domingo, 31 de julho de 2016

Olha que coisa mais linda mais cheia de graça



Eu sempre tive um fascínio especial por mãos de pianista, certo?
E estes dedinhos esguios são de seda!

(As mãos da pessoa que parece que nasceu no Congo são o resultado das termas da Islândia e do sol abrasador de Nova Iorque).

Lisboa, às 21:15

Pés no chão (138)

Esta casa de banho tinha uma banheira com pezinhos um luxo tão luxo numa espelunquinha em Santiago do Chile. Eu tinha mil ideias para fotografias e acabei por tirar esta a correr pouco antes de seguir para o aeroporto!

sábado, 30 de julho de 2016

Pés no chão (137)

Foi a fotografia possível numa igreja fantástica em Santiago do Chile. Pequenina, pequenina mas do mais bonito e inesperado que alguma vez tinha visto. A foto não lhe faz jus nenhuma.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Pés no chão (136)

Foi a fotografia possível numa igreja fantástica em Santiago do Chile. Pequenina, pequenina mas do mais bonito e inesperado que alguma vez tinha visto. A foto não lhe faz jus nenhuma.

Breaking news

Virei tia!


É sem dúvida um ano extraordinário!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Pés no chão (135)

O museu até era relativamente pequeno mas a variedade de chãos (chões? chães?) eram imensos. Mas este é o último.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

terça-feira, 26 de julho de 2016

Pés no chão (133)

Voltando a Valparaíso e ao museu de arte local - cujo nome já não me lembro, mas vão lá ver a Dezembro do ano passado, se quiserem saber mesmo.

314º momento cultural: Eleições americanas 2016

Este é sem dúvida o ano das eleições! Depois das presidenciais portuguesas, das duas voltas das presidenciais austríacas (e a nova rodada da segunda volta em Outubro), vêm as americanas! Por uma grande coincidência, estou nos Estados Unidos a tempo de ver as convenções republicana e democrática, A convenção republicana com Trump y sus muchachos foi na semana passada: uma espécie de cruzamento de freak show com um filme de terror... mas a sério que alguém acredita no que aquela gente diz?! Hoje começou a democrática. Adorei ouvir o discurso da Michelle Obama e agora mesmo a senadora do Massachusets. Tenho pena de só poder ouvir hoje, por isso tenho mesmo de aproveitar tudinho!

Nova Iorque, às 22:50

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Pés no chão (132)

E o maravilhoso Chile brindou-me com uma première... o Oceano Pacífico! Nunca tinha visto o Oceano Pacífico quanto mais molhado o meu pezito... Aqui em Viña del Mar, a temperatura da água fazia lembrar o Atlântico, mas a cor era de um azul maravilhoso!

domingo, 24 de julho de 2016

Pés no chão (131)

Como o querido leitor poderá reparar eu não tenho grande prática em usar leggings como meias, daí a assimetria dos dois pés, ainda em Valparaíso, num museu fantástico de um cartoonista famoso localmente.

Justin Bieber


Apesar de já ter dado por mim a pensar que parecia mesmo estar num filme do Woody Allen por causa de uma música que ouvi no metro, a banda sonora desta parte da viagem à volta do Atlântico Norte só podia ser uma: Justin Bieber! Há uns meses não seria capaz de dizer o nome de uma única música do miúdo e agora até tenho duas preferidas... bom, não conheço mais nenhuma. Ouve-se isto em todos os lados e em todos os formatos possíveis. E depois não como tirar esta música da cabeça! 

(Vou aproveitar a boleia para ver os vídeos também).


Nova Iorque, às 21:09

sábado, 23 de julho de 2016

Pés no chão (130)

Depois do salto em Mendoza para ganhar balanço para chegar ao Chile, eis-me em Valparaíso... e como se vê, a morrer de frio por não ter meias e a remediar o facto aproveitando a sobra de 20 cm das leggings!

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Pés no chão (129)


Eis a prova de que estive em Mendoza... mas o facto é que não vi muito mais do que isto!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Pés no chão (128)

E depois de molhar o pezito em prata fui ver outras preciosidades! Ver uma ópera de tango no Teatro Solis em Montevideo parece-me uma excentricidade... mas eu adorei.

