sexta-feira, 29 de abril de 2011

Por falar em romances de cordel

Um pouco sem querer acabei por assistir à boda real. (Estava à procura de uma transmissão qualquer online para mandar à minha mãe, que ficou desgostosa ao saber que 29 não era sábado). Rápida, selecta e elegante como se queria. Foi a segunda cerimónia anglicana que assisti na vida e não desgostei. No entanto, não gostei muito daquela parte rendada do vestido, mas acho que ela estava fabulosa. Adorei a parte do passa-a-mão-ao-próximo-e-não-ao-mesmo: Kate dá a mão ao pai, que a passa ao padre, que por sua vez a entrega a William. Ok, convenhemos, um pouco medieval, mas eu achei notável.

Cá no burgo fui convidada para uma bodinha daqui a 15 dias. A situação é meia estranha. Nunca fui convidada para um casamento com tão pouca antecedência. Eu conheço a noiva, mas não sabia que fazia parte do círculo apertado de amigos dela... nem sabia que eles iam casar... Só li o convite porque tenho o hábito de passar os mails do spam a pente fino. Não me parece que vá.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Tapando o sol com a peneira

Tentando evitar que este blogue vire uma pessegada à luz dos romances de cordel num formato e suporte mais moderno, vou tentar falar de qualquer coisa que não tenha a ver com o Valete.

Maria Calíope superou-se a si mesmo e até a todos aqueles que tinham altas expectativas acerca do seu desempenho motor acompanhada de veículo... na verdade não era ninguém, pois assim de repente não estou a ver ninguém a pôr uma unha no fogo pela minha capacidade condutora de veículo classe B.

A ida e o regresso da Croácia fez-se pela Eslovénia e tal como o dilecto leitor se recordará, Maria Calíope ofereceu-se qual cordeiro de Páscoa para levar o carro. O Valete (bolas! não era para falar do Valete) levou o carro a maior parte do caminho, mas 200km à ida (só Eslovénia) e mais outros tantos de regresso (Eslovénia e as remendadas auto-estradas austríacas) debaixo de chuva copiosa.

Antes da viagem, o Senador bem me tinha dito que o Volvo do V... (ai! não posso dizer...) e os meus toyotinhas-lindos eram iguais... tirando a cor. Depois da viagem e completamente incrédulo mas com o seu sempre racicínio rápido chegou perspicazmente à conclusão de que eu não conduzi 400km nos últimos 7 anos.

Eu estou radiante com o meu próprio feito e por ter ultrapassado em parte o medo que tinha de conduzir outro carro que não os toyotinhas-lindos. Apesar de ter noção de que levar um carro na auto-estrada não tem muita ciência, mas não faz mal. O indivíduo cujo nome agora não posso dizer não tem noção do que proporcionou e da dimensão da façanha. O homem faz milagres e nem se dá conta! :)

Agora duvido que alguém me dê boleia quando voltar a Lisboa...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cymbelin

Pronto já recuperei da ressaca pós-férias. O que ajudou bastante foi ter ido ontem ao teatro. Eu tinha um bilhete-prenda-de-anos. O Valete resolveu adquirir o bilhete para o lugar mais perto do meu.

Na verdade, foi mais ou menos assim que nos conhecemos. Eu recebi o bilhete-prenda e ele espreitou para ver o número do lugar perguntado se podia comprar o bilhete no lugar ao lado. Na altura, devo ter dito uma coisa tão poética como "aparece, se o lugar estiver vago podes sentar-te". Ainda bem que houve outros tantos episódios pelo meio, caso contrário ia ser muito triste ver que o Valete não teria podido sentar-se ao meu lado por estar lá uma... mochila!

Fomos ver Cymbelin (alguém sabe o nome em português? Cimbelino?) de Shakespeare. Eu perdi-me pelo meio dos personagens. Mas ganhei a noite!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Estou de volta, mas não por vontade própria...

Já há um bom par de anos que não me acontecia isto: chegar ao último dia de férias e não querer voltar para casa.
Pois hoje voltou a repetir-se.

sábado, 23 de abril de 2011

Contrato sem termo: mãe

A minha mãe está uma modernaça e praticamente domina a técnica do... e-mail! Temos trocado alguns e-mails com muitas parvoíces e poucas coisas sérias nas últimas semanas. Mas até ver a melhor de todo o sempre foi o mail que a minha mãe me mandou na 5ª-feira!

Boa viagem e juizinho!
À noite ligo-te!

