segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pés no chão (160)

E eis a sala roxa da Casa da Música...

domingo, 30 de outubro de 2016

324º momento cultural: Stille Nacht

Ao fim destes anos todos apercebi-me que não lido bem com as emoções... dos outros! É-me mesmo muito difícil conseguir pôr-me no lugar dos outros, ou melhor, ponho-me e não consigo entender os seus dramas (normalmente este jogo prende-se mais com dramas do que outra coisa qualquer). No entanto, ainda há alguma esperança para a pobre alma e para o coração de pedra de Maria Calíope. Ontem (depois da atribulada viagem de regresso foi pousar a mala em casa e) fui ao teatro. Tratava-se da estreia da terceira peça da minha amiga Magdalena Marszalkwoska - é a primeira vez que identifico alguém neste blogue - Conheço a Magda de um curso de alemão em 2004 e na altura éramos vizinhas, daí a tornarmo-nos melhores amigas foi um pulinho. Na altura, eu devia passar mais tempo na sala dela do que no meu quarto e ela foi com certeza uma das pessoas mais importantes na minha integração em Viena. O tempo passou e os nossos caminhos foram para lados diferentes e só há pouco tempo retomámos o contacto. Foi com muita incredulidade que nos apercebemos que estivémos as duas em Bali na mesma semana em 2013... Enfim, isto tudo para perceberem quem é a Magda. Este retomar de relações deveu-se à estreia da 1ª peça dela: Fenster zur Welt. Na altura fiquei mesmo muito feliz por ela, pois imaginem o que é escrever uma peça e pô-la em palco num ambiente estrangeiro. No ano passado foi a 2ª peça Wir waren zuerst da - e eu lá estive a aplaudir. (Dei a volta ao blogue e não encontro o post relativo a esse momento cultural. Tanta porcaria que eu vejo e sobre a qual escrevo, como é que me esqueci de relatar esta peça?!) E ontem lá estive a ver a Stille Nacht (Noite feliz - à letra: noite silenciosa).
A peça passa-se na noite de Natal e mostra muitos problemas que se passam à mesa numa família. Eu não sou a pessoa mais fã do Natal como sabem e por isso adorei este relato sarcástico de uma tradição que a meu ver é mais hipócrita do que eu sei lá o quê. Bom, então o casal anfitrião está a lidar com problemas no seu relacionamento, nora e sogra não se dão, essa mãe prefere esse filho aos outros dois. O do meio é gay e anda há anos a tentar revelar o facto à família e a filha não é casada. Os diálogos foram mesmo muito bem pensados e a interacção entre as personagens, melhor ainda. Acaba por ser uma comédia de costumes com um pé na realidade. Aquilo que se passou naquele palco deve acontecer entre muitas paredes na noite de Natal e não só.
Aquela introdução inicial serve agora para dizer que de repente dei por mim orgulhosíssima pela Magda. Qualquer uma das peças foi genial - pelo menos para o meu gosto - cenas da vida real vistas de maneira crítica. E lá está é uma amiga minha que conseguiu isso tudo pela força da sua caneta, Acho inacreditável e fico genuinamente feliz por ela. Ontem de regresso a casa fiquei a pensar que houve muita gente (vá, meia dúzia de pessoas) que me escreveu a dizer-me que está orgulhosíssimo de mim pela publicação do meu livro e muito honestamente eu não percebi, pois acho que não há motivo para isso... agora repensando a situação consigo perceber melhor o que me queriam dizer.

Pés no chão (159)

Já tinha revelado o que andava a fazer no Porto no post anterior... Sou uma língua de trapo, nada a fazer... (Sim, voltei a estar em trânsito, nada a fazer...).

sábado, 29 de outubro de 2016

Paradeiro

Já consegui chegar a Viena depois de uma viagem no mínimo improvável.
Sigo agora para o teatro pois é a estreia da peça da minha amiga.
Já vos conto o que aconteceu se ainda conseguir antes do carrossel dar mais um volta (amanhã já vão perceber isto).

