domingo, 31 de janeiro de 2010

Mestre de obras!



Ainda não são 10 da manhã e já montei o meu novo tampo de sanita. Sozinha e sem instruções! Às vezes até me impressiono a mim mesma...
(Se fosse para lavar dois pratos, era bem capaz de precisar mais dois dias!)

O tampo é parecido com este mas muito mais giro!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Quanto mais coisas tenho para fazer mais coisas faço

Este poderia ser um dos motes da minha vida, pois é assim sem tirar nem pôr!
Andando eu motivadíssima e animadíssima com o início do meu doutoramento [possivelmente mais informações sobre o assunto na próxima semana], resolvi de uma assentada só inscrever-me num curso semestral [preparem-se] de Dança Caribenha e Trabalho Corporal e num workshop de Dança Oriental: Mãos e Braços Bonitos [se calhar é patrocionado pelo Vasenol creme para mãos]. Há que exercitar corpo e mente, certo?
Dancing Under the Moon
Além disso, acordei hoje cedíssimo para fazer as compras da semana. Entre pão, leite, queijo e litchis, veio um novo tampo (giro, giro) para a sanita debaixo do braço! Entretanto, já eu voltada das compras e não eram 10 da manhã, achei que seria uma boa ideia aproveitar o tempo e os restos dos saldos pois com o doutoramento nunca mais terei tempo para ir às compras. Resultado: muitas pechinchas fantásticas!

Rise and shine!

É isso mesmo. Levanto-me e irradio boas energias. É hoje, foi ontem, o dia anterior e espero que amanhã e os dias seguinte também. E se emito boas energias devo recebê-las em dobro ou triplo.



Sinto-me literalmente P-O-D-E-R-O-S-A! :D



E deveria estar sempre assim!




Keith Mallett, Bahyia (Beauty)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Barcelona

É a cidade onde possivelmente eu viveria, se não vivesse em Viena.

Na semana passada resolvi que estava bem na altura de lá voltar. E o voo já está marcado. Eu era para ir de viagem acompanhada, depois sozinha e hoje já vai em:

Eu, a minha irmã, o meu chefe, a mulher dele e a irmã dela...

Giro, giro (mãs não todos sicronizados... acho eu)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Resgate que eu não pago!

Um conjunto de bons resultados na vida poderá arredar-nos do mundo real… dos outros.

Se o meu quotidiano é bem-sucedido não vejo porque hei-de pagar penas por isso ou, pior ainda, pela falta de êxitos em casa alheia. (não deveria ser precisamente o contrário?!)


Não me privo de certos prazeres pela sombra de não ter com quem os partilhar.

Soltei as amarras pois não vou ser refém do meu próprio sucesso. (Nem vou desperdiçar o meu precioso tempo de forma tão escandalosa).

Keith Mallett, Naima (Grace)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Prendinhas para mim!

Fui aos correios levantar a tal carta. Disseram-me que SIM :) e eu erradiei o resto do dia todo e como se já não fosse prenda suficiente, vou armada em Ipiranga (não aos gritos, mas com voz colocada) para Barcelona.
Agora é que poderiam ser elas, mas não, agora sou EU!

Alguém interessado em fazer esqui?

Wacker1, Weihnachtskarte

Se sim, tomem nota do seguinte:



- Vale a pena ter roupa interior térmica.
- Roupa apropriada é fundamental (investimento mais do que bem feito!)
- Quando se aluga esquis, para além do nº de calçado, eles perguntam a altura e o peso. (O meu aparentemente peso super pluma deu direito a preço de criança!!! Oba!)
- Os sticks são bastantes enganosos: é mais fácil fazer esqui sem sticks do que com.
- Há que desenvolver uma maneira mais fácil de destrancar as botas do próprios esquis (se numa posição vertical e recta, uma pessoa tem de fazer todo a força que dispõe, numa posição semi-horizontal, com uma perna para um lado, a outra semi-arqueada para outro e o restante corpo algures, é impossível ainda conseguir fazer força para tirar as botas dos esquis - quase tão impossível como uma pessoa erguer-se sozinha a partir da dita posição. (Na minha última queda suplantei as duas impossibilidades, a muito custo, mas suplantei).
- Tirar fotografias é sempre uma boa ideia... mas pode valer uma mão congelada e sem sensibilidade no caso de estarem uma dúzia de graus negativos.
-Andar de botas de esqui em terreno normal é como andar com problemas motores (ou seja, uma experiência didáctica).
- Os instrutores são instrutores por algum motivo, por isso não vale a pena duvidar das suas dicas, mesmo que a argumentação seja tão boa como "Mas todos os campeões de esqui fazem assim..." (Eu bem digo eles devem ter reparado no meu talento escondido...)

