Bem sei que o Ano do Cavalo ainda não terminou, mas estou radiante por ver que o puro-sangue que me calhou em sorte fez um belíssimo trabalho e passou o ano a fazer com que eu levasse as minhas coisas a bom porto.

Lembrando-me meramente dos focos principais dos propósitos de 2014, o saldo já seria positivo: o meu pai está visivelmente melhor e entreguei a tese. Só por isto o ano já teria sido memorável... mas houve tantos mais motivos para sorrir (sendo que alguns deles vinham também na listinha adicional de pedidos extra).
Entrei em projectos tão inesperados como gratificantes. O dicionário foi com certeza o ponto alto (apesar de ainda não ter visto a luz do dia), mas traduzi guias de viagem e fiz gravações para guias-áudio. Foram-me feitas propostas para dar aulas numa outra faculdade e para dar uma volta à minha carreira. Aceitei tudo, mas consegui dizer que não a propostas de trabalho escravo! E ainda há propostas em banho-maria. A tese está entregue e a aguardar ser defendida. Continuo a ser muito mais feliz quando dou aulas e adoro o meu (outro) local de trabalho, que na verdade é mais a minha segunda casa e o recreio da escola!
Nunca viajo tanto quanto quero, mas viajo sempre o máximo que posso. A grande viagem do ano por diferente ordens de razões foi a do Brasil. Encantei-me no Rio e quase levitei em Jericoacoara. Fui a sítios novos, mas pelos quais já suspirava há muito tempo: Riga e Côte d'Azur. Fui a sítios novos a que nunca tinha pensado ir: Bucareste, Budweis, Voltei a sítios conhecidos: Colónia, Graz, Bratislava, Barcelona e claro, Lisboa. Voltei a viajar com companhia... várias companhias.
Saí com uns quantos tipos. Ouvi propostas inacreditáveis: o vinho com o senhor da fila do cinema, o jantar com o tipo sentado ao meu lado no avião e a viagem de veleiro até Buenos Aires com um desconhecido polaco que conheci enquanto água-de-coco em Copa Cabana. Recebi incredulamente o bouquet da noiva das mãos de um belga simpático. Encerrei a porta do Italiano.
Tomei uma das melhores decisões do ano: ir às massagens semanalmente!
Houve muitos motivos familiares para comemorar e eu não só promovi as celebrações como estive presente e ainda desencantei uma prenda de que muito me orgulho. O meu pai, a minha mãe e a minha irmã rejubilaram e isso vale mais do que qualquer valor monetário.
2014 foi decididamente um ano de concertos: NKOTB, Backstreet Boys, Rachid Tahar, John Legend, Buraka Som Sistema, Nelson Freitas, etc, etc (que inclui Camané, Cristina Branco, Gilberto Gil...)
2014 foi um ano de fazer pazes e mudar de ciclos: reencontrei e recuperei amigos que valiam a pena, fiz as pazes com o Brasil, exorcizei o grande fantasma da minha licenciatura, reconciliei-me com a minha tese e com tudo apaziguado parece que posso dar por terminado um ciclo e estou pronta para iniciar um outro - que não sei qual é - mas que com certeza será muito bem-recebido.
Não perdi peso (nem em geral nem em zonas específicas), não voltei a nadar, não fui disciplinada o suficiente para voltar a entrar ao trabalho cedo (e acordar a horas correspondentes). Os meus hábitos alimentares pioraram.

Lembrando-me meramente dos focos principais dos propósitos de 2014, o saldo já seria positivo: o meu pai está visivelmente melhor e entreguei a tese. Só por isto o ano já teria sido memorável... mas houve tantos mais motivos para sorrir (sendo que alguns deles vinham também na listinha adicional de pedidos extra).
Entrei em projectos tão inesperados como gratificantes. O dicionário foi com certeza o ponto alto (apesar de ainda não ter visto a luz do dia), mas traduzi guias de viagem e fiz gravações para guias-áudio. Foram-me feitas propostas para dar aulas numa outra faculdade e para dar uma volta à minha carreira. Aceitei tudo, mas consegui dizer que não a propostas de trabalho escravo! E ainda há propostas em banho-maria. A tese está entregue e a aguardar ser defendida. Continuo a ser muito mais feliz quando dou aulas e adoro o meu (outro) local de trabalho, que na verdade é mais a minha segunda casa e o recreio da escola!
Nunca viajo tanto quanto quero, mas viajo sempre o máximo que posso. A grande viagem do ano por diferente ordens de razões foi a do Brasil. Encantei-me no Rio e quase levitei em Jericoacoara. Fui a sítios novos, mas pelos quais já suspirava há muito tempo: Riga e Côte d'Azur. Fui a sítios novos a que nunca tinha pensado ir: Bucareste, Budweis, Voltei a sítios conhecidos: Colónia, Graz, Bratislava, Barcelona e claro, Lisboa. Voltei a viajar com companhia... várias companhias.
Saí com uns quantos tipos. Ouvi propostas inacreditáveis: o vinho com o senhor da fila do cinema, o jantar com o tipo sentado ao meu lado no avião e a viagem de veleiro até Buenos Aires com um desconhecido polaco que conheci enquanto água-de-coco em Copa Cabana. Recebi incredulamente o bouquet da noiva das mãos de um belga simpático. Encerrei a porta do Italiano.
Tomei uma das melhores decisões do ano: ir às massagens semanalmente!
Houve muitos motivos familiares para comemorar e eu não só promovi as celebrações como estive presente e ainda desencantei uma prenda de que muito me orgulho. O meu pai, a minha mãe e a minha irmã rejubilaram e isso vale mais do que qualquer valor monetário.
2014 foi decididamente um ano de concertos: NKOTB, Backstreet Boys, Rachid Tahar, John Legend, Buraka Som Sistema, Nelson Freitas, etc, etc (que inclui Camané, Cristina Branco, Gilberto Gil...)
2014 foi um ano de fazer pazes e mudar de ciclos: reencontrei e recuperei amigos que valiam a pena, fiz as pazes com o Brasil, exorcizei o grande fantasma da minha licenciatura, reconciliei-me com a minha tese e com tudo apaziguado parece que posso dar por terminado um ciclo e estou pronta para iniciar um outro - que não sei qual é - mas que com certeza será muito bem-recebido.
Não perdi peso (nem em geral nem em zonas específicas), não voltei a nadar, não fui disciplinada o suficiente para voltar a entrar ao trabalho cedo (e acordar a horas correspondentes). Os meus hábitos alimentares pioraram.
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