Be afraid of what you wish for... II

Montenegro



Podgorica, às 14:58

Be afraid of what you wish for...




Roma à 01:13

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Pés no chão (158)

Já não faço anos mas o luxo continua! Agora aqui, para além dos botins lindos e do casaco às bolinhas verdes de Madrid (pois, eu não faço Erasmus, vou mas é às compras!) temos a ponte suspensa da Casa da Música!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Quem faz anos hoje, quem é?


Pés no chão (157)

Em dia especial, foto especial, botas novas (eu disse que as de ontem estavam encharcadas, não foi? Precisei mesmo de comprar umas novas, no caso estes botins azuis lindos-lindos) e ter como chão a Ponte D. Luís com o Douro lá embaixo. É luxo, não é? Hoje faço anos, os pés no chão tinham de ser mesmo especiais!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Post em directo...

... do aeroporto a esta hora só pode significar uma de duas coisas:

1) Estou numa escala longa para um paraíso distante
2) Fiquei presa no aeroporto de partida depois de ter acordado às 4 da manhã uma vez que o meu voo foi cancelado comigo já na porta de embarque

Pés no chão (156)



Pés no chão, pés molhados, guarda-chuva no chão, botas encharcadas... foi assim que o Porto me recebeu há uns largos meses. Agora apesar de ter ido noutra direcção completamente diferente, este modelito aos corações veio comigo.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Palavrosa

Tenho sempre ideias para mil posts em dias em que tenho

a) mil outras coisas para despachar
b) minutos contados para dormir
c) mala por fazer
d) posts enlatados

(Se o alzheimer não me varrer as ideias para um buraco negro da cabeça, para a semana elas verão a luz do dia)

