quinta-feira, 30 de julho de 2015

Prioridades...

Um dos objectivos da vida pós-tese era perder peso, depois das maravilhas gastronómicas que descobri nos Açores e dos possíveis 10kg que se agregaram a mim, esse objectivo passou a prioridade. Pretendo rever a minha dieta alimentar e começar a mexer-me mais (whatever that means). Hoje para provar a mim mesma que estou a levar as minhas ideias a bom porto, vim da faculdade para casa a pé. 50 minutos a caminhar e tal. Cheguei a casa e descobri uma bola de berlim no frigorífico... (Não ia ficar para estragar, não é?)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Pijamas

Desde que mudei o meu quarto no Natal do ano passado, resolvi investir em pijamas. Para isso a Women's Secrets e a Oysho contribuiram em muito nas minhas passagens por essas lojas em Portugal. Nesta viagem, voltei a comprar mais uns exemplares que são deliciosos e que com certeza assegurarão sonhos e noites bem-agradáveis.

Estou de volta!

Apercebi-me que em 10 pés no chão programados só me enganei uma vez. Saltei o dia 27 vá-se lá saber porquê...
De resto, estou de volta a casa, contente como sempre de voltar às minhas rotinas, pois estar de férias ou estar em Lisboa nunca me serve para descansar.
Agora a dúvida que me invade o espírito é se acabo o livro que levei para as férias Heureux les heureux da Yazmina Reza, se aposto em leituras sobre o Marquês de Pombal - sobre as quais me comecei a debruçar nos ares entre Colónia e Viena -, se começo na Rainha Ginga do Agualusa que era uma das minhas auto-sugestões de Verão, se retomo o livro das dietas da Ágata Roquette que a minha irmã me deu ou se largo o Lonely Planet sobre a Argentina que jazia no meu correio.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Pés no chão (60)

Dar umas braçadas na piscina é óptimo, mas ir à "praia" e nadar no Danúbio é um autêntico luxo!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Fui ao cabeleireiro

Saí do cabeleireiro de cabelo esticado a pensar que pareço daquelas angolanas que transpiram elegância e possivelmente dinheiro também! O sol dos Açores e da Ericeira trataram-me do bronze, só a falta de rabo é que denuncia!

domingo, 26 de julho de 2015

Pés no chão (59)

Já vos tinha dito que andar de flores na mão confere-nos poderes mágicos, mesmo que seja a atravessar uma rua.

sábado, 25 de julho de 2015

Pés no chão (58)

O meu regresso à Amalienbad, que é como quem diz, o meu regresso à natação!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Pés no chão (57)

Os sapatos mal se vêem, mas o que eu adoro a saia amarela e os collants no mesmo padrão. Aqui na Konzerthaus.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Pés no chão (56)

Calçoneca e costas descobertas fizeram furor nessa festa de anos dupla no Neni

quarta-feira, 22 de julho de 2015

No lugar do pendura

Maria Calíope diz:
a. Queres que leve o carro?
b. Queres que tire o carro daí?
c. Passa, passa, mas deixa que eu trato disso...
d. Todas as respostas anteriores com respectivas concretizações!

Esta viagem está a ser uma epifania, qualquer dia até digo que gosto de conduzir, para já foi só terapêutica: consigo conduzir qualquer que não o "meu".

Pés no chão (55)

É a vantagem do Verão: muitas sandálias, muitos vestidos!

terça-feira, 21 de julho de 2015

Pés no chão (54)

Talvez este seja um dos pés do chão mais bonitos do que me lembro, mais o chão que os pés: a entrada do Toma tu tiempo aqui em Viena

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Pés no chão (53)

E um salto rápido ao escritório com uns escritos em henna do Dubai ainda nas pernas... E estes sapatos desde que foram ao deserto ficaram com este ar empoeirado!

domingo, 19 de julho de 2015

Pés no chão (52)

E o chãozito brilhante da ópera de Mainz

sábado, 18 de julho de 2015

Pés no chão (51)

Eu só consigo ver aqui duas rodas pegadas, mas aparentemente isto têm a ver com qualquer coisa de tipografia. É um dos símbolos da cidade de Mainz.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Frankfurt

A próxima vez que eu me lembrar de aceitar uma escala de mais de seis horas num voo intraeuropeu, alguém me dê um par de estalos.

Tentando rentabilizar o tempo aproveitei as espreguiçadeiras do aeroporto para pôr o sono em dia.

Noto que estou a desenvolver um sentido que não discrimina possíveis lugares de repouso. Ontem nem dei conta das 2 horas entre Graz e Viena - dormi tão bem no banco do autocarro que ate babei!

