quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Quantos queres?


E eu cheiinha de vontade de pagar para ver... Já peguei na agenda. Agora é só marcar.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Pontas soltas

Num determinado momento da minha vida, em que eu armada em artista de circo tentava um arriscadíssimo número de andar no arame sem rede, houve um momento-chave que eu designei de "quadro caído", perdoe-me o querido leitor a falta de floreamento estilístico, pois o quadro caiu literalmente e com a sua queda propiciou outra queda. A de um castelo imenso que eu construíra nas núvens, com ajuda alheia, mas que me pertencia a mim. Demorei anos a recuperar dessa perda.
No entanto, lembrei-me desse quadro caído no preciso momento em que, também numa outra situação-chave, deixei cair uma garrafa de vinho. Prova superada! Se da outra vez, nem liguei ao quadro e o unicórnio esfumou-se diante dos meus incrédulos olhos, desta assustei-me, dei um salto, limpei o vinho derramado, desfiz-me em desculpas e peguei o fio à meada. Tão simples e tão eficiente. Não havia letras pequeninas, não havia mal-entendidos, não havia interpretações abusivas. O novelo desenrolou-se e foi sequiosamente tricotado. Deu para o cachecol embora mal arrematado, pena não ter esticado para as meias.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Eis a senhora directora!

Sou eu... (caso não me reconheçam o meu mais recente título) E passei parte dos últimos dois dias a fazer planeamentos, orçamentos e outros tantos mapeamentos. Da próxima vez que for promovida, mandem-me é staff e dinheiro, em vez de títulos e trabalho que eu não domino.

domingo, 27 de novembro de 2016

Bo-tem-mer-de

- Mas tens aqui imenso espaço! É super gira a casa!
- Sim, não está mal.
- Quando fores lá a casa, vais perceber porque é que eu te digo isto. Tenho a casa atulhada de coisas.
- Ai sim?
- Não é bem atulhada... bom, parece é que faço colecção de tudo...
- De homens também?
- Sim, claro! A cave está cheia deles e depois há um de plantão preso ao pé da cama.

Digo estas coisas, entre risos, mas com a maior naturalidade e depois estranho transformar um belo pedaço Bo-tem-mel em Bo-tem-merde.

Sophia Loren & Marcello Mastroianni

Shall we dance?

Quando um não quer, dois não dançam...
Nada a fazer :(

sábado, 26 de novembro de 2016

Montei a minha árvore de Natal


Acabadinha de comprar
E aproveitei para pendurar a prendinha que comprei ontem :) Não é muito mais giro do que o da foto ali debaixo?


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Black friday

Nada como conjugar uma neura laboral, uma noite mal dormida, uma viagem longa e questões amorosas mal resolvidas, misturar tudo e afogá-las numa sexta-feira negra. Tive sorte. Realmente ninguém me tira o título de rainha dos saldos. Ao menos isso!
Comprei duas bluas básicas e este casaco (que ao vivo é muito mais giro do que nesta foto) e que encontrei ao encaminhar-me para os provadores. Bati os olhos nele, era o meu tamanho, preço ultra-simpático (35€) e caiu-me como uma luva.
Realmente, ainda há esperança para o resto da vida.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Relacionamentos à distância

Já deixei amigos para trás e já vi amigos a partirem. Não acredito que a distância faça perder amizades, mas acho que as amizades se podem perder no tempo e no espaço. Tenho amigos perto e longe, outros ainda em movimento. Vivo bem com isso. Mas foi preciso chegar a esta altura para identificar a vantagem de ter amigos mesmo muito longe e em fusos horários muito diferentes. Ter insónias às 4 da manhã ou já estar em trânsito pelas 6 e ter alguém para afogar mágoas ou fazer o brainstorm de ideias é um luxo. Amigos nos antípodas é do melhor que há ou então sou eu que tenho uma sorte descomunal de ter conhecido a BcS.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Afinal não aprendi nada...

Fiz 38 anos há 5 semanas?!!
Não. Voltámos foi aos anos 90, onde eu era uma totozinha de adolescente. 
Agora não mudou nada, só tenho é mais 20 anos em cima, ou seja, virei totozona.

Mais um bocadinho e sento-me atrás da porta do meu quarto a chorar. Só falta isso.
Poderia era regressar 25 anos atrás. Aí mantinha relacionamentos platónicos, mas fieis, a pósters (!) e era bastante mais feliz.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A cabra

Ter de lidar com uma cabra... na verdade, grande cabra, transformou a minha antiga entidade patronal, carinhosamente designada de "ninho de cobras" num paraíso na terra.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

The man who sold the world

O caríssimo leitor sabe que o ouvido de Maria Calíope é um caixote do lixo: ouve qualquer porcaria e pior... gosta! Há coisas que se aproveitam outras nem tanto, mas não é por isso que deixo de ouvir. O curioso é como a música nos atira para os confins da memória. Esta é um belo exemplo de uma coisa que nunca se ouviu cá em casa, no entanto identifico-a de imediato com os Nirvana (que eu não ouvia porque sempre dei mais para as boybands), os anos 90 e as famigeradas "Festas de Aveiro". Até ontem.
Eu: Nirvana, Unplugged! (muito orgulhosa)
Ele: Isto é do David Bowie!

