domingo, 31 de maio de 2015

Voltei

Tenho uma ideia muito denegrida acerca dos homens que frequentam conferências, simpósios e outros eventos académicos. Excepções contam-se pelos dedos de uma mão... Desta feita, dei por mim num simpósio com muitos tipos bem parecidos, com um ar saudável, roupa cuidada, vozes melodiosas, pele bronzeada e até perfumados qb...


acho que eram todos gays!!!!


Pés no chão (42)


Mais uns pés descalços que significa que estava em espaço sagrado. A mesquita farbergé, de que vos falei lá em baixo. 

sábado, 30 de maio de 2015

Pés no chão (41)

Lembram-se daquele modelito jeitoso que comprei há duas semanas... olhem que bonitinho que ficou com as minhas sandalocas e o chão dos corredores do hotel. Calhou bem, não acham?

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Pés no chão (40)

E há souks muito sofisticadas... com mosaicos no chão e tudo como podem ver!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Pés no chão (39)

Tesouros há no Dubai em todo o lado... aqui estava num centro comercial daqueles gigantes, com alas temáticas e aquários lá dentro!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Pés no chão (38)



Nesta sequência dos Pés no Chão, vou provar que tenho mais do que um par de botas de cano alto pretas! Mas botas altas no Dubai não faziam sentido nenhum. Aqui temos o chão de um barco simpático por onde passeei no Creek.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Pés no chão (37)

Um dos sonhos da minha vida era ir ao deserto. Há anos, décadas que queria ir ao deserto. O Sahara estava quente demais para nós no Verão de 2012 e agora foi-me servido o Sharjah e como bónus o do Dubai. Este deserto era daqueles de areia vermelha com dunas e tudo o mais... mas não foi nada da experiência que eu estava à espera. Não foi só eu e o deserto, nem pôr-de-sol nem céu estrelado, em compensação havia mais 20 jeeps e fizemos um autêntico rali no deserto... mas ainda houve o momento de ficarmos atolados na areia, na diagonal...  Se calhar tinha tantas expectativas em relação ao deserto que ao deparar-me com ele fiquei assim boqueaberta, sem saber para onde olhar, sem saber o que fotografar, sem saber o que sentir. Não era isto que esperava, contava com uma autêntica comunhão entre mim e o deserto, mas em 20 minutos e rodeada de mil pessoas era quase impossível. No entanto, posso assinalar ali ao lado no "Um dia eu hei-de" que fui ao deserto. Mas um dia hei-de voltar!

Dubai em poucas palavras

Há quase 10 dias que voltei do Dubai e ainda não vos contei nada. Foi uma viagem de contrastes. Moderno, tradicional, religioso,vanguardista, desértico. Valeu pela experiência, mas não me parece que seja para voltar.

Um Porsche giro. Um casal a passear no centro comercial




 
As fontes dançantes do Dubai Mall
 O Burj Kalif
Uma das mil mesquitas com o seu toque Fabergé e as horas de rezar




 Praia jeitosa em Abu Dhabi

Pôr do sol na Marina do Dubai







 O deserto de Sharjah

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Fim-de-semana de três dias

E nem assim consigo dar conta do recado...

domingo, 24 de maio de 2015

Eurovisão

O facto de ter sido convidada para ir assistir a final do festival da canção em casa de amigos, apesar de não ser uma première, já seria surpreendente q.b.. O facto de chegar lá e haver bandeiras dos países de todos os convivas, de todos os outros convivas já conhecerem as músicas e terem as suas preferidas deixou-me um bocadito atónita... Mas quando dei com os olhos em folhas com tabelas com o alinhamento da final: país, intérprete, nome da canção e foto seguido de uma grelha para a nossa própria avaliação: canção, presença em palco, roupa, sex-appeal, etc apercebi-me que tinha ido ver a eurovisão entre profissionais!
Foi um belo serão e só tenho pena que a Áustria e a Alemanha não tenham recebido ponto nenhum (contavam entre as minhas preferidas a par de Itália, Chipre e Israel)

Branco mais branco?!



O fim do mundo está para breve!

Em 36 anos de vida e 12,5 a viver sozinha cheguei ao dia em que fiz duas máquinas de roupa num mesmo dia! Mais, a primeira foi só de roupa branca e a segunda com o resto. Nem vos vou dizer que também lavei louça (já não tinha mais canecas) e andei a arrumar roupa... tenho uma reputação a manter! Mas já agora, uma perguntinha ao leitor: como é que o caríssimo leitor lava a roupa branca para que ela se mantenha brance e não acinzente nem amareleça?  Agradeço tanto mezinhas como produtos miraculosos!

sábado, 23 de maio de 2015

Vienna: 12 points!

