Para mim, não há dia mais importante que o dos meus anos. É o ponto alto do ano. Não há outro dia que lhe chegue aos calcanhares. Por isso, tudo tenho sempre a preocupação de tentar fazer apenas coisas de que gosto rodeada de pessoas que muito estime, mas às vezes por ter tanta escolha, as opções não são as mais fáceis de tomar.
O pequeno-almoço correu de acordo com o previsto e seguimos para as termas. Mas ao chegarmos, deparámo-nos com o primeiro imprevisto. As termas estavam esgotadas. Pior, do que dava para ver da entrada, estavam transformadas em colónia de férias, apinhadas de gente e não sei se foi a minha imaginação que completou o cenário com barulho ou se havia mesmo criancinhas a correr/gritar/guinchar/saltar para a água. Ok, altura de activar o plano B: outras termas. Para não irmos em vão, eu liguei primeiro a saber como estava a taxa de ocupação... andava nos 90%-95% mas se fôssemos rápidas talvez conseguíssemos entrar. Lá fomos nós, pensando eu que se não conseguíssemos entrar não tinha na manga mais alternativa nenhuma.
No entanto, pelo caminho deparámo-nos com uma indicação de um spa(zinho) e fomos espreitar. Foi o melhor que fizemos. Apesar de o movimento ser quase nulo, as portas estavam abertas. Afinal as piscinas só são abertas sazonalmente (Verão) e a massagista não estava ontem... mas havia saunas... Entre o pássaro na mão e os dois a voar, ficámos com o pássaro na mão e lá fomos, confirmando com a recepcionista a dinâmica da coisa. (Saiba o caríssimo leitor que as saunas no centro da Europa frequentam-se em pêlo...) Não é coisa que me agrade imensamente estar sentadita num sauna tal como vim ao mundo mas com mais carne e mais formas. No entanto em Roma, sê romano, por isso off we went!

À nossa disposição tínhamos uma bio-sauna, duas saunas finlandesas: uma até aos 80ºC e outra até aos 100ºC, um banho turco, cabines de infra-vermelhos e uma piscina exterior com água termal (13ºC).
O espaço para além de extramente limpo, tinha poucas pessoas, o que nos levou a crer que se tratava de uma insider tip, pois não é normal estarem todas as termas da região hiperlotadas e aquele espaço com meia dúzia de gatos pingados. Pingado será uma bela imagem não só por estarmos todos a suar ou a pingar do chuveiro, mas pelos outros frequentadores do espaço serem essencialmente sexagenários com muita pele flácida. (Entre uma dúzia de sexagenários com peles flácidas e milhentas criancinhas hiper-activas, preferimos sem dúvida os velhotes pois fazem muito menos barulho).
Digo-vos honestamente que nunca pensei que seria capaz de nadar nua numa piscina pública e a céu aberto... muito menos de água fria... mas também vos confesso que foi uma sensação fabulosa: ter o corpo a ferver e atirar-me lá para dentro (é mesmo entrar sem pensar e nadar até aquecer).
Saímos de lá com a pele sedosa e com certeza purificada, mas exaustas. Houve ainda tempo para um lanche e um jantar maravilhoso no Ramien. Mas por essa altura já derretíamos entre os dedos apoiados no cotovelo sobre a mesa. Voltei para casa cedo, mas regressada de um dia hiper bem passado.
A festa continua daqui a 15 dias, pois uma pessoa já tem uma certa idade e tem de se restabelecer! :)
O pequeno-almoço correu de acordo com o previsto e seguimos para as termas. Mas ao chegarmos, deparámo-nos com o primeiro imprevisto. As termas estavam esgotadas. Pior, do que dava para ver da entrada, estavam transformadas em colónia de férias, apinhadas de gente e não sei se foi a minha imaginação que completou o cenário com barulho ou se havia mesmo criancinhas a correr/gritar/guinchar/saltar para a água. Ok, altura de activar o plano B: outras termas. Para não irmos em vão, eu liguei primeiro a saber como estava a taxa de ocupação... andava nos 90%-95% mas se fôssemos rápidas talvez conseguíssemos entrar. Lá fomos nós, pensando eu que se não conseguíssemos entrar não tinha na manga mais alternativa nenhuma.
No entanto, pelo caminho deparámo-nos com uma indicação de um spa(zinho) e fomos espreitar. Foi o melhor que fizemos. Apesar de o movimento ser quase nulo, as portas estavam abertas. Afinal as piscinas só são abertas sazonalmente (Verão) e a massagista não estava ontem... mas havia saunas... Entre o pássaro na mão e os dois a voar, ficámos com o pássaro na mão e lá fomos, confirmando com a recepcionista a dinâmica da coisa. (Saiba o caríssimo leitor que as saunas no centro da Europa frequentam-se em pêlo...) Não é coisa que me agrade imensamente estar sentadita num sauna tal como vim ao mundo mas com mais carne e mais formas. No entanto em Roma, sê romano, por isso off we went!
À nossa disposição tínhamos uma bio-sauna, duas saunas finlandesas: uma até aos 80ºC e outra até aos 100ºC, um banho turco, cabines de infra-vermelhos e uma piscina exterior com água termal (13ºC).
O espaço para além de extramente limpo, tinha poucas pessoas, o que nos levou a crer que se tratava de uma insider tip, pois não é normal estarem todas as termas da região hiperlotadas e aquele espaço com meia dúzia de gatos pingados. Pingado será uma bela imagem não só por estarmos todos a suar ou a pingar do chuveiro, mas pelos outros frequentadores do espaço serem essencialmente sexagenários com muita pele flácida. (Entre uma dúzia de sexagenários com peles flácidas e milhentas criancinhas hiper-activas, preferimos sem dúvida os velhotes pois fazem muito menos barulho).
Digo-vos honestamente que nunca pensei que seria capaz de nadar nua numa piscina pública e a céu aberto... muito menos de água fria... mas também vos confesso que foi uma sensação fabulosa: ter o corpo a ferver e atirar-me lá para dentro (é mesmo entrar sem pensar e nadar até aquecer).Saímos de lá com a pele sedosa e com certeza purificada, mas exaustas. Houve ainda tempo para um lanche e um jantar maravilhoso no Ramien. Mas por essa altura já derretíamos entre os dedos apoiados no cotovelo sobre a mesa. Voltei para casa cedo, mas regressada de um dia hiper bem passado.
A festa continua daqui a 15 dias, pois uma pessoa já tem uma certa idade e tem de se restabelecer! :)
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