terça-feira, 30 de novembro de 2010

Não era bem stressada

mas nem dei pelo dia a passar.

O que me vale é que aqui nem stress nem sobremesas... mas se substituirmos os termos por (pre)ocupações (com e sem prefixo) e batatas fritas, a história é bem mais calórica.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sistema tributário

Depois de no ano passado não ter pago ao meu contabilista, por me ter enganado no número da conta e de ter pago umas centenas de euros a mais aos amigos das finanças, por me ter enganado a copiar o montante, a peripécia deste ano foi no mínimo ainda mais caricata.
Paguei o IVA na véspera do prazo, para que os meus amigos das finanças não ganhem fortunas com os juros dos meus eurinhos e no fim-de-semana fui confirmar que as transferências tinham sido executadas. Qual não é o meu espanto quando vejo o meu saldo bem gordinho com algumas largas centenas de euros a mais. Então o raio dos amigos das finanças estão a rejeitar o meu dinheiro honesto? Toca a escrever para o meu contabilista e para a minha gestora de conta. Hoje como não havia resposta de nenhuma das partes, fui a um balcão esclarecer porque é que o meu dinheiro não fora aceite. Imaginem, Maria Calíope com tanta preocupação em copiar os números um a um, todos certinhos, sem se enganar, esqueceu-se de assinar o papel. Logo, transferência recusada.

Não digam a ninguém que eu traduzo e faço revisão de texto de documentos do foro financeiro, tributário e económico, sim? É que é com muito mais letras do que números!

domingo, 28 de novembro de 2010

Física aplicada vs. Poesia teórica


Comecei por enunciar a teoria do caos para tentar explicar o que sinto.

Queria acabar por dizer que o que Ruy Belo tão bem disse "E tudo era possível era só querer", mas embrenhei-me nos sistemas complexos, dinâmicos e pouco dados a determinismos e escapou-se-me.

Vamos ver no que resulta o bater de asas de Maria Calíope.


Chaos Theory

sábado, 27 de novembro de 2010

Agenda com corrida

Finalmente consegui encontrar uma agenda compatível com os meus critérios de agenda (ser verde, ter um bolsinho para cartões de visita, espaço para escrever, caber lá dentro o passaporte, ter um elástico - facultativo). E esta ainda trás 3 meses de bónus (Outubro, Novembro e Dezembro de 2010).

Green Calendar

Assim, já não tenho mais motivos para andar feita barata tonta (tipo estas duas últimas semanas) e voltar a pegar nas rédeas da minha vida. Para já preciso de organizar muito bem o meu tempo e dedicar-me concentrada e consequentemente à minha tese. Vou voltar a eremitar mas com uma roupagem contemporânea. Isto quer dizer: estudar e viver pegada a livros, sim! Mas vida social, sim também, que estamos em época de Punsch!
E é a despachar! ;)
No início de Janeiro prestar-vos-ei contas. (Se me esquecer, alguém que mo recorde)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

66º momento cultural

Fui ao cinema.

EAT PRAY LOVE

Itália (Roma e Nápoles) Índia (Deli ou Jaipur) Indonésia (Bali)

Falta-me Bali e por isso é que me deve faltar qualquer coisa.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Modelito avozinha com tecido do sofá...

No escritório
Colega: Calíope, hoje vais para a faculdade, certo? O vestido é o máximo...
Calíope: Sim, é tecido de sofá :)

Na faculdade
Aluna: Bonito o vestido...

Na hora de atendimento do orientador
Orientador: Que vestido elegante!
Calíope: Vim agora mesmo da faculdade e tenho de ter ar de "Frau Professor" :)

Encontro com uma colega
Colega: Uau Calíope! É Chanel?
Calíope: É, é! Chanel da Zara :)

Jantar com amigos:
Amigo: Calíope, hoje foi dia de faculdade, certo?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Tormenta

Sinto-me num barco em plena tormenta no mar. Ele é ventos de um lado, ondas gigantes do outro e ainda meia dúzia de monstros marinhos para animar o cenário. Se a minha vida tem vários quadrantes, todos eles resolveram empolar-se de forma sincronizada.
O que eu queria agora mais do que nada era um porto de abrigo. Quieto, quente e calmo.
No entanto, só me ocorre o que Bartolomeu Dias e os seus homens passaram quando estiveram à deriva uma dúzia de dias no Atlântico sul: a morte parecia mais do que certa. Mas quando a tempestade amainou, eles já não se encontravam no Atlântico, mas sim no Índico. Uma casualidade fez com que dobrassem o Cabo das Tormentas e continuassem a rota traçada para alcançar o seu objectivo último.

