sexta-feira, 21 de abril de 2017

Coisas que nos pertencem mesmo antes de as encontrarmos ou a hiperportugalidade entre emigrantes

Troquei os óculos Tom Ford por um Ana Aragão, como já tinha anunciado ao querido leitor. Mas só agora é que o trouxe de Lisboa. A história já se vem escrevendo há uns quatro anos e estou muito contente por concretizar mais uma ideia minha*. Queria ter um quadro dela na minha casa nova. O certo é que a casa ainda está para vir. Maria Calíope é esquisitinha, já se sabe, e tem dificuldade em bater os olhos no que quer que seja e gostar. Por isso quando gosta, é logo para agarrar. Já cá morava comigo o Babel e agora veio este fantástico Biennale di Veneza.

*Gosto muito de saber que as minhas palavras, mesmo que em pensamento, não são ocas, e que cumpro aquilo a que me proponho, ainda que possa demorar.

2 comentários:

Ana A. disse...

Acreditas que sonhei com ela esta semana?
Com aquele extraordinário tapete que ela desenhou!

Calíope disse...

A sério? Não sei qual é o tapete de que falas... Manda-me o link, sff!