domingo, 23 de outubro de 2016

Domingo cinzento

Cozido à portuguesa e leite creme
não poderia combinar mais

sábado, 22 de outubro de 2016

323º momento cultural: Wuthering Heights

Falar de Wuthering Heights é voltar à faculdade e não tenho como contornar esse facto. Durante um ano (ou mais) andem viciada neste romance da Emily Brontë, durante um ano li, reli, treli não só a obra original, como milhentas análises e comentários, vi filmes e claro avancei com a minha própria tese. Eu adorava Heathcliff, mais, Heathcliff foi daquelas paixões tão verdadeiras quanto platónicas que uma pessoa sente. A minha tese passava por provar que Heathcliff não era um vilão, não era o monstro pintado por algumas correntes, mas sim uma vítima da sociedade. Baseava-me nas teorias do bom selvagem de Rousseau, li o Candide em francês e queria muito levar a minha adiante e achava que um dia iria fazer o meu doutoramento à volta deste tema, comprovando a inocência de Heathcliff, qual advogada de defesa. Havia um capítulo que sabia de cor... o XIV, salvo erro.
Bom, serve esta introdução toda para dizer que quando vi várias versões de Wuthering Heights no programa da Viennale esbocei um sorriso. Era como se fosse encontrar um velho amigo querido, quase 20 anos depois.
E fui.
Havia 3 versões, por força das circunstâncias só pude ir ver duas. Uma de 1939 a preto e branco com Laurence Olivier e outra de 1985 francesa. Na altura da minha paixão assolapada tinha vistou outras duas versões, uma francesa e outra de 1992 com Ralph Fiennes e Juliete Binoche.
Bom, ver um filme original a preto e branco no cinema é um luxo. Pode ser só eu a ser sentimentaloide, mas realmente sinto um encanto especial. Rever e reviver a história neste formato foi mesmo como reencontrar alguém do nosso passado. Há coisas de que lembramos e outras que não, outras ainda que com a conversa acabam por regressar à nossa memória e lá está, o filme foi uma autêntica viagem a esse meu passado. Confesso ter algum medo de me deparar agora com uma história sem graça, com um Heathcliff sem piada nem encanto, idealizado de alguma forma nesse feitiço. Mas não. Estava lá tudo o que eu gostava nele... e todos aqueles (meus) mixed feelings em relação à Catherine. No fim, quando ele maldiz a sua morte e condena-a a assombrá-lo para todo o sempre, enquanto chora sofridamente, para que pelo menos assim ela sempre a acompanhe, foi mesmo o clímax de tudo. Era o capítulo XIV... Era o texto que eu sabia de cor. Foi m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o!
Tão maravilhoso que fui comprar o bilhete para a segunda sessão e comer uma salsicha para o jantar no quiosque mais próximo enquanto a segunda sessão não começava.
E digamos que depois daquele apogeu seria difícil satisfazer-me... muito menos com personagens com nomes trocados, miudagem francesa e uma terriola perdida. Todo o texto, toda a densidade da história se perdeu com aqueles actores, com aqueles nomes, com aquele cenário e a cores! Eram miúdos de 20 anos com um ar de parvo a fazer cenas que não convenciam a ninguém... só para terem uma ideia, o Heathcliff, chamado Roc nesta versão, era louro... É que não faz sentido nenhum! Assim, todo o dramatismo e toda a intensidade pareceu uma birra ou um exagero de adolescentes parvos.
Eu fiquei a pensar porque é que nem me tinha questionado acerca da idade dos participantes no filme a preto e branco, mas na verdade isso não interessava nada... a reprodução dos cenários, o guarda-roupa e o facto de ser a preto e branco como que cristalizou a história. Tudo fazia sentido. Não era dramatismo de meia-tigela. Era tudo sentido. Era tudo crível. A mesma história a cores e com guarda-roupa dos anos 80 pareceu apenas ridícula... só isso. Claro que Catherine não ia morrer de amor. Claro que Heathcliff não ia prestar-se àquelas figuras....
E de repente apercebi-me que essas grandes histórias de amor sofridas e dramáticas fazem parte desse mundo imaginário, cristalizado e a preto e branco. Passando a mesma história a ter cor e um pé com a realidade tudo muda. Catherine teria casado com Edgar, tudo bem... e não iria morrer de amor. Heathcliff seguiria a sua vida sem aquelas pessegadas todas, pois na vida real a vida não pára e as personagens multiplicam-se ao virar de página. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Heathcliff...


Depois de tanto tempo, regressei a Wuthering Heights.
Como é que nunca me tinha ocorrido que o protagonista é Ibrahimovic?

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Alguma coisa ando a fazer bem na vida

Para mandar um convite ao Embaixador de Portugal e em menos de 24 horas ele aceitar comparecer a um evento meu.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Grande carreira

Ia acompanhar uma aluna-Erasmus à recepção para os alunos Erasmus...
A miúda esqueceu-se!

Note to self: Não sou mãezinha dos meus alunos. A partir de agora eles que se amanhem sozinhos.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Mais do mesmo

Eu tratava a minha entidade patronal por Absurdistão.
Afinal estou a aperceber-me de que a minha futura entidade patronal não é muito melhor.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Espernear

Estou umas quantas horas em casa e apetece-me sair.
Estou na rua com amigos e só quero voltar para casa.
Deixo as coisas para amanhã porque isto não são horas de trabalhar.
Chega amanhã e fico a pensar porque não despachei as coisas ontem.
Ando a espingardar com as minhas entidades laborais porque acho inacreditável que se tome tudo como adquirido e é só mandar fazer. Não que tenha deixado de ser Escrava Isaura, mas agora Escrava Isaura sindicalista e chata-de-galochas...