Pode ser com mais ou menos casualidades eu consiga não descarrilar.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lidar com cobras

O bom de se ter de frequentar uma sala de professorAs é que uma pessoa acaba por se esquecer que tinha outros problemas.  Eu a querer carpir o doce veneno dos meus desastres amorosos e qual quê, é entrar na sala de professorAs para conferir veneno puro.
Oh meu Deus! Dai-me flexibilidade, perspicácia e destreza para contornar todas essas línguas viperinas e uma dose reforçada de jogo de cintura a acompanhar, sff.

Se alguém tiver o Como Lidar com Cobras para Totós ou livro de auto-ajuda semelhante, faça o favor de me passar os dados bibliográficos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

65º momento cultural

Estava à procura de um poema e de uma assentada só li Prefiro Rosas, Meu Amor, à Pátria e outras Odes de Ricardo Reis.
Prefiro sim com certeza, apesar de não serem as minhas preferidas. Mas se pensar que a minha pátria é a língua portuguesa, se calhar preferiria um dicionário :)
Encontrei mais do que o que procurava e tive problemas em escolher. Não escolhi, mas tomei uma nota para mim mesma:
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias. 

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios. (...)

domingo, 21 de novembro de 2010

Aldeia global

Nunca estive em Trás-Os-Montes, nem nos Açores. É o que me falta para fazer Full House em Portugal. Ontem fui jantar com um indivíduo de Vila Real e outro de Ponta Delgada e a cavaqueira foi animada pela noite dentro.

Melhor do que isso foi uma amiga minha de St. Pölten me ter levado à Republica Checa levantar uma prendinha de anos. E que prendinha. Joias, senhores, agora só aceito joias... (jantares e flores também são alternativas a considerar) 2 aneis lindos da colecção Mogul da Frey Wille.

Et sanabitur anima mea






 :(


Caso contrário, serei eu a ter de arregaçar as mangas.

sábado, 20 de novembro de 2010

64º momento cultural

Vernissage da exposição Visages por Arnuf Rainer num museu com o seu próprio nome. Chique, chique, até porque o artista lá estava e a infrastutura do museu (antigas termas) já por si valeu a pena a ida a Baden.


A exposição foi assim-assim. Na verdade não gostei à primeira volta. Depois de uma explicação fiquei pelo menos a perceber porque é que a coisa ia naquela direcção. No fim com uma visita guiada, entendi a motivação do artista, mas continuei sem gostar.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Consulta

Oh! Die jünge Portugiesin mit dem schönen Deutsch!
Foi assim que o senhor doutor me recebeu, só por isso já me sentiria melhor, mas ele continuou:

Medico della Peste

Face às radiografias da minha coluna e ancas disse que a nossa coluna é única tal como as impressões digitais ou a iris e por isso achava a minha coluna óptima, poderia ter ali mais uma curva, mas não tem e mal ao mundo dali também não virá (e eu a achar que tinha uma anca muito maior do que a outra...). Mas um bocado mais de desporto fortelecer-me-ia a coluna.

Face à possível tensão descontrolada, ele disse que nunca lhe passaria pela cabeça que eu poderia ter problemas de tensão, mas para tirar qualquer dúvida medir-ma-ia. Resultado: tudo normal.

Face à minha falta de apetite e consequente perda de peso, sai-se ele com: Se eu fosse português e vivesse aqui no Inverno estaria deprimidíssimo com a falta de sol. Por isso, faça é por sair com os seus amigos e se divertir. E coma legumes e fruta!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Coleccionando maleitas como ocupação de tempos livres

Lenny Campello, Woman Alone
O melhor de estar com maus fígados é conseguir reunir uma série de maleitas no mesmo saco.
No espaço de hora e meia fui fazer radiografias numa cena muito retro, tirar sangue na medicina tropical e passei pelo dentista para apertar o arame.
Cheguei a casa 3 horas depois, mas sem conseguir passar pela farmácia para aviar a receita, a andar toda desengonçada, pois as dores nas costas chegaram às ancas e com arrepios de frio. Amanhã vou buscar as radiografias e sigo para o médico de família e pronto, cada um entretém-se como pode para não pensar/fazer tonterías.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Watch and learn!

Tarefa 1 (9:36): Calíope, podes explicar aí em alemão o que este cliente está para aí a dizer?

Situação: O cliente ganhou bilhetes para uma corrida de Fórmula 1 ou coisa que o valha e escreveu agradecendo ter sido o contemplado e justificando o facto de não ter ido levantar os bilhetes por ter estado doente. Aproveitando a situação, o cliente diz que como até é bom cliente gostaria mesmo era de ver, acompanhado, um jogo de futebol de um dos grandes clubes europeus a jogar em casa num jogo grande.

