sábado, 22 de abril de 2017

344º momento cultural: José de Almada Negreiros - Uma forma de ser moderno




As idas a Lisboa costumavam ser recheadas de momentos culturais e gastronómicos. Nos últimos tempos houve um curto interregno, mas desta feita voltaram as comezainas recheadas de histórias picantes e regadas de um vinho fresco. Fui e aprovei o Bastardo e o Café Buenos Aires. Era para haver cinema e teatro, mas fica para a próxima. No entanto, fui ver a exposição de José Almada Negreiros na Gulbenkian com a minha mãe, que me disse que já não lá ia desde... o meu baptizado (4 de Março de 1979)!
A exposição é enorme e estava bastante gente para um dia de tarde a meio da semana. Eu não conhecia muito além dos auto-retratos, dos retratos de Fernando Pessoa e mais um tríptico sobre a emigração. Por isso, surpreendi-me e adorei! É alegre, é versátil e é circense. Sim, foi a colecção de saltimbancos que me aqueceu o coração. Eu devo ter sido artista de circo noutra encarnação, mas mesmo há muito tempo, pois não gosto nada de ir efectivamente ao circo, mas adoro e até me revejo em todo o imaginário e versatilidade circense!
Bom, vejam algumas das minhas obras preferidas que é mais interessante que este blábláblá!



(Conseguirá o querido leitor de olho de lince ver a pequena gueixa que se esconde ao lado do saltimbanco-pierrot?)










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