Depois do pequeno Louis, agora veio o Balu parar-me às mãos. Quis o destino que mais nenhum amigo, conhecido, vizinho, conterrâneo de uma amiga minha estivesse disponível hoje de noite para lhe tomar conta do cão e claro que Maria Calíope não ia deixar na mão um ombro onde já se apoiou vezes sem conta, mesmo não sendo nada amiga de animais, nem nunca tendo visto o cachorrito.
No momento da passagem do testemunho, Maria Calíope já era praticamente arrastada pelo cão bebé e pensava precisamente em como um cão bebé poderia ter muito mais força que ela. E viemos para casa. O Baluzito lambeu-me as mãos, os pés, mordeu-me os chinelos, as calças do pijama, mas obedecia às minhas ordens para se sentar, só que de seguida levantava-se de novo... Passado meia hora voltei a levá-lo à rua pois achei que estar sentado à frente da porta da entrada queria dizer alguma coisa... queria sim, o raio do cão queria era ir passear e brincar na neve. O caríssimo leitor está a imaginar Maria Calíope depois de escritório, aulas, dança, chegar a casa e tirar as botas, esparramar-se no sofá, voltar a calçar as botas para ir passear o cão... pois que imagine que é bem verdade. E andámos nisto uma hora e tal. O cão atrás de mim e não me deixava quieta, eu atrás do cão a ver o que ele andava a fazer...
Passado uma hora e meia o bicho serenou, desde que eu me mantivesse imóvel. E foi o que fiz. Decididamente os animais não são meus melhores amigos, apesar de ele se ter portado bem e não ter causado dano nenhum... mas cães cá em casa, decididamente, não.
No momento da passagem do testemunho, Maria Calíope já era praticamente arrastada pelo cão bebé e pensava precisamente em como um cão bebé poderia ter muito mais força que ela. E viemos para casa. O Baluzito lambeu-me as mãos, os pés, mordeu-me os chinelos, as calças do pijama, mas obedecia às minhas ordens para se sentar, só que de seguida levantava-se de novo... Passado meia hora voltei a levá-lo à rua pois achei que estar sentado à frente da porta da entrada queria dizer alguma coisa... queria sim, o raio do cão queria era ir passear e brincar na neve. O caríssimo leitor está a imaginar Maria Calíope depois de escritório, aulas, dança, chegar a casa e tirar as botas, esparramar-se no sofá, voltar a calçar as botas para ir passear o cão... pois que imagine que é bem verdade. E andámos nisto uma hora e tal. O cão atrás de mim e não me deixava quieta, eu atrás do cão a ver o que ele andava a fazer...Passado uma hora e meia o bicho serenou, desde que eu me mantivesse imóvel. E foi o que fiz. Decididamente os animais não são meus melhores amigos, apesar de ele se ter portado bem e não ter causado dano nenhum... mas cães cá em casa, decididamente, não.
5 comentários:
haverá o dia em que "Cão como Nós" se adapta ao BAlu :)
Eu sou mais a cat-person...
eu sou mais dog person. :)
tenho um, oferecido, um labrador, clarinho, o Nino :) há fotos dele no blog só não me perguntes onde.
é mt meigo e grande amigo.
mas tens razão é preciso tempo para um cão.é uma pessoa.
ams tenho mais, tenho um papagio cinzento que anda À solta na cozinha :)
Calíope é tão giro ler-te numa perspetiva mais maternal.
Pimpas: I beg your pardon?! Olha que "maternal" também é um adjectivo que não me assiste... digo eu, com medo de morder a língua daqui a uns tempos.
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