La seductrice

Os nomes que uma pessoa tem de ouvir...

Se eu fosse coerente com a realidade, em vez de ilustrar este post com a magnífica Sophia Loren, poria o igualmente magnânimo Ibrahimovic (são cenas minhas, não liguem), mas aí, o confuso leitor ficaria atónito a pensar que Maria Calíope teria caído novamente nas mãos da máfia, o que não se deu de todo.

Nota para a posteridade, caso eu me esqueça o que queria dizer: Führer , Una Giornata não sei quê e Dia de los muertos.

domingo, 20 de novembro de 2016

Voulez vous...?


dinner avec moi, ce soir

sábado, 19 de novembro de 2016

329º momento cultural: Café Society

A tradição anual de ver o Woody Allen mantém-se e este ano veio embrulhado num papel de prenda especial. Eu ando cansadíssima com as mil horas de trabalho que tenho feito e ir ao cinema pareceu-me o descanso e a distração ideal tanto para o meu corpo, mas sobretudo para o meu espírito. Bom, ir ver um Woody Allen nos últimos anos é como aquelas bolachinhas chinesas, nunca se sabe o que vai sair lá de dentro. Mas não fiquei nada mal servida com este. O filme passa-se na época dourada de Hollywood, literalmente dourada, pois todo o filme tem um tom muito dourado.
A história desenrola-se entre as duas costas dos EUA. Um rapaz de Nova Iorque vai para L.A. procurar emprego, tentando enturmar com o tio distante e de alta-roda. O tio evita-o no início, mas acaba por levá-lo para o seu meio. O rapaz é meio ingénuo e um tanto nada destrambelhado, uma espécie Woody Allen em novo. O miudo apaixona-se por uma enjoadinha (Kirsten Stewart), que depois se vem a saber que estava a ter um caso com o tio. No meio deste triângulo amoroso, ela escolhe o tio e ele volta para Nova Iorque. Em Nova Iorque, ele torna-se num empresário de sucesso e casa com uma mulher lindíssima (Blake Lively). Passados uns anos, o tio e a enjoadinha aparecem e ela e o rapaz encontram-se e recuperam uma série de memórias passadas.
Tentei não incluir muitos spoilers, mas não consigo imaginar como o miudo com uma Blake Lively em casa ainda suspira pela enjoadinha, depois de ela o ter rejeitado por causa do tio!!! Mas pelo meio há frases deliciosas, há pormenores giríssimos, há cenários a pedir festas do Great Gatsby. Eu gostei do filme, mas não será obviamente o meu Woody Allen preferido.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Freshly baked tattoo



- Olha...
- Que giro! É como tu!
- Como eu?
- Sempre a rir...
- Tu é que me fazes rir.
- Pois... eu sou um palhaço, mas mais gira e com um humor mais refinado. Sobretudo humor muito refinado!
- Ahahahahahah!

Dias na província

Comecei na semana passada e já estou em contagem decrescente para sair.
(Vá hoje nem correu assim tão mal)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Alguém se lembra

quando foi a última vez que um tipo me convidou para jantar? 

(Assim mesmo por iniciativa própria e não daquelas cenas macacas em que eu me ponho a jeito)

Próximo objectivo

Ter um esgotamento.

(Se não é um objectivo, passa a ser uma vez que já estou mesmo muito bem lançada)

terça-feira, 15 de novembro de 2016

328º momento cultural: The Calíope show

Uma sala a deitar gente pelas costuras - havia convivas nas escadas que eu bem os vi. Possivelmente eles mal me viam, pois eu tinha um candeeiro psicadélico nas minhas costas. Mesmo assim à contra-luz foi bonito de ver a sala bem composta com muitas caras conhecidas e algumas desconhecidas que aceitaram o convite de vir à apresentação do meu livro. Eu fiquei contente e tive direito a apresentador, patrocínio e até flores! Os convivas foram brindados com vinho português, cortesia do patrocinador. Curiosamente não estava nervosa. Afinal era um ambiente familiar e com pessoas que me são queridas. Foi com incredulidade que vi o meu orientador a descer as escadas, mas acabou por ser uma mais-valia para a bela obra que ele validou. O artista plástico que me fez a capa também estava. O embaixador faltou sem se desculpar. Mas quem fez mesmo falta foram o meu pai e a minha mãe, que apesar de estarem a seguir em streaming por skype teriam gostado muito de ter lá estado presencialmente. Eu também. Além dessas personalidades, estavam amigos queridos, alunos estimadíssimos e alguns conhecidos.
Acho que falei bem e que as pessoas gostaram. Foi o que me disseram depois. Acredito que seja verdade. Eu gostei e correu melhor do que eu estava à espera.