domingo, 16 de outubro de 2016

322º momento cultural: M. Claude und seine Töchter

Há uns anos fui ver este filme ao cinema e apesar de ter cumprido a sua função de entretenimento, achei o filme muito sobrevalorizado enquanto comédia. As piadas eram mais do que previsíveis e isso é logo meio caminho andado para eu não achar piada.
Dei com o dito filme como peça de teatro e o facto de ter pelo menos um mês de sessões esgotadas fizeram-me ir vê-la. Voltei a recapitular a mesma história. Um casal de franceses com quatro filhas: 3 casadas com 3 indíviduos de sua nação (um muçulmano, um judeu e um chinês) a 4ª andava com um africano, mas ninguém sabia... A história foi a mesma do filme, mas gostei muito mais da encenação. O início foi muito bem conseguido, com o lançamento do bouquet para mostrar os diferentes casamentos (o lançamento do bouquet que serviu igualmente para os agradecimentos finais). A história como disse não trouxe qualquer novidade, mas não sei se por isso acabei por prestar mais atenção aos diálogos e mesmo à reacção do público. Em certos momentos fiquei na dúvida se estariam a aplaudir deixas extremamente racistas ou à sua comicidade e à forma como foram contra-argumentadas. 

sábado, 15 de outubro de 2016

321º momento cultural: Broken relationships Museum (Zagreb)

Mal vos falei de Zagreb, mas verdade seja dita fiquei a conhecer melhor a Universidade e o caminho entre o meu B&B e a Universidade que a cidade em si. Infelizmente o tempo não deu para tudo, mas deu para ir visitar o Museu dos Corações Partidos. Era das poucas coisas que sabia existirem em Zagreb, por isso acabei por lá ir logo no primeiro dia em que cheguei. O museu é pequenino mas tem o seu encanto. Talvez o mesmo encanto de uma revista cor-de-rosa ou de um acidente no meio da auto-estrada: não nos diz respeito e não terá qualquer proveito para a nossa vida, mas queremos inteirar-nos do que aconteceu. A colecção (toda doada) é composta por objectos tão díspares como uma carta de um baralho ou um machado que são acompanhados por uma história de uma relação quebrada. Não li todas as histórias, mas as que li gostei. Gostei porque me senti acompanhada nas minhas histórias desamorosas, porque pensei que afinal o que me foi acontecendo ao longo da vida não foi mais nem menos do que acontece a tantas outras pessoas. Dei por mim a ler e a pensar "mas ele fez isso?!".
Curioso foi ao comentar com o dono do B&B dizer que sim, que tinha gostado do museu, que tinha sido muito "funny". O casal da mesa do lado nos seus sessenta e muitos anos descreveram o museu como "though provoking". Eu ri-me da discrepância das apreciações, mas o nosso anfitrião tratou logo de identificar causas para observações tão distintas: "Are you married?". Não, não sou. O tal casal assentiu: "Yes... but not with one another!".
Eu ia cuspindo o leite todo! Aqueles velhotes ali da mesa do lado estariam mesmo a pular a cerca?! Não sei, mas ainda me rio com aquela frase.

Não foi de todo prepositado publicar este momento cultural neste preciso dia, mas realmente há coincidências macacas. 15 de Outubro poderia ser com certeza um belo dia para comemorar um coração despedaçado. Pelo menos o meu.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Variações pindéricas sobre a insensatez


Poderia estar a falar sobre a minha vida pessoal, poderia estar a falar sobre os mundos laborais onde me insiro, mas não, estou mesmo a produzir conteúdos académicos!

Esclarecimento

Ando com os nervos em franja e nem sei apontar a causa com precisão... Sei que este blogue anda assim um bocadito deixado ao saber do vento. Desculpem lá, mas a alternativa era estar aqui a espremer os meus maus fígados ou estar a dizer que afinal os meus fígados não são tão maus porque há vidas próximas que estão em corrosão. Não acho que isso seria correcto. Em compensação, tenho já em mente uns quantos episódios CCC. Agora é só preciso escrevê-los!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Trufas

Servem para acalmar os nervos, certo?

(Voltei ao modo Atlas - saudades nenhumas)

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Fim à vista

- Bom, diz-me lá quando tens tempo livre para a gente combinar qualquer coisa.
- Ok.

É para eu aprender a não ter ideias...
E já está aqui prontinho para me saltar da língua ou dos dedos, dependendo da circunstância: Qualquer dançarino sabe que quando um não quer, dois não dançam.

sábado, 8 de outubro de 2016

Lisianthus


Ah! Sábado também é dia de flores novas!

