sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A espera tem um fim...

Após não sei quantas idas à embaixada, depois de outros tantos telefonemas e parecendo a história não ter fim à vista, houve um derradeiro telefonema em que me foi dito: "Mas se a senhora é portuguesa, porque é que não vai à nossa embaixada em Lisboa? Quando é que vai a Lisboa?"

Para mim o caso já estava encerrado, mas ao fechar a mala na semana passada ainda me lembrei de atirar lá para dentro uma série de documentos. Numa destas manhãs soalheiras e de céu azul, lá fui eu com o meu  pai pelo braço ao Restelo tentar tratar das coisas pela última vez. Em poucas dezenas de minutos, já estava tudo entregue, sem perguntas nem comentários surpreendentes. Faltava só um documento que o meu pai foi lá levar hoje e nem sequer houve problema de eu não poder deixar lá o passaporte. Easy, easy.

Daqui a dois meses logo vos confirmo a brevidade e eficiência do processo.
(A brincar, a brincar, andei quase um ano nestas idas e vindas)

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