A febre do festival da canção instalou-se em Viena esta semana e hoje atinge o seu ponto alto. A final! Há ecrãs gigantes pela cidade e apesar do tempo miserável há dezenas de milhares de pessoas que se têm juntado na rua para assistir as várias fases do espectáculo na rua. Ontem ao chegar a casa, vi pessoas vestidas para o festival da canção e hoje dei finalmente com os semáforos comemorativos ao atravessar uma rua. Já contei que a Conchita virou ídolo nacional e eu acho isso um passo de gigante na mentalidade conservadora austríaca, mas agora os semáforos foram a cereja em cima do bolo. Aparentemente são para ficar!

quinta-feira, 21 de maio de 2015

250º momento cultural: Still Alice

Pode ser que no fim-de-semana consiga finalmente escrever qualquer coisa sobre os Emiratos, mas estes dias têm sido muito concorridos daí os posts terem escasseado. No voo de regresso consegui ver um filme... o que parecia uma coisa simples (ver um filme) tornou-se numa autêntica odisseia e acabou comigo a pedir à pessoa do lado para terminar de ver um filme no ecrã dela. Com mil assentos no Boeing 777 saiu-me o que tinha o televisor que não durou mais de 20 minutos - e sim, a tripulação tentou resolver a coisa infrutíferamente e não, não havia lugares vagos -
Mesmo assim consegui ver o filme todo, e que filme! Gosto da Juliane Moore, sabia que tinha recebido o Óscar por este papel e simpatizei logo com a personagem dela por ser uma professora e investigadora de linguística. O filme conta como possivelmente o caríssimo leitor saberá, o declínio de uma mulher de sucesso tanto a nível pessoal como profissional face a uma doença - alzheimer -. E é penoso ver como pequenas brancas dão origem a muitos lapsos e lacunas de memória até ao momento em que esses espaços são preenchidos por desespero.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Musa

Quando um aluno me diz que depois de me ter ouvido casualmente numa aula onde estava meramente a acompanhar outra pessoa decidiu aprender português, (no caso, cultura portuguesa e ir fazer Erasmus para Lisboa) tenho a impressão que sou bem-sucedida na profissão que tenho e que ando a fazer as coisas bem, mesmo que muitas vezes pense que poderia fazer muito mais e melhor! Mas a resposta que me saiu foi:

"Oh! Olha, sou musa e não sabia, querem ver? Vocês tenham lá cuidado comigo e com as minhas influências, talvez seja melhor virem de óculos escuros para as aulas!"

terça-feira, 19 de maio de 2015

Adivinha

Estive num sítio de superlativos. Parecia o quarto cheio de legos de um miúdo mimado que quer impressionar tudo e todos. No caso, não era um miúdo e, pior, tem dinheiro suficiente para mandar fazer tudo o que lhe passar pela cabeça.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sobrevivi

a quase 5 dias sem internet... e praticamente não me lembrei que havia mundo para além do meu horizonte. Não me obriguei a não ter internet, simplesmente não havia e eu achava que ia começar a ressacar, a estribuchar por não saber o que andava a cair no meu mail. Estranhamente desliguei-me do mundo. A minha maior preocupação (e olhe lá) era não desidratar nem arder ao sol.
(Estou de volta)

domingo, 17 de maio de 2015

Pés no chão (36)

Mais chão do Vasco da Gama, mais concretamente o da loja Oysho. Não foi só o tetra-avô que andou a explorar as maravilhas orientais, eu também fui, embora para aproveitar a ponte só tenha podido limitar-me ao Próximo Oriente. Estou quase de volta, não desesperem que não vão precisar de ver mais as botas pretas!

sábado, 16 de maio de 2015

Pés no chão (35)

Continuo por Lisboa - aqui nos pés no chão - desta feita a palmear o Vasco da Gama!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Pés no chão (34)

Vá, isto só foi meia dúzia de passos à frente...sames shoes, same place!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Pés no chão (33)

Parece que não tenho outro par de botas, já sei, mas surpreender-se-iam se me vissem a sapateira. Aqui andava eu por Lisboa, mais precisamente quando descobri o belíssimo edifício da Embaixada.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pés no chão (32)

13 de Maio é dia de Fátima. Eu fui ver se encontrava não Nossa Senhora, mas a Senhora de outrém... muitos outréns! (Acho que estes pés no chão estão à espera de um elevador).

terça-feira, 12 de maio de 2015

Life imitates art

Se ontem via tudo nos borrões de Kandinsky, hoje o mundo fabuloso de Hundertwasser poderia espelhar-me o dia. Mais um dia e mais uma volta no carrossel.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Às cegas

Estou com uma neura tão grande que era capaz de pintar um Kandinsky de olhos vendados.