E hoje saiu-me esta novidade na rifa: Eustoma!

Nunca tinha visto e nunca tinha ouvido falar desta espécie, mas são bem bonitas. Parecem papoilas roxas de pé alto! Mas o nome é tão feio que optei por titular o post com o nome em alemão!

Sábado


Estranho a um sábado em que as 11:00 ainda não chegaram, eu já ter ido às compras, feito o almoço e até corrigido uma prova... bom, assim se calhar vou pôr os sapatinhos da dança e rodopiar um bocadinho por aqui!


Michael Mullan, Vintage High Fidelity

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Cadela Com Cio

Estava aqui à procura do post para indicar no link do post abaixo e fui parar a 2006 e à saga CCC. Julgo não ter leitores dessa época e eu própria mal me lembrava desses relatos. Para colmatar a falha de memória comecei a ler. E gostei. E lembrei-me. E senti falta daquele pulsar que me punha a... imaginar as histórias. A urgência que me fazia escrevê-las. Agora ao recuperar esse pedaço de memória, tive a certeza de que eram mais do que meras histórias! O mais curioso é que pareceu mesmo que tinha havido um prelúdio para este momento. De tarde veio-me parar aos ouvidos a maravilhosa e sempre sensual Canção do Engate depois de tantos anos.

10 anos depois talvez valha a pena ressuscitar as CCC!
Vamos ver se a musa volta a baixar em mim!

Preparativos

Por esta altura do ano, costumo andar a matutar o que fazer na minha festa de anos, o sítio, o dia, os convidados, etc. Este ano resolvi não fazer nada. Na verdade desde o fiasco do ano passado resolvi não voltar a organizar festas de anos para mim. No entanto, dei por mim a organizar um evento que por coincidência vai calhar na altura em que costumava fazer as minhas festas de anos (desde que comecei a viver na Áustria comecei a festejar os meus anos duas semanas depois da data propriamente dita). E pronto, assim se prepara a apresentação de um livro!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Domadora

Para comemorar os 10 anos de trabalho na Universidade, vou amanhã dar início ao meu 10º ano lectivo vestida de domadora de animais selvagens. Afinal a diferença entre aquela bolha e o universo circense só difere no que toca ao guarda-roupa. E eu não posso esquecer-me de manter a rédea curta!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Lista de prendas

Desde o último 27 que ando a receber vales e bónus e postais a congratular-me pelo meu aniversário vindouro. Não me perguntem o que se passa com o marketing das milhentas entidades onde estou registada, pois não me recordo nenhum ano em que tenha começado a receber este tipo de cortesia tão cedo. Assim, já que é para me lembrar que faço anos, então quero uma prenda... Pode ser o Clown, Cavalo, Salamandra de Amadeo em forma de carteira! Já sabemos que sou fã, certo? Se pochette estiver fora do orçamento, um poster A3, também serve (só da obra, sem a malita)!

Paradeiro

Por haver Pés no Chão e por eu não ter aberto o bico durante os últimos dias, o querido leitor pode deduzido eu ter ido a Lisboa fazer a visita de médico do mês. Redondamente enganado, mas valeu o raciocínio. Estive numa capital europeia nunca antes visitada: Zagreb, mas tive tanto trabalho e tanta coisa para organizar - nem que fosse mentalmente - que mal deu para dar uma volta em condições pela cidade, quanto mais cá dar o ar da minha graça.

domingo, 2 de outubro de 2016

Pés no chão (155)

E termina a saga de pés no chão londrino, neste caso alcatifado, por se tratar do hotel mesmo ali ao lado de Stansted onde eu fiquei retida (daí estar descalça e em calças de pijama). Amanhã já cá estarei!

sábado, 1 de outubro de 2016

Pés no chão (154)

Mudámos de mês, mas continuamos no V&A e obviamente com a mesma roupa. Dá para acreditar que já estamos em Outubro?!