Acho que há uns 10 anos que a minha mãe não me recomendava expressamente ter juizinho (e foi a galderice e a rebaldaria que se sabe!). Estaria comovida se não tivesse ficado perdida de riso!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Ao volante ou no lugar do pendura


 Este

é o meu destino

para o fim-de-semana

da Páscoa!
:)

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Em metamorfose

Maria Calíope disse isto de livre e espontânea vontade:
"Vou levar a minha carta, se quiseres posso levar o carro também..."
Quase soou natural.
Pior. Ele concordou (depois de me perguntar pela carta e pelos anos de experiência).
Não era suposto todos os homens serem todos coisinhos com os seus carros?!
:S

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bota de elástico

A minha irmã diz que eu sou uma bota de elástico (não estará muito longe da verdade) por eu não ser adepta efusiva, militante e evangelizadora dos facebooks da vida e outros gadjets progressistas afins.
Não gosto do facebook mas estou lá (bota de elástico E paradoxa --> é uma categoria à parte) e hoje fui integrada a um grupo da minha escola preparatória. A muitos dos colegas eu já nem chego pelo nome, quanto mais da imagem actual. Eu saí da escola preparatória nas calendas de 1993... e desde então nunca mais soube de nada da maior parte dos meus colegas e restante população escolar. Até hoje.
Para além de não ser muito dada ao progresso, também tenho a minha alergia ao passado, daí que estar a receber notificações tais como:

"E os gémeos? Alguém tem os contactos deles?"
"Alguém se lembra do prof. de Matemática?"
"E aquela mega-festa que a gente organizou no polivalente?"

causam-me arrepios.
Confesso que o facebook já me serviu para reencontrar pessoas, mas daí a cultivar o passado dourado... hmm... não gosto muito disso.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Harold e Maude

Harold & Maude foi a peça do programa de festas do domingo passado. Eu estava há meses a querer ir vê-la, pois a leitura da história na diagonal fazia-me lembrar um filme que me disse bastante (à época): Guerra Civil de Pedro Caldas. Os pontos de contacto entre os dois enredos eram praticamente nulos não fosse a minha teia cerebral entrelaçar os dados de duas pessoas que vivem em mundos diferentes se "apaixonarem*". Luz e trevas, vida e morte servia bem aos dois.
Praticamente 3 horas de peça sem que se dê por elas. O pobre Harold encena genial e criativamente a sua morte vezes sem conta. A Maude pula e salta tentando rentabilizar todos os segundos da sua vida. Conhecem-se num cemitério... Pelo meio há a mãe histérica e ultra-fashion.
Adorei!
E agora quero ver o filme.


*Não acredito que Harold e Maude se tivessem apaixonado, mas o facto de serem solitários e carecerem de atenção o fez aproximar-se um do outro. Opostos até se podem atrair, mas não me parece que acabem com um happy end!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estratégia

A empresa para onde trabalho é líder no seu ramo e há coisa de semanas fundiu-se com outro gigante da indústria. Assim de repente transformámo-nos numa empresa-monstra capaz de devorar a concorrência, a que ainda não desmaiou de medo. O bom da fusão é que nos trará muitos desafios, querem nos vender os CEOs, mas na verdade o Zé Povinho da empresa (a nossa e a deles) teme pelo seu posto de trabalho. Os CEOs garantem que haverá imensas oportunidades e que a restruturação será benévola para a empresa-monstra (a empresa-monstra será empresa-monstra com ou sem o Zé Povinho, digo eu), além de nos assegurarem de que o processo será mais do que transparente. A provar tanta transparência não há teste do algodão, mas há relatórios enviados em mass mail, para todos estarmos a par de tudo.
Mas eu devo ser muito parva, pois li o relatório do dia duas vezes e não consegui perceber patavina do que nos ia acontecer. Entre CEOs e Senior Managers vai haver pré-selecções, selecções, reencaminhamentos e mil outros caracteres encriptados que devem lá explicar muito mais. É pena que eu seja um pouco analfabeta e iliterada para estas coisas. Para já o meu departamento passou a chamar-se: Marketing Estratégico. A ignorância pode viver aqui, mas não pude deixar de apreciar o novo nome!

sábado, 16 de abril de 2011

A cómoda

Cá está a nova aquisição do burgo! A cómoda vermelha :)
Se bem se lembram, o Valete tinha-se disponibilizado a ir buscar a peça com a sua viatura e eu fui acompanhar, munida de ferramentas, caso fosse preciso desmontar a peça. Não foi preciso desmontar muito e num instante, pusemos os dois a cómoda aos pés da minha cama!

Um bacalhau à Zé do Pipo e um rosso italiano e a dívida ficou saldada :)

Ikea, Hemnes

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Uma espécie de Cacilheiro

Ando aqui em diligências para o meu futuro trânsito entre Macau e Hong Kong e descobri esta pequena maravilha da natureza que é o TurboJet, que para além do bom aspecto ainda tem horários fenomenais:

The check-in counters are open 6:54 a.m. to 10:45 p.m. and are located on the 1st fl. of the Macau Maritime Terminal, and at the passenger bridge of Shun Tak Centre in Hong Kong.

