sexta-feira, 30 de junho de 2017

Entre letras e estátuas em Paris

Esta foi a 4ª vez que fui a Paris e não me lembro de ver inscrito em paredes várias o lema da Revolução Francesa
 
Mas como o querido leitor sabe, o que me fez pegar em mim e ir, foi ir dançar um bocadito ao som de Nelson Freitas ao vivo. O Djodje veio como brinde!
 
Aproveitei a visita para ir ver Rodin fora da sua casa habitual. Como já contei aqui, adorei a exposição. E no post ali debaixo anunciei o reencontro com o Ciclo da vida (Ivan Mestrovic).
 
É necessário desconfiar das palavras, pois é, mas para quem vive delas não há tábua de salvação. E cá está a prova que Maria Calíope, efectivamente, acendeu uma vela ao Santo António. Não é que acredite em santos, mas o Santo António já leva o selo de meu amigo imaginário há anos, por isso poderia ser que me desse uma mão... e já que estava ele próprio ali à mão, mal não iria fazer. Não sei exactamente o que lhe disse na altura, mas deve ter andado à volta do esclarecimento da minha cabeça - como ela se torturou em Paris, caro leitor, chegou a ser penoso - , se fosse hoje a acender pediria presença de espírito, alegria, resistência e fé.







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