domingo, 29 de julho de 2012

40º momento cultural: Rachid Alexander

Este nome não vos é estranho, caríssimos leitores, se espanarem algum pó da vossa memória, lembrar-se-ão da surpresa que o coelho da Páscoa me fez. Mais surpreendente foi o homem ter vindo a Viena e eu estar a par do facto em tempo útil. Foi no âmbito do Afrikanische Tage, que consiste num festival africano com direito a tudo desde música a estatuetas de madeira, de comida a roupa ampla e colorida, de camelos a concertos. E hoje esse grande highlight: o Rachid Alexander, o melhor bailarino de dança do ventre do mundo. Actuou duas vezes e foram duas vezes as que a vimos. O homem não deve ter mais que 40 kg e até mais estreito que o latin lover, mas mexe-se... oh God... nem com mais 50 anos de aulas de danças do ventre que hei-de fazer aqueles movimentos com a barriga, nem com as ancas, nem o rabo, nem as pernas. Basicamente nunca sairei da minha condição de trambolho descordenado. Adiante, dá gosto vê-lo dançar e o homem dança com gosto. No fim até tirei uma foto com ele :) e disse-lhe que era fabuloso! (precisamente hoje o primeiro dia do ano que eu saí à rua de óculos, sem maquiagem, de rabo de cavalo, com o cabelo assim-assim... devia levar mais a sério aquele meu mandamento de que tenho de estar sempre em condições pois pode sempre tudo acontecer em qualquer momento...)

Pelo meio ainda assistimos ao concerto da Yakoto, mas foi tão desadequado que nem vale a pena enumerá-lo como evento cultural.

O sonho de hoje também foi jeitoso: estava a ser disputada/cobiçada por duas fações de homens árabes...

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