domingo, 13 de novembro de 2016

327º momento cultural: Balanchine - Liang - Proietto

Não quero deixar escapar esta ida à Ópera para não acontecer daqui a cinco anos vir à procura deste episódio e achar estranhíssimo não o encontrar em lado nenhum. Bom, pelos meus anos ganhei um bilhete para ir à Ópera ver um bailado. Melhor prenda não poderia ser! Fui para um camarote ver Balanchine, Liang e Proietto. Já tinha visto Balanchine e lembrava-me vagamente de ser uma coisa menos clássica sem cair naquelas pessegadas contemporâneas sem pés nem cabeça. Os outros não conhecia e nem pesquisei. Como de costume deixei-me surpreender! Balachine foi muito mais tradicional do que estava à espera. Figurino tradicional e coreografias agradáveis mas nada de verdadeiramente surpreendente. O que eu gostei mesmo foi de Liang. É que gostei de tudo. O figurino, a coreografia, a música, tudo! De repente, eu estava hipnotizada naqueles movimentos e é isso mesmo que gosto no ballett! Já Proietto foi estranho. Para além da orquestra, havia um homem em palco a falar - relatando uma história - que eu não achei piadinha nenhuma. O cenário eram as estações do ano, mas nada de especial.

Dúvidas cromáticas

Orchid enthusiast, grape wine ou wonder woman

sábado, 12 de novembro de 2016

Des beaux mots



Eu naquela angústia de ter tomado a decisão errada e a digerir imposições e outros maus fígados e piores práticas, quando
de repente dou por mim a encontrar consolo em melódicas palavras francesas...

Consolar não consolou, mas deu-me algumas esperanças

(Curiosamente e em simultâneo, tinha o unicórnio ressuscitado a dirigir-me simpáticas palavras - veja lá, o caríssimo leitor, o destaque que lhe dei).

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

1º dia de trabalho

Espero que o ano passe muito depressa.


Só isto já diz tudo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Acordei com a mesma incredulidade

e exactamente da mesma forma com
- Trump como vencedor das presidenciais americanas
- o Brexit
- a morte de Michael Jackson

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Concorrência

Não sei porque é que continuo a achar que a concorrência é benévola na minha vida... mas vamos ver se desta vez sobra alguma coisa para mim.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

326º momento cultural: Nha fala

Na semana passada, participei numa conferência acerca de cinema. Eu tive a oportunidade de falar sobre o maravilhoso Tabu, mas o ponto alto do evento não fui eu, mas a presença do realizador guineense Flora Gomes, o visionamento de um filme dele e uma discussão. Eu já tinha ouvido falar dele e dos seus filmes, mas não sabia quem era o senhor. Eu gostei de o ouvir e confesso que fiquei meia sem jeito quando no jantar calhei ficar sentada ao lado dele. Mas nem sei porquê, pois o senhor é bom conversador e estivemos juntamente com os outros convivas em animada cavaqueira. Com isto tudo e apesar do adiantado da hora, fiquei para ver o filme e ouvir a discussão.
Nunca tinha visto um filme guineense e gostei imenso. Trata-se de uma comédia-musical, cujo enredo relativamente simples não interessa tanto como as canções e as danças, bem como algumas tradições e referências culturais. Uma rapariga guineense supostamente não pode cantar por ser uma maldição das mulheres da sua família e ao emigrar para Paris, transforma-se inadvertidamente numa cantora, e assim regressa à Guiné, tentando contornar o seu destino.
Nos últimos tempos, tenho tido oportunidade de ouvir vários realizadores a falar dos seus filmes. Flora Gomes é uma simpatia, sem qualquer tipo de peneiras e lá explicou as dificuldades que é filmar sendo guineense, mas ao mesmo tempo, a vontade que tem de mostrar outra face, mais colorida, mais alegre de África. E conseguiu!
(Achei um piadão no fim, ele ter passado por mim e dito: "Como não fez nenhuma pergunta, não deve ter gostado!").