(daqueles outros mais feiosos e borrados)

domingo, 10 de maio de 2015

248º e 249º momentos culturais: Festival de Cinema Nórdico

Já de há uns anos a esta parte que não tenho falhado o festival de cinema nórdico e este ano consegui manter a tradição (coisa que não aconteceu com o festival de cinema francês), mas pela primeira vez em 5 anos, não fui ver nenhum filme norueguês, de qualquer modo não fiquei nada mal servida.

Ontem fui ver o Centenário que saltou pela janela e desapareceu, um filme sueco que até acho que esteve em cartaz há uns anos e segundo consta é um bestseller sueco. A história são na verdade duas: o homem que realmente salta da janela e acaba sem querer numa aventura com um ex-guarda de uma estação de comboios, gangs de skins, um rapaz indeciso, um elefante e a sua dona; paralelamente o centenário vai contando peripécias da sua vida que foi desde conhecer ditadores como Franco e Estaline a passar por um campo de concentração, mas tudo isto contado de forma bastante anedótica.
Acabou por ser um filme bastante divertido, cheio de non-sense, mas com conteúdo.

Já hoje (antes das tarefas domésticas) fui ver o filme finlandês "Open up to me" que se enquadrou mais no modelo "clássico" dos meus filmes noruegueses. Daqueles filmes que não têm princípio nem fim, só são uma fatia na vida de algumas pessoas e não havendo fim, não há final feliz. O ponto de partida consiste no facto de uma pessoa se passar por psicóloga que faz terapia a um casal com problemas no seu casamento. Para além de ela não ser psicóloga, trata-se de um transgender e revela-o ao marido, com quem acaba por se envolver. Pelo caminho é contado como a sua filha e ex-mulher estão a sofrer as consequências de ele ter mudado de sexo. Assim, parece uma história sem interesse nenhum, mas é só por eu estar a contá-la assim sem jeito nenhum. Gostei bastante do filme por mostrar a realidade tal como é, a vida é assim mesmo, cheia de acasos e casualidades. 

Dona-de-casa

Cozinhei, lavei a louça, fiz uma bainha, passei e dobrei roupa... tudo
hoje!

Se tivesse aspirado a casa e visto a novela, teria sido o ramalhete completo!

Eu bem vos digo, o final da tese aproxima-se e consequentemente a minha metamorfose em sopeira!

sábado, 9 de maio de 2015

Banho de compras



Apesar das minhas queixas dali debaixo o certo é que esta semana vou aproveitar o feriado e sigo para o sol, praia e um destino que já me está na mira desde os 15 anos! 

Fui dar uma volta para ver se comprava um biquíni novo... experimentei uns 10... e acabei por trazer este vestido! Mas a caminho da caixa ainda se me agarraram aos braços três t-shirts às riscas, dois pares de leggings e ainda dois casaquinhos/mangas!


Pronto já estou mais animada!
E estes Weeknd não são nada maus...

Uma musiquinha?


Já sei que isto anda aqui meio paradote, mas nesta vida de saloia autómata: casa-trabalho-trabalho-casa, não me tem sobrado ânimo para muita coisa. Portanto ouçam mas é uma música com um ritmo com uma cadência tão boa que a mim sabe-me a tango! (Tenho ouvido isto na rádio, só agora é que isto faz parte da banda sonora do outro filme...).

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Mais figuras imaginárias

A minha mãe sonhou que tinha ido comigo ver uma exposição/feira/evento que eu tinha organizado, mas que para lá chegar tínhamos tido de (ultra)passar um Adamastor de pedra (não fôssemos nós tetra-netas de Vasco da Gama). Fizemo-lo, claro está, e seguimos para o tal evento. A minha mãe estava encantadíssima com o que viu e garantiu-me que o nome do evento era super giro, só que ela não se lembrava dele.

Parece-me um bom augúrio para o que quer que seja!

terça-feira, 5 de maio de 2015

Chamaram-me de Kuan Yin



Só espero é que nenhum dos meus braços seja uma prótese...

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Phʳᵃᵚ Dᵓᵏᵗᵊʳ XLVII




O pós-entrega/avaliação da tese e pré-defesa tem sido um circo tão grande que eu acho que estou no Absurdistão!


