sábado, 3 de maio de 2014

15 dias de Brasil, 15 fotos



Sempre que me cruzo com Afonso Henriques noutras paragens (é a segunda vez) o meu coração salta de júbilo e eu compreendo de imediato a razão do meu percurso.

Painel de Azulejos retratando a Batalha de Ourique na entrada do Liceu Literário Português






O calçadão em Copacabana. Andei quilómetros e suei ainda mais. É todo um outro espírito de encarar a cidade.

O morro da Urca e o Pão de Açúcar. Sem dúvida e de longe o ponto alto desta viagem. Fiquei horas aqui a admirar a vista, a pensar na bênção que é ter podido estar ali e que tudo aquilo que dali via já justificava toda a minha viagem e o epíteto de "cidade maravilhosa abençoada por Deus". Não sei se repararam ali no Cristo Redentor. É único.



Este foi supostamente um dos primeiros edifícios concebidos por Oscar Niemeyer. E eu só soube desta informação e tive acesso ao dito, pois perguntei casualmente ao segurança a indicação de outra coisa qualquer. O segurança não só esclareceu a minha dúvida, como resolveu recomendar-me por livre iniciativa a visita do edifício que estava a guardar. Uma surpresa, uma gentileza e uma simpatia. Episódios destes repetiram-se várias vezes ao longo da viagem.



Calçada portuguesa está por todo o lado no Rio, o que a mim me transmitiu familiriaridade e alguma segurança. De repente estava em Lisboa, de repente parecia estar em casa, foi muito reconfortante. Não sei a quem agradecer, talvez a D. João VI. Aqui é mesmo na frente do Teatro Nacional, se calhar o mais bonito do Rio inteiro.



Mais um agradecimento a D. João VI, que mandou construir o Jardim Botânico e ainda mais ao artista desta homenagem à Dança de Matisse






Copacabana Palace. O hotel mais emblemático do Brasil e talvez do mundo... nem sei porquê, mas durante uma semana eu vivi ali na rua ao lado!






Fui visitar o Cristo Redentor no Sábado de Aleluia. Muito honestamente rejubilei mais ao ver o Cristo de longe que ao perto. Mesmo assim é uma sensação estar ali,






Pescadores urbanos. Pelo que me foi dito é quase uma tribo urbana. Em segundo plano a praia de Copacabana. Em terceiro, toda a zona turística. Lá atrás as favelas nos morros.
Jericoacoara - Duna Pôr-do-Sol. Palavras para quê?
 Foi aqui nestas cálidas águas em que Maria Calíope foi muito feliz e nem sequer ficou com a pele dos dedos enrugadas.


Eu, as minhas corridas, as minhas poses e as minhas auto-fotos.
Idem, idem, aspas, aspas. Estou mesmo pró nisto!
Depois do sol se pôr, havia roda de capoeira na praia. Nada  de espectáculo nativo e étnico para turista ver. E eu estava mesmo à espera que no final, alguém passasse o chapéu para ajudar os artistas, mas nada. Estive lá a vê-los duas ou três vezes. Mais genuíno não poderia ser.

  Fortaleza.















O dia extra em Fortaleza. Desta feita na Praia do Futuro e já com o banho de lua tomado!

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