segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

29 de Fevereiro

Um dia extra
Um dia de que gosto particularmente
Um dia em que me estou a sentir um autêntico trapo.

Só espero que em Março isto melhore.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

De volta ao tango



Voltei a dançar tango.
Voltei a dançar tango em Viena.
Estou satisfeita de não deixar cair por terra os meus propósitos de ano novo, mesmo quando se trata de dança a pares e quando par não há.
Não há aquele enquadramento que Buenos Aires oferecia, mas é aqui perto de casa, o horário é conveniente e o preço é simpático. Portanto não tenho por que me queixar!
Gostei particularmente quando os meus parceiros de dança comentaram que se "vê logo que eu já tenho algum treino"!

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Food for thought and for your stomach



Não sei se estou mais contente
por ter acabado de ler o maravilhoso, perspicaz e sempre actual Labirinto da Saudade do estimadíssimo Eduardo Lourenço
ou por ter feito panquecas em casa - coisa que já não acontecia há cinco anos - mas com uma receita muito mais simples, saudável e rápida: as panquecas de dois ingredientes (uma banana e dois ovos - vejam aqui), eu ainda acrescentei duas colheres de farinha, duas colheres de leite de côco e uma pitada de sal.

Sagrada família pop

Não percebi qual a necessidade do BE lançar cartazes acerca do legalização da adopção por homossexuais, quando se trata de um assunto encerrado, mas percebo menos ainda o histerismo gerado à volta do mesmo, especialmente aquele com dores alheias. A única coisa que me ocorreu quando vi os cartazes foi, "acho que eu já tinha reparado nessa questão dos dois pais"! (Apesar de a vida de S. José continuar bastante obscura na minha cabeça). Dou de barato que a circunstância não é a mesma. Deus e S. José não partilhavam o mesmo tecto e não resolveram adoptar um filho, mas a ideia de dois pais está lá, não?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Pingue-pongue

Depois da extracção do primeiro dente do siso na semana passada e da minha cara ter voltado à curva normal, marquei uma consulta de rotina no ginecologista que disse que estava tudo bem, reecaminhando-me para o dermatologista. Aproveitei a folga de ontem para passar pelo meu médico para conferir o resultado de uns exames feitos há algumas semanas e sim, está tudo bem, mas por vias das dúvidas sai uma ultra-sonografia. Fui ao radiologista que me disse que os rins estão óptimos, mas que há outros órgãos que não sairam tão bem na fotografia... e recambiou-me para o meu médico. Portanto amanhã volto ao meu médico de partida a ver se ele descobre se estou mesmo a apodrecer por dentro... ou se continua a valer a pena arrancar o outro siso.
Realmente com tanta coisa para fazer, só me faltava andar nesta dança de médicos!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Desejo de consumo

Um secretário.

Eu sei que não é a primeira vez que tenho esta ideia, mas o jeitão que me dava ter agora aqui uma pessoa para me tratar de burocracia e logística. Marcar consultas, ir às compras, levantar-me o correio, arrumar a cozinha, etc, para que eu pudesse ficar aqui descansadita a trabalhar, a preparar aulas, a escrever artigos, a fazer as minhas pesquisas... a minha vida seria tão mais simples.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Futurologia

O desemprego a bater-me à porta e eu não estava em casa...

(Na verdade, acredito que todas as coisas têm o timing certo. Acredito mesmo.)

domingo, 21 de fevereiro de 2016

"Somos um país de medrosos!"


entrevista de António Coimbra de Matos a Carlos Vaz Marques no Público de hoje não poderia ter tido um timing melhor! Serve-me como uma luva para o artigo que ando a amanhar.
Vão lá lê-la que se aprende mais do que aqui!
(excepcionalmente)

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Freak magnet XXVI

Com tanta coisa para contar ou tanta preguiça de escrever e descrever coisas, esqueci-me por completo de contar ao caríssimo leitor o que se passou no blind date de Lisboa.
O tipo até me pareceu boa onda, apesar de ter visto logo que não era o meu tipo, mas a conversa animada serviu de banda sonora a uma tarde bem passada. Cavalheiro e divertido, mesmo sendo mais novo. Plus point! De qualquer modo, não pude de sentir alguma estranheza (ok, muita) quando ele disse que nunca tinha viajado, corrigindo de seguida para "ainda não viajei assim muito", além de um estágio em São Francisco por alguns meses que lhe proporcionou a incursão noutros estados, não foi além de uma viagem a Espanha... Se calhar é comichice da minha parte, mas apercebi-me que avalio em certa medida as pessoas pelas viagens que fazem - ok, quando não tenho mais referências - e neste enquadramento não me é plausível que um marmanjo de 31 anos não tenha ido além de Espanha na Europa - e atenção que relevei o facto de viver em casa dos pais! A tarde até não correu mal, mas no regresso para o carro - e o carro estava longe - ele lembrou-se de contar uma série de problemas de vizinhança que tem. Não sei qual foi o propósito, menos ainda o enquadramento, só sei que eu só pensava nos motivos que o podiam levar a pensar que eu poderia estar interessada no barulho que as crianças e empregadas dos vizinhos fazem. Este assunto cansou-me tanto que lhe pedi que me levasse a casa, declinando a possibilidade de irmos a outro sítio.

