17/01/2012

Incredible India - Goair I

Depois dos dias atribulados em Bombaim, Goa poderia ser o contra-balanço perfeito. E foram dias bastante mais brandos em relação ao ritmo alucinante dos primeiros 4,5. Quando o ponto alto do dia é ir buscar uma certidão ao notário, há algo a revirar-se nas vísceras de Maria Calíope. De qualquer modo, já ia preparada para este tipo de acontecimento e tentei aproveitá-lo de forma sociológica, quando não havia maneira de o combater.

O certo é que Goa serviu para muitas coisas, não só para um re-encontro familiar, (feitas bem as contas não via papai e mamãe há quase 6 meses e há já muitos anos que não nos encontrávamos num sítio que não fosse Viena ou Lisboa), mas também para "papas e descanso" dentro do possível, uma vez que como sabem, Maria Calíope sofre de bicho-carpinteiro. Houve ainda espaço e tempo para outras dondoquices: compras étnicas, um fato de 4 peças (mais um sonho concretizado) feito à medida, aquela maravilha em forma de praia chamada Colva, passeios à beira-mar, sumos naturais, comida, comida, etc.

Os últimos dias foram um reboliço por causa da minha palestra. Como contei ainda in loco a minha presença foi muito bem-vinda, bem-vista e quase desejada. Senti-me um verdadeiro D. Sebastião com melhores cores numa manhã de sol.

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