Mergulhos num mar de palavras que ecoam ideias, experiências e outras tantas coisas errantes pela minha cabeça.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Relatório marroquino II
As férias em Marrocos começaram a ser discutidas lá para os idos de Março ainda no formato qualquer sítio no mundo - desde um parque de campismo na Costa à Jamaica. Em Junho tiveram início as marcações e em Julho estavam as reservas feitas. Desde o momento em que os voos foram marcados, começou-se a delinear no meu horizonte uma viagem de sonho: uma semana, que por passe de mágica se transformou em 9 dias, com uma grande amiga minha e todo o tempo do mundo para conversarmos sobre Deus e as coisas, o mundo em geral e os nossos particular e tudo isto sem telefones, nem mails, nem messenger, nem skype. Para mim era uma autêntica miragem no deserto. Falar à toa das pessoas que passam e das coisas que nos moem, sem ter problemas nem constragimentos. Todo este pacote já era um luxo e ainda havia cereja: um destino desconhecido que pertencia ao meu imaginário. Um país de tradição árabe, com deserto, turbantes, camelos, véus, tâmaras e arabescos. Não poderia pedir mais. E não me saiu o tiro pela culatra.
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