Poderia ser às 6:50, mas era muito cedo...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não mexe, não respira.

Não estava nada a espera de a esta altura do campeonato estar em cima deste salto...

Eu que até tenho medo de alturas sem corrimão.

Estou tão equilibrada que me sinto tentada a não me mexer muito para não incorrer no risco de cair destas núvens e estragar tudo.


JoAnne Bendient, Queen of Hearts

terça-feira, 12 de abril de 2011

Nozes norueguesas

Como o caro leitor saberá melhor do que ninguém, Maria Calíope é uma exímia leitora (mesmo que  a posteriori) dos sinais da vida (neste momento ser-lhe-ia mais útil ser uma leitora atenta, célere e eficiente dos milhares de artigos que ocupam milhões de fotocópias e outras tantas páginas de livros que partilham consigo o seu apartamento). Mas voltando às capacidades paranormais de Maria Calíope.

Edvard Munch, Bathing man

Maria Calíope já havia reparado, há umas semanas, por entre vidraças e outras tantas divisões no seu escritório um corpo estranho. Corpo estranho, mas dos bonitos: alto, espadaúdo, loiro, uns centímetros qb de barba e um ar muito casual. (Mamãe sempre disse para não falar com estranhos).
Maria Calíope, hoje, numa diligência de serviço externo, entre o estúdio de gravação e o metro, entra numa loja de design escandinavo. (Excuse me?!!)
Maria Calíope já no escritório e em trânsito para a casa-de-banho, nota que o corpo estranho estava mesmo atrás dela e abre-lhe a porta! (Mamãe sempre disse para ser bem-educada. Daí tive de falar com o corpo estranho. Danke schön.)
Maria Calíope em passo de corrida para ir almoçar com o tugo-gangue é chamada à redacção e apresentada ao corpo estranho. Eis o novo colega norueguês! Lindo. Simpático também pois respondeu a todas as perguntas que Maria Calíope fez tipo interrogatório, assim tipo rajada e sem pestanejar.


Se não tivesse o homem do Báltico pela mão (que é muito mais lindo), iria já começar a arquitectar um plano de ataque ao Viking!
Mas enfim, acho que para além de Munch e Ibsen não conhecia noruegueses... e mesmo eles não era pessoalmente! Por isso chega-me isso como ponto positivo!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A dar horas...

Não há mais ninguém que me cobre mais tempo?

- É a coordenadora que queria que eu fosse a reuniões gerais (daquelas de 3 ou 4 horas onde se discute não se sabe bem o quê, mas que o melhor é marcar uma segunda, terceira reunião para aprofundar e esclarecer melhor o tema)
- É uma amiga que está cá de visita a dizer que desconfia que há um problema entre nós... não falámos muito...
- É o gajo que se desculpa que não vem cá para casa se eu tiver de trabalhar a meio da noite (= fazer uma ficha em meia hora não é trabalho, mas sim improviso e 11 e tal é meio da noite lá no Báltico...)
- É outra amiga que me desafia para brunchs, drinks e walks
- É uma antiga colega a convidar-me para o almoço do 20º aniversário do filho (eu lembro-me do miúdo com 12)
- É um ex-aluno a lembrar-me do Festival da Estíria na Câmara Municipal
- É um amigo a desafiar-me para uma noite de copos...

Entretanto...
- Papelada para bolsas em stand-by
- Paper não tem a folha branca quanto mais uma linha
- Visita a Neuschwanstein cancelada
- Ando com olheiras até ao chão e pareço um trambolho descordenado nas aulas de dança
- Estou a ver como descalço a história do transporte da cómoda....

Alguém precisa de mais alguma coisa minha?

domingo, 10 de abril de 2011

Marcando território

Na semana passada consegui que o Valete quase espontaneamente lavasse a louça toda enquanto eu estava para aqui a trabalhar. Pormenor importante: ele não tinha usado mais do que um copo :)

Ontem deixei roupa minha em casa dele.

Talvez nesta semana há-de me ajudar a transportar/carregar uma cómoda que comprei cá para casa.

Estou radiante com as minhas mini-conquistas!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A mentira de hoje é a verdade de amanhã

Não sei se o prezado leitor se lembrará desta máxima premonitória do mundo de futebol enunciada por Pimenta Machado, antigo dirigente do Vitória de Guimarães, detido a páginas tantas por outras tantas falcatruas. Ocorreu-me hoje que esta frase tão verosímil no meio futebolístico não será menos verdade nos meandros universitários. Os bastidores docentes tem tantos pesos e medidas, tem tantas reviravoltas, tem tantos compadrios que quase parece o regresso à sociedade feudal e escuso-me de mencionar sede de poder, sacudir água para capotes alheios, sorrizinhos pela frente e facadas por trás. Nesta medida, os suseranos são quem têm os mais altos títulos académicos... perdão! nobiliárquico e o resto não passa de vassalagem.

