- Coisa simples e civil. Vantagens: Em 10 minutos estávamos despachados, não houve tempo para nos comovermos com leituras, discursos ou o que quer que seja, o que é extremamente conveniente para quem leva rímel nos olhos.
- A noiva ia de fucsia e estava fantástica!
- Foi o melhor casamento no se refere à logística. Encontrámo-nos todos no registo civil e a partir daí os noivos organizaram um tour pela cidade de eléctrico (a maior parte dos convidados era estrangeiro e não residente na Áustria) e um autocarro para nos levar ao sítio da boda e também para nos trazer de volta à cidade. Melhor impossível! (E eu tenho uma mão cheia de casamentos internacionais)
- A festa foi gira sem muitos froufrous que não interessam a ninguém.
- O episódio bouquet:
Ainda no jantar, a pessoa que estava ao meu lado mostrava-se muito ansiosa pelo momento do lançamento do bouquet e possivelmente nem reparou na minha total indiferença ao assunto. Já na pista de dança, chegou o dito momento e Maria Calíope estava encostada ao bar e NÃO SE MEXEU. As meninas começaram por se alinhar no meio da pista, mas sabe lá Deus porquê deram uns quanto passos atrás, acabando por algumas estarem muito próximas de mim, quase parecendo que eu fazia parte do grupo. Mas eu continuava encostada ao balcão. A noiva atira o bouquet e ele cai aos meus pés. Eu fingi que não reparei e continuei a assobiar para o lado como se não fosse nada comigo. Entretanto amigos meus devem ter gritado "Calíope apanha!" e eu respondi que não ia apanhar nada. O jeitoso que me tirou depois para dançar, fez a gentileza de apanhar o bouquet e mo dar assim em mãos. Well... pode ser uma parvoíce, mas ali eu não ia ser mal-educada e recebi, agradeci e também fui agradecer à noiva. Estava irritada a tal ponto que foi o único momento nesta boda em que fiquei com os olhos baços. Lembram-se do trauma do bouquet, não se lembram?
(Depois ponho aqui algumas fotos, que agora vou à procura de noivo)
4 comentários:
O moço que te entregou o ramo não serve?!
Olha que não era mal pensado... mas a viver na Bélgica e uma filha bebé (não faço ideia da mãe) não é a primeira opção.
Mantém-o na lista dos "Quebrar em caso de emergência!".
Ahahahaha! Tu és genial! Vou iniciar essa lista, sim, agora que tirei o outro da lista "Toxic, handle with care".
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