Pés no chão (50)


Pés no chão quer muitas vezes dizer que não ando por cá, mas desta vez quer mesmo dizer férias. Aqui ainda por um belíssimo espaço vienense que dá pelo nome de Sophien Sälle



quinta-feira, 16 de julho de 2015

Très chique

Passei dois dias a falar francês como língua franca.
Ouvi palestras sobre as especificidades da língua portuguesa de um professor polaco em francês e conheci um outro italiano que vive na República Checa, mas é da próxima cidade italiana que vou visitar (numa conferência, claro!)

quarta-feira, 15 de julho de 2015

terça-feira, 14 de julho de 2015

Problemas temos todos

A diferença é como lidamos com eles. O segredo é tentarmos tirar partido das situações problemáticas.

Dica: Não adiar a resolução de problemas. Só mói e arriscamo-nos a ter uma bola de neve.

(Este momento foi patrocionado por toda a bibliografia do Paulo Coelho)

Era um cornichon e eu não sabia...

E eu achava que descascar pepinos era mau...
Depois de ontem à 1:30 ter descoberto uma mega infiltração na casa-de-banho e de uma consequente noite mal dormida, às 7:30 da manhã já tinha ligado a uma vizinha, batido à porta de outra, à porta da porteira, ligado para o condomínio, falado com o canalizador que viria no espaço de uma hora.

A sério...

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Solução à vista

Passei hoje o dia a descascar pepinos e a servir de bombeira de serviço. Saí do escritório a tarde e a más horas, acabei por bater com o nariz na porta de onde ia buscar uma encomenda, mas em compensação passei por dois supermercados para aviar pedidos de casa onde estava meia cidade a fazer fila e a entupir as caixas. Com isto tudo acho que já mereço marcar um voo para Buenos Aires.

Projecto Marquês

A operação Marquês não faz correr tinta apenas entre altos dirigentes do PS... aqui também vai dar que falar. Ainda nem sei bem do que se trata, mas já contam comigo. E eu? Bem, eu preciso de novos desafios.

254º momento cultural: 2cellos

Não me lembro nos anos mais recentes de ter tido um dia tão ocioso. Acordei tarde e más horas e apercebi-me de que estava tempo bom para ir nadar ao rio. Liguei a uns amigos, não atenderam. Liguei a outra amiga e também não atendeu. Preparei-me para a praia e estava eu quase pronta e liga-me primeiro uns e depois a outra. 
O que me vale é que somos todos despachados e vivemos todos relativamente perto. 30 minutos depois estávamos os 4 no metro a caminho do Danúbio. E foi um autêntico dia de praia. ficámos lá horas e eu voltei a nadar de uma margem à outra e voltei à margem de partida! E mais sol e conversa e risos. 
Muitas horas depois ainda passámos por casa de um amigo de amigos para beber um café. 
Duas horas de pausa para cada um ir para sua casa tomar banho e ponto de encontro marcado para irmos jantar à Rathaus e ver os 2cellos ao vivo num coliseu romano em Pula (Croácia). Que coisa genial! O espaço, a música, a energia... vejam aqui! Uma maravilha. Ver isto ao vivo é que deveria ser o máximo!

sábado, 11 de julho de 2015

Phʳᵃᵚ Dᵓᵏᵗᵊʳ LV

Quando fui buscar o certificado do doutoramento também recebi um documento anunciando que o estado austríaco me permite a mim, até há pouco comum-mortal, a utilização do título Dr. phil. antes do meu nome. Que coisa fenomenal! O estado austríaco para além de se refastelar com os milhões que pago de impostos perdeu um bocadinho do seu tempo para me dar esta benesse. Que luxo!

Segundo a minha mãe, lá em casa, só falta haver romarias... muita gente (não sei quem) liga-lhe a dar os parabéns e a perguntar exactamente como foi e o que é que eu fiz. Vale a pena lembrar que a minha mãe leu a minha tese de fio a pavio (e foi de grande ajuda aquando da revisão). E ela lá conta, mas no outro dia saiu-lhe isto: "Então, ela é doutorada em filologia romântica!". Portanto nada que eu não tivesse pensado, como se pode comprovar aqui e aqui.