Raio de sexta-feira, pá!

Eu vou mantendo-me na minha redoma e vou colocando sucessivas camadas de repelente...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tordesilhas: o primeiro passo

A bola parou no 33!
O plano Tordesilhas que Maria Calíope traçara para dominar o mundo começa a consubstanciar-se, mesmo sem um bigodinho ridículo! E o primeiro passo corresponderá mesmo à última jóia da coroa a ser entregue.

Na verdade, Maria Calíope foi contemplada com imenso trabalho, do qual nem sequer está bem consciente. Mas por ora está radiante por ter conseguido superar a primeira barreira. Foi aceite (e por já não ter de puxar pela cabeça para decidir o próximo destino de férias). A corrida continua, mas o embalo também! :)

Se algum dos caríssimos leitores tiver dicas de Macau (em, a caminho de, lá perto, etc.), faça o obséquio, que Maria Calíope ficará eternamente grata :)

terça-feira, 5 de abril de 2011

E agora um registo completamente diferente

Estava para aqui a ver o Eixo do Mal do fim-de-semana passado, quando um dos participantes, a propósito das próximas legislativas, diz qualquer coisa como "O Passos Coelho é um menino a quem vai ser entregue um país doente". Num flash imediato ocorreu-me o que aconteceu a Portugal quando foi entregue a outro menino...
Por força da sua educação, D. Sebastião tinha duas paixões: a religião e a guerra, sendo que o cumular das duas consistaria no supra-sumo do seu ideal de vida, que é como quem diz, o ideal da Cruzada... Já sabemos como essa história acabou... Ainda não houve manhã de nevoeiro que o obrigasse a voltar e a corrigir as trapalhadas em que se meteu.

Nunca tinha pensado na situação política portuguesa a esta luz e digamos que agora estou como que meia confusa.

domingo, 3 de abril de 2011

4 gajas foi a conta que Deus fez!

Ontem fui tomar o pequeno-almoço com 3 amigas. Lá despejámos os dilemas das nossas vidas entre flutes com sumo de laranja, croissants, iogurte, queijos, fiambres, espetadinhas de fruta, café e pão com manteiga. À nossa volta eram outras tantas mulheres que deveriam estar a fazer o mesmo que nós. A proporção de XX era tão imensamente maior do que a de XY que até comentámos que homens não combinam para ir tomar o pequeno-almoço juntos.
Seguiu-me uma sessão de compras daquelas coisas que a gente precisa mesmo, mesmo. No meu caso foi um vestido coral (sim ando atenta às tendências). As minhas amigas não me deixaram comprar um biquíni carote por alegarem má qualidade do tecido e não me ficar estonteantemente bem. De regresso consegui fazer a proeza de comprar 3 biquínis liiiiiindos ao mesmo preço (e garanto que me ficam francamente melhor!)

Hoje fomos 3 amigas (outras) fazer um piquenique na varanda aberta de uma quarta. Sentaditas em almofadas discorremos sobre a vida em geral e a nossa em particular, enquanto o falafel, patê de berigelas (fui eu que fiz!), salada, queijo, húmus e uvas iam marchando regadas com pinot grigio e íamos fazendo horas para o teatro.

Fomos ver a Antígona de Sófocles.

Sou só eu ou o Sex and the City marcou inconscientemente uma época?

sábado, 2 de abril de 2011

"Diz-me que língua falas, dir-te-ei que estatuto tens."

citando Eduardo Lourenço em A Nau de Ícaro & Imagem e Miragem da Lusofonia.

Ora bem,
Eu falo português, inglês, francês e alemão, desenvencilho-me bastante bem em espanhol, fui cromolítica em latim e em tempos aprendi polaco, catalão e hindi.

Ele é praticamente trilingue: lituano, alemão e russo, portanto não se perderia no mundo eslavo (especialmente na zona oriental e sul), fala inglês e aprende chinês.

Acho que juntos dominaremos o mundo! Venha a nós o Tratado de Tordesilhas! :)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Senator Class

Quando se trata de assuntos sérios, o meu amigo Senador torna-se uma pessoa de poucas palavras. Poucas, cirúrgicas e com a precisão de um relógio suíço.
Há dias disse uma coisa genial a uma pessoa amiga:

Não te desperdices por facilidade!

e eu não pude deixar de usufruir desta exemplar combinação de palavras. A facilidade, o conforto e as vistas curtas podem ser bastante nefastos na medida em que nos empurram para a sombra da bananeira e uma vez lá deitaditos, levantar poderá ser um trabalho hercúleo.
Apesar de não me terem sido endereçadas e de não terem margem de manobra para serem aplicadas na minha situação actual, vou mantê-las guardadas num sítio acessível. :) Nunca se sabe quando serão necessárias. Obrigado, Senador.

Nick Brant, Lion under leaning tree