Eu lá traduzi e fiquei a pensar: Grande lata...

Tarefa 2 (16:23): Calíope, podes traduzir a resposta do departamento ao cliente?

Resposta: Caríssimo cliente, faça o favor de fazer uma listinha dos jogos a que gostaria de ir assistir e nós teremos todo o gosto em lhe oferecer bilhetes VIP duplos para o jogo da sua preferência.

Eu fiquei boqueaberta e a pensar como às vezes as coisas podem ser tão fáceis. Às vezes a vida poderia ser tão mais simples... a começar pela minha.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Associação Alemã de Lusitanistas

Lá nos acervos poeirentos de manuscritos de alemão antigo e de galaico-português, os velhotes de peles flácidas e bainhosas da Deutscher Lusitanistenverband e. V. nem fazem ideia de que acabaram de aceitar como mais recente membro da sua egrégia associação o membro mais giro, exótico, sofisticado e brilhante qb que aquelas bibliotecas amareladas pelo tempo alguma vez viram: EU!
O processo de selecção durou quatro longos meses (sem sequer ser preciso fotografia) e a resposta chegou hoje!
Agora é só pagar a quota!

Thomas Hart Benton, Old Man

domingo, 14 de novembro de 2010

Big blind...

No póquer existem três tipos de limite: o limite fixo, o limite do pote e o sem limites.
A minha vida é normalmente governada no modo limite fixo. Sei onde fica o limite e organizo-me bastante bem com a delimitação de fronteiras. O limite do pote serve para situações pontuais que me fazem alargar os limites e dar-me mais margem de manobra. Mas há casos raros em que estou tão convicta e nem penso duas vezes e jogar sem limites. A mão é certa e segura. Flop, turn  e as apostas continuam cada vez mais altas até que lá vou eu all-in. Chega o river. Talvez o meu parceiro estivesse a fazer bluff.

Não sei.
Mas na altura do showdown acho que perdi.

sábado, 13 de novembro de 2010

O negão do momento III: Djavan

Djavan para sempre em geral e para hoje em particular.
Ando aqui a cantar coisas fantásticas entre SEs e SINAs. E radiante!
E agora vou pregar para outra paróquia, afinal hoje é dia de Saturday Night Fever!

Chave de ouro



 Tu desequilibras-me!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O Carnaval não são 3 dias...

Em dia de S. Martinho e de início de Carnaval na Alemanha, eu nem castanhas nem Krapfen (espécie de bola de Berlim), bebi um Punsch e nem me queixo mais! (Faz de conta que ainda é antes da meia-noite e ainda é 11 de Nov.)

Entre aulas e mais aulas e entrevistas e entrevistas extra, não deu para me multiplicar e fazer mais malabarismos. Mas se entrámos em época de folia, eu amanhã viro contorcionista e deixo o coelhinho com o Pai Natal e levo o palhaço no comboio ao circo!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Receita



Parece que arroz de cenoura faz os olhos bonitos! :)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cenas de gajo

Eu ando aqui há dias, há horas sem fim à espera
que o telefone toque
que o mail chegue
que o raio o parta

para aproveitar todos estes minutinhos, torturo-me a pensar
no que aconteceu
no que fiz
no que não fiz
no que disse
no que não disse
no que deveria ter dito

entretanto acho que o gajo é um  palerma
porque não me liga nenhuma
porque deve estar mergulhado no laboratório sem reparar que o tempo passa
porque não me liga nenhuma
porque deve andar a ler artigos como se não houvesse amanhã
porque não me liga nenhuma

às tantas começo a pensar que se calhar lhe pode ter acontecido alguma coisa

ligo-lhe (contrariando todas as opiniões femininas residentes)
e afinal está tudo bem
e ainda sou contemplada com um convite para jantar

eu aguento?!
Cenas de gajo não existem, eles não têm cenas nenhumas, é um mito urbano...