Só espero que quando Godot chegar, não seja eu a palhaça!

domingo, 3 de maio de 2015

247º momento cultural: Como água para chocolate

É daqueles nomes que me ficaram na memória Como água para chocolate o nome da autora também, Laura Esquível. Foi o primeiro livro que li em espanhol, sei que adorei. Adorei ao ponto de comprar mais livros da Laura Esquível e sei que os li. Sei que adorei. Mas não me lembro de nada. Só me lembro de que gostei! Quando vi que o festival de cinema latino americano apresentava Como água para chocolate não hesitei um segundo. E fui ver hoje o filme. Foi inacreditável! Vi o filme como se não conhecesse a história, não a conhecia mesmo... nada, nem que eram três irmãs, nem da história de amor, nem se acabava bem ou mal.
Como é possível que a memória me pregue estas partidas? Ao ver o filme sei porque é que gostei tanto do livro: estava no 4º ano da faculdade e ainda no rescaldo da minha paixão assolapada por Heathcliff do Wuthering Heights. Hoje em dia como sou uma pessoa muito mais vivida e experiente (ahahahahah) não iria achar uma história por aí além!

sábado, 2 de maio de 2015

Belgrado

Belgrado surgiu no meu horizonte por teimosia. Decidi-me casualmente pela Sérvia há um ano no âmbito de um programa de intercâmbio entre os países que me eram oferecidos. A Universidade de Belgrado aceitou-me mas tudo o resto correu mal, tão mal que seis meses depois, eu cansei-me de trocar mails com Deus e o mundo e manter o processo estagnado. Acontece que com boa vontade resolve-se muita coisa, neste caso foi juntar a fome e a vontade de comer. Eu queria ir e a colega - que eu não conhecia, mas que me conhecia da minha palestra em Bucareste - queria que eu lá fosse. Resolvemos as coisas numa semana entre nós e lá fui eu!
Cheguei a Belgrado e fui directa para a faculdade. Já tinha alunos à espera. (Esta, a de Filologia é que é a certa).

A cidade foi fronteira em tempos passos entre o Império Austro-Húngaro e o Império Otomano.

Também é banhada por dois rios, o Sava e o Danúbio.

O que mais vi foram igrejas ortodoxas sérvias. E que bonitas que são. Adoro o estilo bizantino com os mosaicos e os dourados.

Mas Belgrado também foi palco de guerra. Isto são memórias vivas dos bombardeamentos da ONU aquando da guerra do Kosovo.
No entanto, a cidade hoje é moderna e extremamente viva. Há uma cultura de rua, como em Espanha, e vêem-se pessoas cuidadas. Pode até haver pobreza (e há com certeza) mas não há visível, pelo menos no centro da cidade.

Nesta zona ribeirinha, eu encontrei um mutante de uma esfinge com o cavalo de Tróia!

 E não foram só as letras cirílicas que me encantaram. As latinas também!




Surpresas...

I
Estava eu a sair do hotel de Belgrado, encaminhando-me com calma para o autocarro para o aeroporto quando ouvi entre mil outros barulhos alguém a gritar. Era muita gente e havia muitas vozes mas uma era mais alta e até parecia chamar o meu nome. A única pessoa que conhecia em Belgrado não seria com certeza por isso continuei a puxar o meu troley, nem sequer olhando para trás. De repente a voz aproxima-se, de repente era mesmo o meu nome que alguém estava a dizer e de repente à minha frente estava uma amiga minha. Incredulidade, estupefacção e alegria foi o que se estampou na minha cara. Na ida para Belgrado, uns dias antes, mandara-lhe um sms para irmos ao cinema no domingo (amanhã). Ela não podia... Não comentei que ia uns dias à Sérvia e como é óbvio não imaginava que ela iria decidir espontaneamente parar um dia na cidade no percurso até à Bulgária. Há acasos fantásticos!

II
Isto de ouvir pessoas a gritar o meu nome começa a ser recorrente. Mas vá hoje liguei o nome à pessoa. Hoje numa escada rolante era o meu antigo namorado austríaco, a mulher dele e a família dela. Não os via aos dois há uns bons três anos e o mais estranho é que sempre que os vejo tenho a impressão que o tempo não passa por mim...

III
Ia simplesmente fazer as minhas compras da semana. Era a última coisa que me apetecia fazer, menos ainda quando saí do metro e deparei-me com um concerto/manifestação a favor da legalização da marijuana.... Uma pessoa sem vontade de ir ao supermercado e de repente ter de levar aquela gente toda alternativa (centenas e centenas). Mais ridículo ainda foi eu sair de pacote de papel higiénico numa mão e um ananás a sair-me do saco ao ombro a contornar aquele pessoal com bandeiras e cães... Bom, pelo menos ficou logo claro que eu não fazia parte do grupo!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Horizonte cirílico II

Afinal não era bem no sítio ali de baixo onde estou - apesar de ser o letreiro mais perto da porta - isto de uma pessoa ser semi-analfabeta dá sempre azo a manipulaações! Bom, mas estou mas é aqui:


Nota: Afinal também não era esta. A primeira era a de Biologia e esta a de Filosofia.

Pés no chão (31)

Para celebrar Maio e a inexistência de impossíveis em pleno Dia do Trabalhador, vamos recordar um belo dia de Fevereiro em que se à saída de casa já mal encontrava os meus pés, quando regressei cerca de 10 horas depois não sabia dos joelhos, tanta era a neve aqui no jardim!