segundo consta, só eu é que falei com ele!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Ma res

Sou eu...

E não há audácia, nem fortuna, nem boas intenções. nem preces ao Santo António que me valham.
Tenho o que mereço (ou melhor não tenho o que acho que mereceria) e agora já percebo porquê.
Foi preciso voltar ao Algarve 8 anos depois numa constelação familiar nova para perceber que afinal não sou tão boa pessoa como me achava e, pior, não sei contornar isso.

domingo, 13 de agosto de 2017

Peso morto

Pedi várias vezes à minha mãe que me deixasse levar o carro, para não ser ela a conduzir o caminho todo entre Lisboa e o Algarve. Já sabe o querido leitor que Maria Calíope não tem espírito de taxista, mas era o mínimo que podia fazer.
A minha mãe sai-se com: "Oh filha, não... Tu não conheces bem o carro. É melhor não... Tu ainda deixas o carro ir abaixo... Eu levo o carro sem problemas."
Eu tipo peso morto avisei/ameacei que para a próxima venho de avião para Faro.
Hoje a minha mãe lembrou-se de me dizer que tirasse o carro da praia e o levasse para Albufeira e ainda tive de o estacionar num parque!
Auto-estrada não pode ser que eu não conheço o carro, agora no meio do trânsito, rotundas e ruas mal amanhadas não há problema nenhum... Pfff....

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Empress of the night



Em Lisboa :)

Se calhar o Mergulhos precisa de umas férias... (ou a minha cabeça)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Atlas

Aquela altura do ano em que eu me sinto tal e qual Atlas nunca tinha calhado no Verão, se não me falha a memória... Temos novidades este ano então...

Isso e apresentações em pps à laia de de cartão de aniversário. A surpresa parece que resultou.

Estou tão cansada. Preciso de colo... deve ser isso.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Comédias românticas

No outro dia, ouvia um programa qualquer de rádio onde o Pedro Mexia resumiu o enredo de todas as comédias românticas em meia dúzia de palavras. Era qualquer coisa como "a formação de um casal apesar de todas as peripécias e contratempos que vão sucedendo ao longo do filme". Dito isto desta forma parece a coisa menos romântica de sempre, mas não deixa de ter o seu pragmatismo. Nos últimos tempos (ahahahah desde Maio) que ando a pensar neste tipo de enredo. No caso era mais de telenovelas, mas no fundo, a comédia romântica acaba por ser uma telenovela muito compactada.
Já fui grande consumidora tanto de umas como de outras e por isso tenho alguma base de apoio para tecer algumas considerações e (pior) tirar conclusões aplicando-a à minha vida... (Bom, o que é que eu não aplico à minha vida).
Com efeito, entretém-me o pensamento achar-me personagem de um filme e quando há banda sonora na rua, é mesmo tiro e queda, mas estava a dizer, ser a personagem de um filme é uma ideia que me é cara, pois é engraçado pensar que há um espectador que já está a ver o filme todo, apesar de ainda irmos nas cenas iniciais. É engraçado participar em não sei quantas tropelias e arquitectar outros tantos planos só para preencher a condição de que terá de haver peripécias e contratempos para que se complete uma hora de filme... Tantos filmes que eu vi em que a protagonista moveu montanhas, mas no fim conseguiu o seu objectivo - apesar de todos os obstáculos e vontades agrestes - e conquistou o queria. Não acredito em finais felizes, mas acredito em acasos felizes que podem resultar em caminhos felizes, mesmo que tenham cascalho de vez em quando. Eu continuo a protagonizar o meu filme e no fim espero get the boy!
Amanhã há mais uma cartada.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Macau e as gambling evenings

Não foi a primeira vez que Maria Calíope esteve em Macau, como o querido leitor estará lembrado, mas o encantamento, que já da outra vez não foi muito, conseguiu reduzir-se. A viagem até se fez estranhamente bem, mesmo com 12 horas de voo, não sei quantas tempestades na Europa, a viagem de barco e o aviso de tufão. No entanto, aquele clima dá cabo de mim! Saí de Viena com o cabelo liso e sedoso, ao entrar no hotel em Macau o meu cabelo já tinha algumas semelhanças com um ninho de ratos... até ao fim da minha estadia só piorou. Eu achava que o clima era o factor que mais me aborrecia na Ásia - especialmente a mudança térmica entre dentro e fora de portas - até me ter confrontado com problemas de comunicação. É terrível! Não vou discorrer muito sobre esse assunto, mas uma ideia que tinha a marinar na minha cabeça e que iria averiguar in loco foi logo abortada. Viver em Macau não é para mim. A conferência correu bem. Encontrei muitas pessoas conhecidas, muitas pessoas conhecidas encontraram-me, talvez tenha sido por isso que pela primeira vez em 6 anos não tenha dado um único cartão de visita... (mas agora o whatsapp faz maravilhas, verdade seja dita). Não fiz um brilharete com a minha comunicação, mas também não passei vergonha.

O que gostei mais de Macau foi o mesmo que da outra vez: os casinos. Não consegui ir ao novo Parisian com muita pena minha, mas fui a outros tantos (o Wynn, o Casino Lisboa e o City of Dreams) onde joguei e não perdi tudo. É engraçado que me lembro de ter jogado umas fichas no Venetian da outra vez meia a medo por recear pôr a minha relação estável em jogo! (Tanto bullshit numa frase só, meu Deus!) e joguei e perdi e achei que teria um happy end com o homem do Báltico. Foi end foi e logo 2 semanas depois do meu regresso!
Desta vez achei que não teria nada a perder. O homem dos Balcãs?! Não é meu, por isso não o posso perder... por isso, 'bora lá fazer fortuna em Macau! Como disse, joguei e ganhei alguma coisa - o mais correcto será dizer que não perdi tudo - o que na minha lógica me dá algum alento para esta possível não-relação onde me encontro encalhada.
O curioso foi reparar na reacção das pessoas em geral (=meus colegas) sempre que fazia menção de querer ir ao casino jogar. Era como se dissesse que era toxicodependente... tanto preconceito, não estava nada à espera. O jogo pode ser um vício muito danoso e garanto-vos que sei disso muito bem, mas desde que haja peso e medida não há por que temer. Eu também bebo e não sou alcoólica, certo? Por isso, para o jogo é a mesma coisa. À partida o dinheiro para jogar é o que se pode perder. O que vier é lucro! Easy!



sábado, 5 de agosto de 2017

Musiquinha de Verão para uma manhã de sábado



Os relatos das viagens, fotos e respectivos momentos culturais estão para breve... 
Tende paciência! Entretei-vos a ver o vídeo.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Desarmada

- Umas vezes és um doce e depois outras pareces mais seco do que um bacalhau. Precisas de água para adquirires o sabor na íntegra...
- Que bela formulação. Mas eu sei o quanto tu gostas de bacalhau!
- Ahahahahahahahhaha! Muito bem jogado, sim senhor!

(tradução livre)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

HK - VIE

- Quer tomar alguma coisa?
- Um vinho branco, uma água com gás... e um gin tónico.
[pode ter sido impressão minha mas acho que a hospedeira fez um ar meio perplexo]
- Possivelmente não vai passar cá mais vezes com bebidas, pois não?

A vez seguinte deve ter sido umas 10 horas depois. Bebi uma sprite!

O serviço da Austrian já foi bem melhor...

Estou de volta!