É decididamente o livro blogosférico do momento, mas como eu ando a braços com outras leituras e outros afazeres e não queria ficar para trás, lá fui ver a peça para arrepiar caminho! Na verdade, há uns anos já tinha visto a Anna Karenina em bailado e ficara entusiasmadíssima. Hoje também não me desiludiu.
Saí de casa pouco antes das 19:10, às 19:20 estava no teatro e 4,60€ depois, com direito a deixar o casaco no bengaleiro, já estava a ocupar o meu lugar na plateia. 19:35 e a peça começou. Digo isto por duas razões: 1) No outro dia paguei 11,90€ por um bilhete de cinema. 2) Acho maravilhoso viver no centro da cidade, nunca hei-de perceber quem se muda para os arrabaldes por opção, sendo que depois qualquer saída de casa se torna em si num evento.
Voltando à peça. O cenário simples mas hiper funcional e eficaz. A Anna Karenina estava fabulosamente caracterizada, na verdade todo o guarda roupa nos levava automaticamente para a Rússia e o comprimento das saias não deixava enganar em que século se estava. Adorei a interpretação do marido que conseguiu ir muito além do papel do marido traído. Já o Wronski não me convenceu tanto... quer dizer, foi mais ou menos como à Anna, no princípio foi um brilharete mas no fim esvaneceu-se.
Se bem me lembro, o fim do bailado foi bem melhor que a cena final da peça!
Saí de casa pouco antes das 19:10, às 19:20 estava no teatro e 4,60€ depois, com direito a deixar o casaco no bengaleiro, já estava a ocupar o meu lugar na plateia. 19:35 e a peça começou. Digo isto por duas razões: 1) No outro dia paguei 11,90€ por um bilhete de cinema. 2) Acho maravilhoso viver no centro da cidade, nunca hei-de perceber quem se muda para os arrabaldes por opção, sendo que depois qualquer saída de casa se torna em si num evento.
Voltando à peça. O cenário simples mas hiper funcional e eficaz. A Anna Karenina estava fabulosamente caracterizada, na verdade todo o guarda roupa nos levava automaticamente para a Rússia e o comprimento das saias não deixava enganar em que século se estava. Adorei a interpretação do marido que conseguiu ir muito além do papel do marido traído. Já o Wronski não me convenceu tanto... quer dizer, foi mais ou menos como à Anna, no princípio foi um brilharete mas no fim esvaneceu-se.Se bem me lembro, o fim do bailado foi bem melhor que a cena final da peça!
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