domingo, 11 de junho de 2017

351º momento cultural: Nelson Freitas no Olympia

Desde que soube que o Nelson Freitas ia actuar a Paris fiquei com pulgas no rabo... Paris é a um pulinho daqui e calhava num fim-de-semana... estava mesmo a pedi-las! E, já sabemos, Maria Calíope é uma fácil quando se trata de fruir a vida! Já tinha visto o Nelson Freitas uma vez e foi tão divertido que achei que valia a pena repetir o prazer em Paris! E lá fui eu!
Sempre imaginei que o Olympia fosse uma sala maior ou com um ar mais impressionante... se calhar, as salas de concertos aqui de Viena habituaram-me mal. De qualquer modo, nos últimos anos, comecei a preferir concertos em salas mais pequenas por isso foi perfeito!
Aqui na imagem parece lotado, mas no sítio onde eu estava não parecia assim tão cheio.
Eu e o meu amigo parisiense fomos para a plateia, porque menina Maria Calíope queria dançar. O pobre coitado que me acompanhou não sabia assim tão bem ao que ia... e no fim disse-me que tinha gostado de umas 5 músicas das 15? 20? cantadas. Já, Maria Calíope estava nas suas sete quintas: cantou, dançou, tirou algumas (poucas) fotos, cantou e dançou ainda mais. Ser feliz é isso, não é?
O concerto não foi all that no sentido em que a entrada do Nelson Freitas em palco não foi nada de especial, não houve verdadeiramente uma grande produção, mas o facto de estar a consumir aquela música toda ao vivo é toda uma outra experiência! Eu queria era cantar e dançar e não ver um espectáculo pirotécnico, por isso foi mesmo fixe. Mas falando em fogo-de-artifício, se calhar até houve... quando o Djodje subiu ao palco! Oh! Que alegria! :D Em Fevereiro não fazia ideia quem era, em Maio já o vi duas vezes ao vivo! Beware of what you wish for, Maria Calíope! E desconfio que ele seja o próximo a tocar em nome próprio no Olympia. Até o Nelson Freitas deu a dica!


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