Há cinco dias que

não sabia o que era noite (escura), nem um pôr-do-sol...
bom, nem prédios com mais de três andares, trânsito, engarrafamentos

Nova Iorque, às 23:16

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Pés no chão (127)




Believe it or not... é o Mar de la Plata... o próprio! (Pois...)

terça-feira, 19 de julho de 2016

Safari

Há uns largos anos fiz um safari na Gorongosa (Moçambique). Na verdade foram dois, um durante a tarde, em que pouco ou nada vimos, para além de muitos javalis. No segundo, de madrugada, passámos muito tempo sem ver quase nada... até que de repente vimos uma família de elefantes mesmo à nossa frente. Foi mágico!
Hoje em direcção ao árctico, lembrei-me da Gorongosa, enquanto desfrutava de um passeio agradável e ver aquela imensidão de mar e terra ou gelo no horizonte já é qualquer coisa. A noção de espaço nestes contextos é sempre algo que me fascina, seja savana, seja mar: tanto espaço sem nada. Mas este tipo de actividade é sempre um jogo de escondidas com um animal que não sabe que estamos a jogar. Pode aparecer, pode ter ido dar uma volta... não sabemos, não há horas marcadas, não há repetições. Limita-se a ser um jogo de probabilidades.

E de repente eis que ela aparece: uma baleia, ali mesmo diante dos meus olhos... se calhar duas e uma mão cheia de golfinhos!


Reiquiavique, às 21:19

Pés no chão (126)

O hotelzito manhoso onde eu fiquei em Montevideo tinha um chão muito engraçado e na verdade nem era assim tão mau... só pena foi os lençóis terem um padrão dos anos 80!

Pés no chão (125)

O hotelzito manhoso onde eu fiquei em Montevideo tinha um chão muito engraçado e na verdade nem era assim tão mau... só pena foi os lençóis terem um padrão dos anos 80!

Bronze

Alguém que me veja as marcas do biquíni nunca acreditará que estou de férias na Islândia...

(Afinal também há muito sol nesta terra. (Outro sol que não o nosso... até me arriscaria a chamá-lo sol de Inverno) (É que lá na nossa terra com 15ºC nunca me lembraria de vestir o biquíni e ir para uma piscina a céu aberto).)

Pronto já ganhei uma corzita :)


Reiquiavique, às 23:50

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Pés no chão (124)

Continuamos pelo Uruguai mas agora na capital, Montevideo e a sua rua mais movimentada!

Sol da meia-noite

Há uns anos estive em Estocolmo num final de Maio, que para a população local anunciava o Verão e que para mim tinha muitas semelhanças com o Inverno. Havia gente de mini-saia e sandálias, eu andava de luvas - luvas fininhas - mas luvas.
Lembrei-me ontem desse episódio, enquanto andava aqui por Reiquiavique. Estamos em pleno Verão com temperaturas supostamente agradáveis, 12ºC - 15ºC, mas toda a gente está munida do seu kispo fininho! O kispo fininho curto é o chapéu de palha islandês!

E sim, a claridade não muda ao longo do dia nem da noite.

Reiquiavique, às 22:30 

domingo, 17 de julho de 2016

Pés no chão (123)

E eis-me com a Calle de Portugal em Colónia del Sacramento a meus pés. Uma rua bem simpática 

sábado, 16 de julho de 2016

Pés no chão (122)

Voltamos a ter uma longa sequência de Pés no Chão. Estes na longínqua Colónia del Sacramento no ano passado enquanto eu fui exactamente para o pólo inverso.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Toca piano e fala francês

No meio - na verdade no fim - da euforia da final do Europeu, voltámos a combinar outro almoço. Ele escolheu o sítio e fez a reserva. Óptimo! Que eu gosto de gajos com iniciativa. Vá, co-iniciativa, a parte de irmos almoçar fui eu quem dinamizou!
Por coincidência, havia um piano na sala onde estávamos e ele disse que tocava. Sim, eu tinha uma vaga ideia, mas não tinha percebido que tinha diante de mim um autêntico pianista - com prémios ganhos e tudo! Bom, ele tocou umas quantas notas antes da entrada... e depois do almoço duas peças de Chopin (e uma outra que eu conheço mas não sei identificar). Eu estava deliciada e aplaudi no fim, está claro! Que bem que ele toca e mais - aquilo que estou sempre a dizer - quando as pessoas fazem as coisas com prazer tudo melhora.
Depois perguntei se falava francês também: "Sim, é a minha língua preferida!"