Hoje andava aqui a tratar da inscrição para um congresso e de repente num documento da universidade dou com os olhos em "Frau Dr. Maria Calíope"... confesso que my heart missed a beat or two!
 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

A prova de que o mundo está paranóico

Há uns dias correu a notícia que um actor português foi detido e interrogado por suspeita de terrorismo porque o vizinho do lado do avião achou suspeito ele estar a ler umas coisas "esquisitas" e ter um cronómetro no tablet, sendo que assim só poderia ser terrorista. Eu deduzo - não sei - que as orações budistas não são escritas em árabe, mas até poderia ser em cirílico - o senhor achou que aquilo tinha toda a pinta de comando-suicida, incluindo o tal actor.
Para mim, isto é a prova cabal como as pessoas estão a tornar-se paranóicas e pior ainda, aversas à diferença, tudo o que é diferente passa a ser mais do que suspeito. Um terrorista a sério a chamar atenção sobre si seria já a accionar o dinamite...
Enfim, qualquer pessoa pode ser um terrorista... e é como os psicopatas são sempre boas pessoas. Quando vim do Dubai, trouxe um Corão - pois já há muito tempo que o gostaria de ler - e estava aqui a pensar com os meus botões se o levasse como leitura de viagem, mas mil horas que vou passar em trânsito na semana que vem. Ia ser giro ia...

Lançando notas

Estava eu a tentar lançar as notas no sistema completamente user-unfriendly, quando me apercebi que faltava um aluno na lista (eles têm de se inscrever no exame, caso contrário não há nota). No acto mandei um email ao aluno em causa:

Aluno (=nome)!
Não te inscreveste na prova! Dá-me o teu número para ver se eu resolvo isso.

Um par de minutos depois, a criancinha* manda-me o número de matrícula e o seu telefone (!), pois não percebeu bem o que é que eu precisava!


*30 anos recentemente.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Corrigindo exames

"E numa madrugada nublada ele desapareceu em Alcácer-Quibir!"

terça-feira, 7 de julho de 2015

Phʳᵃᵚ Dᵓᵏᵗᵊʳ LIV

Apesar de já ter dado a rubrica "Phʳᵃᵚ Dᵓᵏᵗᵊʳ" por terminada com o "fim", continuam a ocorrer episódios dignos de referência e eu cá estou para os relatar.

Hoje fui buscar o certificado da conclusão do curso do doutoramento. Aqui não somos obrigados a encomendar o diploma para poder ter o dito certificado e ao contrário de tudo o resto, o processo foi bastante rápido e quase eficiente. Três dias úteis depois da defesa foram lançadas as notas e no dia seguinte recebi a informação que tinha concluído o curso e que poderia ir levantar o certificado. Fui hoje
. Estava eu a confirmar todos os dados e dei com a data de emissão do documento de 30 de Junho de 2051!!!
Realmente eu demorei mais tempo que o previsto a terminar, mas não foram 50 anos!
Se calhar estão a preparar-me uma surpresa tipo Honoris Causa quando eu fizer 73 anos, também é uma ideia gira, se entretanto não apanhar Alzheimer e nem me lembrar de que terra sou!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Concretizar sonhos - acto ou efeito de cumprir objectivos

Se o atento leitor estiver bem-recordado, a grande motivação de Maria Calíope terminar o seu doutoramento seria ter a sua vida de volta e deixar de viver refém da consciência pesada de não estar a escrever/ler/pesquisar e despachar a tese. Como isso não era o suficiente, Maria Calíope tratou de colocar uma cenoura à frente do seu nariz (o curso de tango em Buenos Aires) e mais outra (a viagem à volta do mundo) para agilizar o processo!
 Agora de consciência leve e espírito livre, mantendo os horizonte largos do costume, Maria Calíope vai mesmo morder as suas cenouras!
Nesta casa, os sonhos chamam-se objectivos e no que dependerem de mim são para ser cumpridos. Já faltou mais para calçar os meus sapatos de dançar e enfiar-me num avião rumo à Argentina! E que gosto que é cruzar meridianos e chegar às minhas metas!

domingo, 5 de julho de 2015

Este ano tardou...

... mas voltei finalmente aos banhos no Danúbio!
Realmente é impressionante como todos os anos me surpreendo com o deleite que é poder nadar no rio!

sábado, 4 de julho de 2015

Moët & Chandon

Nem sei há quantos anos que te me ofereceram uma garrafa de moet. Foi há tempo suficiente para eu não saber o seu valor mas para a guardar para uma ocasião especial! Foi ontem!
Soube muito bem, mas digamos que já estava douradinho!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Gerberas vermelhas

 Andar pela rua com um ramo de flores pela mão resulta sempre em poderes mágicos e na curiosidade alheia!

quarta-feira, 1 de julho de 2015

E de repente já estamos em Julho



E de repente já passámos metade do ano.

Voltei à natação no domingo.

Já me inscrevi no curso de russo.