domingo, 6 de novembro de 2016

325º momento cultural: O cinema, Manoel de Oliveira e eu

Por norma, vou sempre ver filmes portugueses durante a Viennale. É das poucas oportunidades que tenho para ver cinema português no cinema por isso há que aproveitar... mesmo que por ser um festival de cinema, às vezes leve com longas-metragens que talvez tivesse preferido não ter visto. Não foi o caso da carta de amor de João Botelho a Manoel de Oliveira
. O filme vê-se bastante bem e retrata um pouco da relação entre os dois, terminando com uma curta-metragem deliciosa e a preto e branco no fim. Mas o melhor ainda foi a conversa com João Botelho no final. O homem fala pelos cotovelos e até dá gosto de ouvir, apesar do seu inglês ser péssimo. Ele fala com gosto e isso é que dá gosto! Gostei particularmente quando ele disse que público, só as casas-de-banho, há pessoas que vêem filmes: uns gostam, outros não.

sábado, 5 de novembro de 2016

Reanimado

Não foi bem um momento "Quem és tu, Romeiro?" porque digamos que Maria Calíope precipitou a situação, mas confesso que não estava nada à espera disto:

"In case I am free of course I would be very honoured to be present!"


(Pois que não é obviamente o Ibrahimovic, certo? Ainda me resta um pouco de juizo)

Les uns et les autres

Um comprou um quadro de 5000€.
Outro pediu 3000€ emprestado para pagar a caução do apartamento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Reclamações

Estou tão cansada de ter de reclamar de tudo...
com o senhorio que não me quer pagar o canalizador,
com as companhias aéreas pelos voos atrasados e cancelados,
com a editora que ainda não me enviou os flyers,
com a secretária a pedir a lista de alunos,
...
estou mesmo cansada de ter de me bater por tudo e mais alguma coisa.
E muitas vezes ficar a ver navios.

Vida redondinha e certinha não será a minha com certeza.

Jornada de trabalho

Cheguei à universidade às 9 e picos. Saí de lá já passavam das 11 da noite.
Não me lembro de jornada tão longa. Mas também não me lembro de ter estado em amena cavaqueira com um realizador ao jantar e muito menos no fim do filme ele me ter dito "Se não fez perguntas é porque não gostou".

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

2 de Novembro


O caríssimo leitor já sabe porque o dia 2 de Novembro tem um significado cá no meio das minhas coisas. Este ano, enquanto o Sporting perde com Borússia, eu resolvi fazer uma proeza e reanimar a interposta pessoa...

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Não parece, mas fiz anos

Desde que me conheço que me alegro e celebro em grande o meu aniversário. Desde que me lembro passo o ano a contar os dias até chegar a 27 de Outubro. A música para mim poderia ser perfeitamente "Meu querido mês de Outubro, por ti levo o ano inteiro a sonhar" que é literalmente verdade. No entanto, parando para pensar um bocadito, nos últimos anos o mês de Outubro não foi grande coisa... pior, não se trata de um mês cinzento de que mal me recorde, mas sim de um mês cheio de angústias, ansiedades e esperanças mal-fundadas. Um mês que se repetiu muitas vezes ao longo dos últimos dez anos. O culminar desse stress todo foi o ano passado, em que um mês sensaborão concedeu-me o aniversário mais triste de sempre, acabando eu no médico. Posto isto, resolvi que nunca mais me ia pôr a jeito para uma situação tão deprimente e para começar erradiquei festas de anos da minha vida. Para este ano, estava decidida que não queria passar o dia em Viena (nem em Lisboa), por isso depois de mil planos diferentes, acabei a marcar uma viagem para Palermo! Nunca pensei que uma viagem pudesse ser tão atribulada, mas depois já conto esses carnavais. 
Passei os meus anos a fazer muitas coisas de que gosto muito: a tomar pequeno-almoço de hotel, num spa com direito a piscina quente só para mim, jacuzzi, massagens, banho turco, sauna e body scrub. Entrei para lá com 38 anos e saí com 27. Andei a passear pela cidade, fiz compras, encontrei vestígios de um unicórnio e no fim do dia tive direito a Kir Royal e jantarito em restaurante pipi COM companhia!  Portanto não tenho mesmo nada de que me queixar! Se pensar bem este 37º ano foi um ano de muitos êxitos e conquistas, começando com o tango em Buenos Aires e a viagem pela América do Sul, terminando na volta ao Atlântico Norte, havendo ainda pelo meio coisas tão fantásticas Cinqueterre, Zagreb, Londres, Paris (ai! Paris...), Londres, Madrid, Porto, misturando destinos novos com destinos repetidos. Foi neste ano em que o meu pai fez 75 anos, em que fui campeã europeia, em publiquei um livro em nome próprio - o que parece ser mais emocionante para toda a gente menos para mim - e o melhor de tudo: virei tia da sobrinha mais linda de todo o sempre. 37 será por isso um ano de boa memória, apesar de também ter havido dias azedos, tristes e chuvosos. Para 38 desejo-me qualquer coisa mais próxima do infinito... afinal é para isso que servem os 8, para que possamos acreditar em impossíveis. Tchim! Tchim! A mim!