domingo, 4 de maio de 2014

196º momento cultural: Supercondriaque

Devagarito tenho voltado às minhas rotinas, na quarta aulas, ontem escritório e hoje cinema. Pelo meio, uma festa, idas ao supermercado e as noites em claro/mal dormidas têm sido minoradas.
Tenho uma série de filmes pendentes devido às 3 semanas que estive aqui e ali, mas hoje queria ver uma coisa leve e animada para compensar, entre outras coisas, os 10ºC gelados lá de fora. Nem quero pensar que há menos de uma semana eu andava de havaianas, calções e top pela rua.
Supercondriaque é muito mais do que o hipercondríaco que dá nome ao filme que domina por completo o trailer. Toda a história de uma imaginária república do Turquistão e da sua luta pela independência, dos seus rebeldes e terroristas/heróis é deixada de parte do título e do trailer. A certa altura parece que as peripécias do hipercondríaco dão lugar a uma história de refugiados, de fugitivos políticos e de um povo subjugado. Tendo em conta de que se trata de uma comédia, há muitos pormenores que não batem certo e outros tantos menos credíveis. Na verdade, o filme passa de uma comédia a uma comédia de enganos. Eu não fui ao cinema para ir verificar a verdade histórica dos factos nem as possibilidades reais de um grupo mal amanhado entrar numa prisão e conseguir libertar um suposto preso de alto gabarito. Sei é que me fartei de rir, o que já não acontecia há imenso no cinema!

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