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Inventário de vocábulos VII

Supostamente esta rubrica deveria conter apenas palavras de que gosto, mas hoje faz mais sentido qualquer coisa inversa e não foi casualmente que o vocábulo escolhido foi

sorumbática

Henri Fantin-Latour, The Lesson

Nunca simpatizei com o termo sorumbático, talvez por preferir dentro do género melancólico e macambúzio. Descobri, no entanto, que a origem da palavra é controversa e que há quem aponte sombra como sua raiz. Realmente faz todo o sentido agregar sorumbática a sombria e soturna. Assim acompanhado o vocábulo ganhou nova vida e subiu ligeiramente de estatuto na minha contagem pessoal. Espelha-me o ânimo.

domingo, 7 de novembro de 2010

Ocidente e Oriente

A grande borga-party-mix-sun-dance-rave-parade deste ano esteve sujeita ao tema Oriente e Ocidente. Havia inclusive um dress code: do médio ao extremo oriente. Eu cumpri a minha parte sendo uma autêntica falsificação de indiana, mas dos meus 40 convidados apenas uma minoria seguiu o tema à risca. Um flop! Mas eu não parei de dizer "Namaste" o resto da noite, mesmo com o samba no pé e vinho na mão!
Tudo o resto foi o máximo.

Lembro-me de quando vim para Viena dizer que gostava do meu computador pois tinha os meus amigos todos lá dentro, mas agora afinal não. Tenho amigos fantásticos que fazem questão de vir às minhas festas e de aturar os meus maus fígados.

Podia pedir mais? Sim! Prendinhas: fabulosas, fabulosas, fabulosas!
Desde as minhas amiguinhas que me deram um ferro de alisar o cabelo e trataram logo de lhe dar uso, aos meus coleguinhas que me deram o cheque-brinde da Frey Wille, passando pelo vale numa chapelaria siciliana do tugo-gangue e ainda mais bolo, vinho e outras tantas cenas giras.

De longe a melhor festa do ano e o melhor é que não fui só eu a achar isso!
Devia fazer anos mais vezes por ano. Mas chegar a casa sozinha aos S às 4:00 da manhã é que não tá com nada...

sábado, 6 de novembro de 2010

Em cima do salto XVI

Li isto hoje:

Monolinguals can be cured!
Elena Feliciano, Yellow Roses Stiletto Glicee


a-d-o-r-e-i!

Nómadas

A mera possibilidade de dois dedos de conversa com tanta gente desconhecida já faria valer a pena do meu projecto de investigação.

Hoje entrevistei uma senhora portuguesa nascida em Moçambique casada em Gibraltar com um americano nascido na Índia que conheceu na Noruega, cujos pais são meio dinamarqueses meio suecos. Não sei de que nacionalidade são os filhos, mas nasceram em Taiwan e agora estudam nos EUA.

Rejubilo com histórias assim e resumo-me à minha insignificância, como se vivesse em Trás-Os-Montes e nunca tivesse saído de lá.

Incongruências

Às vezes as coisas não batem certo. Estranha-se, mas se o resultado é aprazível, why not?

Nos últimos dias tenho saído de casa como se fossem aqueles dias primaveris: céu azul, tempo ameno, vento agradável... e depois dou com o tapete de folhas amarelas e as árvores nuas. O Outono sempre foi a minha estação preferida, que isso fique claro.

Há coisas que não percebo, mas acho que gosto.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Entre trigo e joio

Um sítio
Dois gajos
Duas perspectivas

1: Isto parece uma cena de estudantes...

2: Gand'a pinta! Um sítio com música funk como pano de fundo deixar-me-ia sempre rendido. Mas este aqui é super giro...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Resistência... parva

Por algum motivo que desconheço, parece-me ser bastante difícil dizer coisas estonteantemente bonitas a pessoas que merecem ouvir tais preciosidades. Movimento-me com alguma diligência entre o arrogantezinho e o agradável, passando com muito bom grado pelo sarcasmo refinado, agora o resto...

No outro dia recebi isto:

Gostei imenso de a conhecer e espero sinceramente por uma próxima 
oportunidade de podermos conversar, se tiver tempo e estiver para aí 
virada. Confesso que me sinto cheia de admiraçao pela sua capacidade 
de se desenrascar. Queria tanto ser assim!...
 


Continuo sem perceber porque resisto tanto a entoar música para ouvidos alheios...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Grandes paradoxos


Independente, emancipada, dona do seu nariz, determinada, aventureira qb, individualista, corajosa qb, perspicaz e outros tantos atributos caem por terra quando a meio de uma viagem, Maria Calíope teve de ir pedir a um senhor a dois bancos de distância que lhe abrisse a garrafinha do smothie, pois não era capaz de o fazer sozinha.

Trick or treat?

Afinal há mesmo quem bata em portas alheias, fora dos filmes hollywoodescos, e peça um doce, chantageando com uma travessuras. Aqui na Irlanda é assim. Eu lá pedi canções e foi o que obtive com a recitação de poemas em alternativa de miúdos vestidos de dráculas, bruxas, abóboras ou outras coisas menos indecifráveis. Giro, giro!

Assim que voltar a Viena vou tentar adaptar a tradição... pelo menos dentro de portas e em horários mais alargados!