A minha capacidade de fazer previsões para o futuro é praticamente nula, sempre que acho que x vai acontecer, vejo x a acontecer ao lado da minha previsão! É a este nível que a minha futurologia funciona e não vale a pena tentar apostar ao lado, pois não funciona na mesma!
No entanto, há algumas situações em que me parece ter um bauchgefühl mais apurado. É raro, mas já aconteceu. Uma das poucas previsões de sucesso que fiz para mim mesma foi a que passo a contar.
Vim viver para Viena em Janeiro de 2003 com uma bolsa miserável por seis meses. Na verdade, eu estava contente com a minha situação, nunca me ocorreu que a bolsa ou o período eram curtos. Quando os mesmo acabaram, a situação debilitou-se um pouco, pois aliada à perda da minha fonte de trabalho e consequentemente rendimento, foram-se também o meu alojamento e os poucos amigos que eu tinha. Foi um período difícil, mais uma vez, eu só reparei nisso muito pontualmente. O primeiro emprego que arranjei era medíocre e o quarto na casa onde vivi deixava um pouco a desejar. No entanto, tinha na minha mente que iria precisar de dois anos para poder ter uma vida em condições - o que quer que isso significasse. Não sei no que me baseei para fazer estes cálculos, possivelmente em nada... O certo é que em Janeiro de 2005, comecei a trabalhar no meu emprego actual e data, igualmente, o início do contrato da casa onde moro, apesar de me ter mudado um mês e meio antes. Daí para a frente tem sido uma escadaria em sentido ascendente.
Isto tudo para dizer que há uns tempos estava a pensar que há uma crença geral de que no fim do arco-iris há um pote de ouro e eu desenvolvi a minha crença particular em que no fim da minha tese a minha vida melhorará em muito. Homem. Casa. Viagens. Dinheiro. Etc. Etc. Acho que virá tudo agregado ao meu futuro título de Phd. A minha grande dúvida é "e porque é que eu não me ponho a caminho?". Fica a questão no ar.
No entanto, há algumas situações em que me parece ter um bauchgefühl mais apurado. É raro, mas já aconteceu. Uma das poucas previsões de sucesso que fiz para mim mesma foi a que passo a contar.
Vim viver para Viena em Janeiro de 2003 com uma bolsa miserável por seis meses. Na verdade, eu estava contente com a minha situação, nunca me ocorreu que a bolsa ou o período eram curtos. Quando os mesmo acabaram, a situação debilitou-se um pouco, pois aliada à perda da minha fonte de trabalho e consequentemente rendimento, foram-se também o meu alojamento e os poucos amigos que eu tinha. Foi um período difícil, mais uma vez, eu só reparei nisso muito pontualmente. O primeiro emprego que arranjei era medíocre e o quarto na casa onde vivi deixava um pouco a desejar. No entanto, tinha na minha mente que iria precisar de dois anos para poder ter uma vida em condições - o que quer que isso significasse. Não sei no que me baseei para fazer estes cálculos, possivelmente em nada... O certo é que em Janeiro de 2005, comecei a trabalhar no meu emprego actual e data, igualmente, o início do contrato da casa onde moro, apesar de me ter mudado um mês e meio antes. Daí para a frente tem sido uma escadaria em sentido ascendente.
Isto tudo para dizer que há uns tempos estava a pensar que há uma crença geral de que no fim do arco-iris há um pote de ouro e eu desenvolvi a minha crença particular em que no fim da minha tese a minha vida melhorará em muito. Homem. Casa. Viagens. Dinheiro. Etc. Etc. Acho que virá tudo agregado ao meu futuro título de Phd. A minha grande dúvida é "e porque é que eu não me ponho a caminho?". Fica a questão no ar.

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