Bom, vamos a um speed date?

A volta ao mundo transformou-se em volta ao Atlântico Norte



Já está marcada :)
e tenho sempre voos directos e lugar à janela! :))))

E agora com isso despachado
vou voltar à vida real!
Há um mundo de trabalho à espera que pegue nele...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cortando gorduras e concentrando-me na fibra

Há meses (anos?) que Maria Calíope anda a bradar aos sete ventos sobre a sua viagem à volta do mundo. Ela própria convencidíssima de um itinerário escolhido ao centímetro com régua e esquadro. Quis o destino ou uma combinação astral estranhíssima (estamos no ano do macaco, não é?) que dois eventos importantíssimos e irrepetíveis (um casamento, um nascimento) fossem calhar para a altura da minha volta ao mundo. Ando aqui nos últimos dias num corte-e-cose de voos e dias para conseguir marcar presença em todo o lado. Mas ontem o espírito santo baixou em mim enquanto via o Germany's Next Top Model e apercebi-me de que não tenho de me desdobrar em mil e andar a coleccionar carimbos qual passaporte da Expo. Há prioridades e há coisas que podem esperar. A viagem à volta do mundo transformou-se rapidamente a uma viagem a meio mundo... que entretanto nas últimas horas (e ao conferir preços de alojamentos) parece estar a engelhar-se numa viagem ao Novo Mundo. Espero que nos próximos dias a viagem não se esfumace.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Babel

A minha vida actual - actual há 13 anos - é uma confusão de línguas. Aprendi umas quatro ou cinco na escola e outras tantas por diversão. Falo com mais ou menos fluência quatro línguas e meia, três diariamente. Antes teria mais cuidado em dizer que confundo línguas, agora consigo fundamentá-lo cientificamente. O meu doutoramento foi a (minha) prova cabal de que as línguas não são estanques e que o cérebro não tem gavetas. Algures na minha tese dizia que a mistura de línguas tanto servia para o falante proficiente que domina as suas línguas e sabe quando melhor aplicar esta ou aquela, mas também para o falante menos proficiente que se socorre da língua mais disponível para conseguir se expressar.
Quando adquiri a obra Babel da Ana Aragão em Lisboa não lhe conhecia o título e só pensei que era a que gostava mais das que estavam em exposição e que estava contente por estar a cumprir mais uma coisa que havia dito há anos: queria ter um Ana Aragão em casa. No entanto, ao falar com o tipo da galeria disse-lhe "Queria aquele quadro ali que parece a torre de Babel!" ao que ele me respondeu "Chama-se mesmo Babel!".
Só quando cheguei a casa (Viena) e reparei numa reprodução da Torre de Babel de Bruegel que tenho aqui e eis que se fez luz. Babel tem tanto a ver comigo. Não poderia ter escolhido obra melhor. As línguas, a sua confusão e o princípio de tudo. Gosto desta ideia de casa como espelho do que somos e sem dúvida que estas paredes são a cara de Maria Calíope.

Fogo-de-artifício

Das Feuerwerk


Fern ein Feuerwerk
leuchtet auf, verlischt, und dann -
Dunkel wie zuvor...

Terada Torahiko


Voltei ao dentista e desta vez copiei o poema japonês que ontem tanto me encantara. As coisas não acontecem por acaso, mas antes de me ter cruzado com o livro na sala de espera do dentista, já me tinha inscrito num curso de japonês. Depois de todas essas casualidades ocorreu-me não ir ao Japão este ano e deixar essa viagem para outras núpcias.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Siso

Antes: Leitura de poemas de Pablo Neruda em versão bilingue (espanhol e alemão) e também um livrinho pequenino de poesia japonesa na sala de espera.
Durante: Quase uma hora para a remoção de um dente (sem contar com o tempo até a anestesia fazer efeito). Eu fechei os olhos pois prefiro não ver certas coisas, mas tenho a certeza que me escaranfuncharam a boca toda. Lembrei-me tanto daquelas vezes em que havia obras no prédio e que eu era capaz de jurar que havia uma daquelas martelos pneumáticos no quarto do lado. Agora foi mais emocionante pois era na minha boca e parecia ser na minha cabeça. Acho que as cadeiras de dentistas deviam ter headphones. No fim a médica disse-me "Como é que você tem esse ar tão delicado com uma boca tão pequenina e tem o esmalte e as raizes dos dentes tão fortes?"
Depois: Passei pelo supermercado - enquanto ainda tenho meia boca sedada - para comprar legumes para fazer sopa. E agora papas e descanso!