Já não vou a tempo de Vancouver 2010

É uma sorte que os Jogos Olímpicos de Inverno comecem já a 12 de Fevereiro! Pessoal, é favor de aproveitar para abocanharem todas as medalhas que puderem...
Depois do talento nato descoberto hoje, a Rússia que me aguarde em 2014, Sochi aqui vou eu! :D
Até ver a modalidade de descida na disciplina de esqui alpino será a minha especialidade!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Exorcizando medos ou como ser iniciada em desportos de Inverno

Em Roma sê romano e em pleno fim-de-semana de competições de esqui em Kitzbühel... parece que eu vou fazer esqui... (e espero sobreviver, até porque na segunda-feira tenho de ir buscar uma coisa muito importante aos correios)

Desportos de Inverno que incluam gadjets causam alguma agitação ao meu sistema nervoso e põem o meu sistema de auto-defesa em alerta. Patinagem no gelo já foi para a prateleira depois de duas tentativas. Vou incluir a bicicleta em Amesterdão como actividade com as características acima descritas... (devo ter desenvolvido um novo estilo: andar de bicicleta a tremer e não é do frio).

Michal Shalev, Woman Ski

Chegou a vez do esqui. E desta vez vai ser mesmo. Claro que eu neguei enquanto pude, enquanto as minhas entranhas se revolviam... numa batalha entre 'sim, quero ir' e 'não, não posso ir que ainda parto uma perna ou um braço'. Não! Pronto. Estava decidido. Mas detesto quando decido coisas e continuo a pensar nelas e especialmente no sentido oposto da minha decisão, desencantando argumentos do arco da velha para me convencer de que tomei a decisão certa.

Estava tudo decididíssimo caso eu não tivesse ido beber o friday-night-drink com uns amigos, incluindo as pessoas que me endereçaram o convite.

A conversa foi bastante eloquente e persuasiva:


- Não te preocupes! Quem anda de patins no gelo faz esqui...
- Eu não ando de patins... Já tentei e foi uma catástrofe.
- Oh! Não te preocupes: quem sabe ler sabe fazer esqui.

Pronto. Se arranjar umas calças, vou. Linda forma que arranjei de exorcizar os meus medos. Compras! Espero que valha a pena, nem que seja o investimento. Hoje tratei de comprar o equipamento necessário e amanhã veremos! (Confesso que continuo com algum receio, mas pelo menos equipada apropriadamente disfarço um bocado!)

Pelo menos para o après-ski estou pronta!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Long live Iberia...

E tive mesmo razão!

As comunicações de hoje foram de longe muitíssimo mais interessantes.


Pois... o espaço ibérico tem muito mais que nos una aos joselitos e às maricarmens além fronteira do que nos separe. E não venham cá com coisas.


Tomei nota da seguinte frase proferida por Mateus-Maria, um personagem de um conto de Agostinho da Silva:

"Grandes saudades da barulhenta e anárquica Península"

Eu não assino por baixo por prezar a ordem centro-europeia e bradar aos sete ventos que não sou saudosista, mas de qualquer forma, reconheço um filão saramágico quiçá talvez bastante significativo e nada desprezível.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Comunicações de filigrana

Coração arrancado do Museu da Ourivesaria

O II Colóquio de Lusitanistas está decorrer aqui em Viena. E eu fui assistir a duas comunicações e apercebi-me do seguinte:
- Desconfio que a maior parte da assistência eram palestrantes que ainda iam fazer ou já tinham feito as suas respectivas comunicações.
- Agora já não se fala, não se comunica, não se apresenta... limita-se a ler um punhado de folhas e quem quiser acompanhar que se amanhe.
- Os assuntos são rebuscadíssimos mas o grave é que parece que nem sequer a lusitanistas e seus pares interessam. (Tese de doutoramento sobre o Stº António na literatura infantil??? e a outra já nem resumir consigo...)

