Já tinha visto o poster e acabei de ver o trailer: nenhum deles me teriam convencido. No entanto, entre Café de Flore, uma comédia familiar e um filme catalão, optei pelo primeiro. E que bela escolha, apesar da sugestão não ter sido minha :)
Café de Flore fala de amor, de obsessões invisíveis ou bem-intensionadas, da perenidade/caducidade das coisas. (Poderia ter mais a ver comigo?!). No entanto, as histórias estão tão bem tricotadas, com avanços e recuos, histórias paralelas, personagens novas, que passada uma hora de filme eu ainda estava meia perdida no enredo: era capaz de perceber as duas histórias paralelas, mas havia uma personagem solta que parecia o intruso. Não fazia ideia com que ziguezague é que as duas se iriam coser. Foi um ziguezague rebuscado: uma médium!
A dedicação exclusiva pode esgotar é o que deduzo do filme. O paralelo da história entre mãe e filho portador de trissomia 21 e a do casal que está junto desde os tempos da escola é tão surpreendente quanto significativo. A introdução da menina loira nas duas histórias já seria para mim menos óbvia, especialmente na segunda. Mas porque não? Nos dias de hoje, não há situações definitivas nem relações eternas e não querer ver, aceitar, conviver com isso é viver na ilusão de um paraíso perdido. Há que saber jogar com cartas ímpares, mesmo quando um par melhor nos conviesse.
Gosto de filmes franceses porque me ancoram na realidade, tal como ela é e não naquela que eu gostaria que fosse! E este foi mais um deles: grande filme!
Café de Flore fala de amor, de obsessões invisíveis ou bem-intensionadas, da perenidade/caducidade das coisas. (Poderia ter mais a ver comigo?!). No entanto, as histórias estão tão bem tricotadas, com avanços e recuos, histórias paralelas, personagens novas, que passada uma hora de filme eu ainda estava meia perdida no enredo: era capaz de perceber as duas histórias paralelas, mas havia uma personagem solta que parecia o intruso. Não fazia ideia com que ziguezague é que as duas se iriam coser. Foi um ziguezague rebuscado: uma médium!
A dedicação exclusiva pode esgotar é o que deduzo do filme. O paralelo da história entre mãe e filho portador de trissomia 21 e a do casal que está junto desde os tempos da escola é tão surpreendente quanto significativo. A introdução da menina loira nas duas histórias já seria para mim menos óbvia, especialmente na segunda. Mas porque não? Nos dias de hoje, não há situações definitivas nem relações eternas e não querer ver, aceitar, conviver com isso é viver na ilusão de um paraíso perdido. Há que saber jogar com cartas ímpares, mesmo quando um par melhor nos conviesse.
Gosto de filmes franceses porque me ancoram na realidade, tal como ela é e não naquela que eu gostaria que fosse! E este foi mais um deles: grande filme!

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