Parece que ainda me resta algum siso.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Uma pessoa a tentar marcar o mais depressa possível a viagem à volta do mundo

E de repente vê-se com
- voo e hotel marcado para Londres
- voo e hotel marcado para o Porto
- duas marcações no dentista para me ver livre dos dentes do siso (uma amiga já me avisou que vai parecer que fui alvo de violência doméstica).

Quanto à viagem propriamente dita conseguir reformular Moscovo por Abu Dhabi. Estou muito mais contente!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Notícias lá de casa

Pai: Então hoje como é o dia dos casados, eu e a mão fomos almoçar àquele japonês de Telheiras! (Eu não sabia que os meus pais celebravam o São Valentim... 37 anos e nunca dei por isso)

(Eu estava a expressar a minha inquietação em marcar a viagem à volta do mundo e fazer aquelas escalas, a meu ver, esquisitas - Seoul, Xangai e Moscovo)
Mãe: Mas é só escala?! Mas deve dar para passares pelo free-shop e comprares-me um iman, não?

Olhem, nem de propósito

Ando a preparar as minhas novas aulas e descobri isto:

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Por falar em medos

Como o caríssimo leitor estará lembrado, Maria Calíope quer cumprir este ano um desejo antigo: a volta ao mundo. Já tenho rota, datas, planos, orçamento e estou com medo das... escalas! Uma escala em Xangai, outra em Seoul desconcertaram-me um pouco, mas é a em Moscovo que me está a impedir marcar a viagem... Dá para acreditar?

Estava com algum receio de ir sair com um possível trolha

Mas safei-me a tempo.
Afinal não saio com desconhecidos que às 21h tentam combinar qualquer coisa para o próprio dia.
Meus amigos, até posso ser uma pessoa carente, mas quer dizer, tenho uma agenda e regras horárias que só se infringem em casos muito especiais - não era o caso.
A trolhice confirmou-se com a resposta: "Ok, é-me indiferente. Sou o rei do tanto faz."
Uff! Livrei-me de boa!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O livro

Começo a aperceber-me que toda a gente fica mais animada com os meus feitos do que eu própria. Estou a lembrar-me por exemplo quando soube que tinha entrado na faculdade - estava normalíssima - ou quando defendi a minha tese - aí estava em transe - mas tanto numa como noutra ocasião lembro-me de haver muitas pessoas muito felizes por mim. Agora com a proposta publicação do livro, está a acontecer a mesma coisa, o que me fez dar conta deste padrão comportamental. Toda a gente toda contente, de onde saliento uma amiga minha de Lisboa que ficou praticamente histérica (dizendo que só me falta o filho) e eu com aquele meu ar enfadado de quem tem de ir ao supermercado por obrigação.
Enfim, para memória futura: assinei hoje o contrato com a editora!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

As surpresas de Fevereiro

Este ano por estar fora no início de Fevereiro não vos fiz a ode do costume a este mês. No entanto, já de regresso a semana tem sido de várias comemorações e outras quantas surpresas. Tinha pensado em contar-vos hoje acerca do meu futuro livro - que já devo ter comentado algures num post qualquer - mas afinal para grande espanto meu, caiu-me na minha caixa de correio um convite para uma entrada de um dicionário enciclopédico. Outro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

11 anos de Mergulhos



Maria Calíope agradece às três alminhas que cá vão passando ao longo destes anos todos e que têm vindo a acompanhar
as suas tropelias.
Muito obrigado.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O casaco fofinho da minha avó

Já devo ter comentado por aqui que o meu ícone de estilo só poderia ser a minha avó.
O casaco de peles da minha avó era algo para ocasiões especiais. Era um objecto de fascínio para mim e para a minha irmã. Só me lembro de ela o usar em Missas do Galo e de eu e a minha irmã ficarmos ao lado dela no carro, na missa, pelo caminho a fazer festas ao casaco! As memórias não poderiam ser mais queridas.
Há uns anos quis comprar um casaco de peles (sintético) e lembrei-me do casaco de peles da minha avó. A minha mãe lá andou a tentar descobrir o seu paradeiro. Encontrava-se no guarda-fatos de uma das minhas tias. Passado este tempo, a tia engordou ou emagreceu e o casaco deixou de servir. O casaco veio parar-me às mãos. A minha primeira reacção ao vê-lo foi de enternecimento, mas ao pegá-lo acabou-se o deslumbramento. É falso. Completamente falso. Possivelmente no Canadá lá nos idos anos 80 de onde ele veio,
a pele sintética não tinha a sofisticação que tem hoje, mas era o casaco fofinho da minha avó e isso tem mais valor que a qualidade da pele sintética. Nessa medida, fui à costureira para o apertar e ficou fantástico! Estreei-o no Casino do Estoril e depois veio comigo para Viena! É só a temperatura baixar para ser eu a usar o casaco fofinho!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

E por falar em macaco!