Ai a minha vida que eu não aguento isto!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

313º momento cultural: Nous trois ou rien

Fui ver este filme na semana passada mas com o futebol todo acabei por decidir escrever sobre ele mais tarde. Entretanto com os planos que tenho para as próximas semanas era mesmo escrever agora ou nunca. O filme é fantástico e recomendo-vo-lo mesmo. Mas de momento não consigo escrever muito mais do que isto.
Leiam mais aqui.

Mas deixo-vos uma frase fabulosa que retive: O medo não afasta o perigo!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

A fazer as malas...

Próximo destino: 13ºC a saber a 12ºC
Cinco dias depois: 32ºC a saber a 39ºC
Já separei o polar e uns calçõezitos, botas e sandálias...
E nem me preocupei em ver o tempo da terceira paragem!

(E eu que queria manter-me no hemisfério norte para estar sempre no Verão...)

Update (22:30) - Tirei o polar e pus o meu casaco de fazer esqui... sempre aproveito para lhe dar algum uso!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ontem foi um dia de emoções

Não parece pelas fotos, mas acreditem que houve algumas lágrimas e muitos saltos da minha parte. Não sei o que será mais improvável!




Somos campeões europeus!!!
E mereciamo-lo tanto.
E o gajo giro também estava lá comigo neste momento histórico! :)

Hoje trabalho assim

sábado, 9 de julho de 2016

Acreditar até ao fim!

Confesso que cheguei a ver voos para Paris para amanhã...
Entretanto convoquei uma mão cheia de amigos para sermos muitos na Rathaus!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Programa desportivo caseiro

Desde que vivo em Viena desenvolvi um hábito meio estranho: trocar impressões sobre futebol com a minha mãe durante jogos de futebol importantes. Antigamente, lembro-me perfeitamente de estar pendurada ao telefone com ela a comentar séries de grandes penalidades e coisas que tal. Eu ficava irritadíssima porque a transmissão lá em Portugal era mais rápida que aqui e enquanto lá já festejavam o golo ou não, aqui ainda estava o jogador a colocar a bola na marca dos 11 metros. Agora com o whatsapp é toda uma nova dimensão. O que me rio com os comentários da minha mãe! Hoje estava no cinema durante o Alemanha-França e pedi-lhe a certa altura que me dissesse o resultado. E ela diz "1-0 para a França de penalty, mas o guarda-redes da Alemanha é o mais bonito de todos"! O que me ri... (a minha mãe não sabe da minha tarazita pelo Ibrahimovic. Acho que se lho dissesse deserdava-me). Em tom de brincadeira respondi "Mas o Rui Patrício é tããããoooo lindo" e ela mandou-me ir trocar de lentes!
Bom e assim cantando e rindo, vamos encontrar-nos com os franceses na final. Estou mesmo contente de não sermos favoritos! Se hoje o copy-writer francês me congratulou com um "Bonjour, madame finaliste!", na segunda vou pedir-lhe o upgrade para "Madame championne européenne".

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Nós estamos lá!

Hoje aqui e no domingo também!

Motivação

Como expliquei no outro dia comecei a correr. Há vários motivos para o fazer (queimar gordura, acabar com a minha barriga, ocupar o meu tempo livre, fazer qualquer coisa para ultrapassar o facto de a minha irmã - grávida de 8 meses - estar com o mesmo peso que eu (!) e pronto lá tenho ido correr, sem pensar muito no assunto, pois isso é meio caminho para não o fazer. Mas o certo é que se tem juntado uma claque à minha volta:

Depois da 1ª sessão, um amigo meu sugeriu que o acompanhasse em Setembro na Business Run da nossa empresa, que era só (?) 3km. Resposta minha: Estás louco!

Depois da 2ª sessão, uma amiga minha disse-me entusiasticamente que no ano que vem devia ir com ela correr a Frauenlauf (5km!!!).

Hoje durante a 3ª sessão, cruzei-me com uma velhota num andarilho que me disse "Tomara eu correr assim!".

