terça-feira, 4 de setembro de 2012

A boda


No ano passado fui a um casamento absolutamente fabuloso. Beira-rio, vista sobre Lisboa, pontes inclusive, bufet maravilhoso, alguns amigos, sol quente, céu azul, Valete na mão e no fim o bouquet na outra (esta última parte foi na verdade razão para pânico), mas diverti-me imenso. Resumindo, foi uma boda que primou pela elegância e bom gosto e que eu achava insuperável.

Nos últimos tempos, tenho ido a uma média de 2 casamentos por ano, a saber, um em Portugal e outro no mundo. A ideia em si do casamento é por norma uma coisa que me agrada e alegra, mas na prática são eventos que rapidamente se transformam em secas descomunais. E a grande excepção tinha sido precisamente a tal boda na margem sul.

No entanto, o leque de casamentos em que participei como convidada ganhou um novo highlight: a fabulosa boda de Almeirim. Tirando a parte em que a noiva se atrasou mais de uma hora, correu tudo de feição e na perfeição. A igreja, o vestido da noiva, os convidados, o tempo, o meu vestido, a piscina, os drinques, as mesas, a decoração, a organização e comida e bebida de bradar aos céus: isto tudo com uma banda sonora lounge muitíssimo boa. Poderia descrever todos os pormenores da festa, mas limito-me à minha companhia com quem me ri imenso, deitei bastante conversa fora e ainda tivemos direito a um pezinho de dança.
Um casamento de luxo, de classe, de bom gosto, de sonho, sem dúvida!

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