Feliz ano novo do macaco, queridos leitores!


Prioridades macacas

Com mil coisas que poderia fazer, como por exemplo, acabar de escrever/rever um artigo que tenho de entregar na quarta, preparar as aulas novas do próximo semestre, inteirar-me da papelada do Erasmus dos miúdos, repensar a minha volta ao mundo, continuar a ler um dos 5 livros que comecei a ler no ano passado, pôr a roupa a lavar, rever a proposta da editora do meu futuro livro, o que é que eu resolvi fazer? Uma tabela em excel com todos os impostos que paguei activamente desde que vim para a Áustria, como já são mais de 10 anos e como pago dois tipos de impostos trimestralmente, é quase trabalho para um artista plástico! Era uma coisa que já andava a pensar fazer há anos para me livrar dos mil envelopes e papeluchos onde tenho isso dispersamente apontado. Hoje foi o dia!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Rescaldo dos dias em Lisboa

- Insisti em conviver com (antigos) amigos que já não me dizem nada. A ver se é desta que tiro qualquer lição.
- Cedi a pressões para estar com pessoas cuja companhia receava e reconheci que quando há cumplicidade, amizade e alegria não há divergências laborais que se sobreponham.
- Vi amigos meus a vibrarem com conquistas minhas que de mim arrancam um mero "sim, é fixe!" ou coisa que o valha.
- Não me lembro de num passado próximo ter passado tanto tempo a brincar com bebés e crianças.
- Parece que tenho um Pós-Doc no meu horizonte.
- Fui ao Mercado da Ribeira e adorei o espaço!
-Voltei de Lisboa sem comprar um trapo para mim - a mala da Parfois foi só para descargo de consciência e não me dizerem que não invisto em Portugal.
- Em compensação, trouxe o Babel da Ana Aragão para casa!

Rescaldo dos anos do meu pai

A prenda - Ele adorou a prenda (um álbum com fotografias das minhas viagens, mas também de outras viagens em família) e lançou um "mais vale uma prenda baratucha de que o pai goste do que gastarem muito dinheiro com coisas à balda" - isto quer dizer na linguagem do meu pai que ele gostou muito, apesar de no momento eu só me ter ocorrido que não tinha sido barato!

O bolo - O bolo também saiu em cheio: mandámos fazer um bolo com uma foto do meu pai (uma foto que ele adora e tem espalhada por todas as divisões) impressa de um lado e uma pista do aeroporto do outro. O meu pai ao ver o bolo, agarrou-se à máquina fotográfica e não parava de o fotografar. Na hora de o cortar, não queria que cortássemos a parte da foto (meio bolo).

Ele disse que gostou da festa e isso é o mais importante.




Pés no chão (109)

E com mais chão polaco termina o nosso passeio outonal em Fevereiro e eu entretanto estou quase a chegar à casa de partida!

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Pés no chão (108)

E a maravilha de encontrar mais chão forrado a folhas outonais em Varsóvia?! Pois... Há pessoas que rejubilam com estes brindes quotidianos. Maria Calíope é uma delas!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Pés no chão (107)

Depois do interlúdio com o aniversário do meu pai, o Pés no Chão regressa em grande, em alto e em luxo... 18º andar do Westin de Varsóvia!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

75 anos

Há pessoas que gostam de fazer anos, sejam 7, 24 ou 43. Há pessoas que a partir de certa altura acusam a idade e deixam de gostar de fazer anos, como se isso fizesse o tempo parar. O meu pai faz anos. 75 para ser mais específica. E continua a gostar de fazer anos como sempre gostou. Não há altura mais previsível para eu estar em Lisboa que o início de Fevereiro porque há coisas impagáveis. E cada aniversário do meu pai é cada vez mais precioso!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pés no chão (106)

Eu continuo sem crer nesta coincidência! Não sei se anos bissextos me são de boa memória, mas quero acreditar que sim. Continuamos com as folhas amarelas de Viena a emoldurar a brisa marítima de Lisboa.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Pés no chão (105)

E o prodígio continua! Outono em Fevereiro. Fevereiro e Outono de mãos dadas ou com os pés no chão com folhas enrubescidas de vergonha! Calor não pode ser :)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pés no chão (103)

Ai destino prodigioso! Começar Fevereirinho com os pés no Outono! :) O caríssimo leitor está cansado de saber que Maria Calíope tem aquela paixão assolapada pelo mês de Fevereiro, mas que a sua estação preferida é o dourado Outono. Nunca me tinha ocorrido sequer conseguir casar as duas. Aqui nos Mergulhos há sonhos que se concretizam, mesmo aqueles nunca sonhados!