Já tinha visto o trailer do filme, já tinha lido a motivadora descrição da Pimpas, queria ir ver o filme, mas acabei a ver o James Bond. Hoje dei metade do ordenado para o ver em 3D e não só dou o dinheiro como bem investido como estou a torcer para que ganhe o Óscar para melhor filme.
Para além da história de sobrevivência do miúdo e do tigre num barco em pleno oceano, o filme relata a história de alguém que torna as suas fraquezas forças e acredita que assim conseguirá ultrapassar os seus obstáculos. Com fé, mas também razão, discernimento e uma capacidade de resistência à adversidade invulgar.
Gostei particularmente da postura multi-religiosa e de que acreditar num não exclui acreditar em outras. No fim do filme, ele diz qualquer coisa como "And so is God" depois do escritor escolher a versão do tigre. Ainda estou a pensar nisso... alguém porventura saberá explicar-mo?
Já devo ter dito várias vezes de que gosto de filmes que me deixem a pensar na vida em geral e na minha em particular. Este é mais um filme inspirador, cujos ensinamentos já estão a surtir efeito (é! foi mesmo instantâneo!) e que me auguria um novo ano cheio de bons filmes, ou pelo menos assim o espero.
* Resolvi continuar a contagem dos momentos culturais mesmo mudando de ano e não voltar a pôr o contador a zeros!
Para além da história de sobrevivência do miúdo e do tigre num barco em pleno oceano, o filme relata a história de alguém que torna as suas fraquezas forças e acredita que assim conseguirá ultrapassar os seus obstáculos. Com fé, mas também razão, discernimento e uma capacidade de resistência à adversidade invulgar.
Gostei particularmente da postura multi-religiosa e de que acreditar num não exclui acreditar em outras. No fim do filme, ele diz qualquer coisa como "And so is God" depois do escritor escolher a versão do tigre. Ainda estou a pensar nisso... alguém porventura saberá explicar-mo?
Já devo ter dito várias vezes de que gosto de filmes que me deixem a pensar na vida em geral e na minha em particular. Este é mais um filme inspirador, cujos ensinamentos já estão a surtir efeito (é! foi mesmo instantâneo!) e que me auguria um novo ano cheio de bons filmes, ou pelo menos assim o espero.
* Resolvi continuar a contagem dos momentos culturais mesmo mudando de ano e não voltar a pôr o contador a zeros!

5 comentários:
Li o livro quando saiu, porque fiquei com curiosidade na altura de tão badalado que foi e pelos "ingredientes" apontados. Acabei por achar um pouco decepcionante e talvez por isso não tenha curiosidade com o filme.
No género, prefiro de longe, Siddartha do Herman Hesse.
O livro e respectiva badalação passaram-me completamente ao lado. Em compensação, li o Siddartha há uns largos anos e adorei ao ponto de ainda me lembrar dele e de querer voltar a lê-lo no original!
Fico contente que tenhas gostado Calíope, assim pelo menos para ti, o meu post não sai defraudado. Também li Siddartha e continuo a gostar muito da Vida de Pi. Penso que um não complementa o outro. Siddartha é muito mais profundo, a Vida de Pi é mágico.
Houve reclamações ao teu post?! Btw (e não tem nada a ver) viste o Amour do Hanneke?
Não , não houve. Mau era se aquilo é questão de opinião. Mas fico contente que tenhas gostado do filme. Não vi. Vou pesquisar.
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