Contactos

Numa papelada que tive de preencher, precisei de indicar o nome de uma pessoa para qualquer caso de emergência. Foi um exercício muito curioso, pois assim de repente hesitei e não sabia como preencher. Numa situação normal poria sem pensar duas vezes o meu pai ou a minha mãe, mas neste caso julguei que em caso de necessidade fosse necessário falar inglês, logo foram excluídos. A opção lógica seguinte seria a minha irmã. No entanto, o eventual caso de necessidade iria bater nos 9 meses mais coisa menos coisa (que eu não sei contar semanas) e não sei até que ponto é que ela estará contactável. Esgotadas as opções óbvias, tive de pensar rapidamente em alguém em quem eu confie, que estivesse contactável, tivesse capacidade de reacção para lidar com uma situação crítica e me livrar numa situação de apuros. A lista ficou mesmo muito curta. Mas acertei à primeira.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Fui só ali e voltei logo

A visita anual a Bratislava foi uma mão cheia de surpresas.
Primeiro, Bratislava é uma autêntica metrópole, não sei bem como e depois de mais de uma dezena de visitas, acabo por ir sempre parar a zonas desconhecidas da cidade. Desta vez tive quem me fosse buscar à estação e levar à universidade. Como já contei ao querido leitor, a aula que estava programada ser dada em inglês, acabou por ser dada em francês e eu fiquei mesmo muito feliz por tê-lo feito. Fui almoçar com a minha colega da outra faculdade e voltei a ser convidada para lá ir dar uma aula no semestre que vem. E para terminar em grande fui direitinha para o Marks & Spencer gastar o dobro do que ganhei por esta aula, mas quero lá saber, dinheiro mais bem investido não há! Trouxe coisas fantásticas!

Fui correr e não morri

Corria o ano de 1994 e eu estava no Canadá. Depois de um mês e com um mês pela frente e sem muito o que fazer, resolvi fazer o que eu achava ser típico na América: jogging. Durante quatro semanas, ia correr todos os dias de manhã, com os meus reebok de corrida brancos comprados lá mesmo, o boné de Boston, o walkman que tinha ganho na colecção dos Escuteiros Mirins e a contar o tempo no meu pop-swatch (e uma t-shirt e uns calções quaisquer). Lembro-me perfeitamente de correr da porta de casa até à igreja e voltar. Comecei a fazer o percurso a 30 minutos e terminei a 23. Chegava a casa transpiradíssima, tomava banho, almoçava e regra geral passava a tarde a ver séries na tv e a comer as melhores batatas fritas de sempre.
Apercebi-me que isto foi há 22 anos (!), sim vinte-e-dois, como é que é possível já ter passado tanto tempo e eu lembrar-me tão bem?! (Se calhar não tenho alzeihmer, como suspeito há meses).
Bom, serve este relato para situar a última vez que eu corri por iniciativa própria na vida.
De há uma ou duas semanas para cá, comecei a considerar ir correr... uma amiga disse-me que poderíamos ir correr juntas, uns outros amigos disseram-me para ir correr com eles, na sexta em Bratislava acabei por comprar um top de corrida na Marks&Spencer. Hoje estava aqui por casa e baixou o espírito de Mercúrio em mim e lá fui eu. Para começar com peso e medida, fiz só uma coisa muito simples. Andar 2 minutos, correr um, andar 2 minutos, correr um e assim sucessivamente. A corrida fez-se tão estranhamente bem que aumentei os minutos de corrida para 2. E pronto. Não fiquei a deitar os bofes pela boca, nem nada que se pareça, mas estava cansadita e transpirada, quando regressei meia hora depois. Que fique claro que quando eu digo "correr" é a minha própria interpretação do verbo que possivelmente coincide com o andar depressa do comum dos mortais. Não faço ideia quantos quilómetros fiz, mas devem ter sido poucos. De qualquer modo, fiquei mesmo muito satisfeita com esta façanha e uma vez que as minhas aulas terminaram já tenho com o que me entreter no Verão!

domingo, 3 de julho de 2016

O mundo às avessas



Entre rever o meu livro e juntar a papelada para a minha declaração de impostos, resolvi ir correr! Literalmente correr...


Acho que estamos muito próximos do apocalipse!

sábado, 2 de julho de 2016

Madame Docteur Maria Calíope

E assim sem saber bem ao que ia dei uma aula em francês.
C'est passé très bien, tout le monde a compris ce que j'ai dit - au moins je le crois - et m'ont felicité pour ma classe.

Para quem se borra de medo de falar em púbico (ou melhor para um público) em alemão, decidir espontaneamente de dar uma aula em francês parece meio descabido.