Também pode ser que tenha tido azar... amanhã há Ibéria! Lá estarei. Conheço os palestrantes. Pode ser interessante ou posso ser masoquista.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Atlas

Atlas in Rockefeller Center, NYC


Sinto-me enclausurada e com o mundo (pode ser o meu mundinho, mas é o que se arranja) nos ombros... assim de repente não me parece especialmente agradável.

Amor contemporâneo


De entre as mil coisas que estudo e pelas quais me interesso (mais ou menos voluntariamente), saiu agora a senha ao maravilhoso mundo das artes plásticas contemporâneas portuguesas.

João Pedro Vale, Love is just a paradox (2003)



Não conhecia o artista, mas já o acho uma delícia... Tenho de estar mais atenta, pois as peças ao vivo têm outro encanto.
Para já o meu trabalho já tem muso inspirador!

8º momento cultural

Portugal S.A. - Onde tudo se compra e tudo se vende de Ruy Guerra

Eu não acredito que tudo se reja pelas leis do mercado... mas se calhar sou eu que sou um bocado naïve...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Y não engana!


O facto de exemplares masculinos terem amigas (que são só amigas mesmo) no seu rol de compinchas não os civiliza na totalidade.

Estes últimos dias foram exemplares. Há longos atrasos, não há desculpas, há tampos de sanita por baixar, há umas quantas asneiras que se escapam...

No outro dia tive de recordar a uns amigos que não estávamos no balneário do futebol, hoje foi telefonar quase a pedir justificações...

Gosto muito dos meus amiguinhos e por norma são autênticos gentlemen, mas um bocadito mais de trela (ou mais um copito de vinho) e o macho dominante salta lá de dentro do peito com pelos e dá o ar da sua desgraça!
Gajo é gajo e o Y não engana!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Nomofobia

Em tempos pensei que pudesse ser relativamente nomofóbica. Agora tenho a certeza que não.
Especialmente ao fim-de-semana, o meu telemóvel serve mais de relógio do que aparelho de comunicação (salva a digníssima excepção da minha mãe que me liga e consequentemente lhe dá uso).

Sad but true.

6º e 7º momentos culturais

Isto agora ao fim-de-semana, à falta de melhor, há sessão dupla de cinema.

Ontem foi o primeiro filmezinho português da semana: Tráfico - Uma comédia portuguesa de João Botelho. Acho que era uma caricatura... mas nem percebi bem do quê. É um daqueles filmes que poderia ter acabado aos 15 minutos, aos 45 ou noutro momento qualquer, que faria exactamente o mesmo sentido.

Hoje assim em 30 segundos resolvi ir ver o Avatar. A decisão foi rápida demais. E só quando estava já na bilheteira é que me lembrei que iria receber uns óculos e que não teria sido a melhor ideia de sempre ter os meus próprios postos (em vez das lentes do costume).


O filme é bem mais verosímil do que eu pensava. Eu nem queria ir ver o filme pois não sou muito dada a ficção científica. Mas agora julgo que de ficção aquilo tem muito pouco... e por um lado, é pena. Eu fiquei encantada com o espírito de comunidade, a rede interpessoal, a capacidade da crença e até a ligação à natureza (quem diria?!). Aquelas noites em néon seriam um luxo!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Grande pastel!


As reuniões da faculdade são sempre surpreendentes. Esta foi coordenada com a festa de Natal, que deveria ter sido realizada como qualquer festa de Natal, mas como nos dava mais jeito que fosse em Janeiro, assim foi. A sugestão até foi minha.

Mas voltemos às coisas surpreendentes:
Houve alguém que trouxe pastéis de bacalhau... E houve outro alguém (que não posso dizer quem porque até é a minha actual coordenadora) que pegou num pastel de bacalhau e tungas! Pôs uma colherada de paté de atum em cima!!!

Pastel de bacalhau com paté de atum... no mínimo inovador!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Preparativos para a jantarada

O meu grupo de amigos "mediterrânicos" voltará a reunir-se para um grande repasto em minha casa. São 2 franceses, um espanhol e um italiano.

Um dos franceses colocou-me a seguinte questão:
- Olha, o teu jantar é hoje... Posso levar...

(Eu mentalmente imaginei o que daí adviria "a namorada" que é nova. E automaticamente comecei a pensar em desculpas tipo "o jantar é só para pessoas com pelo menos 30 anos")

Ele afinal disse "Posso levar o meu cão?"

(WHAT???!! Pensei eu... mas disse ainda meio incrédula)

-Para ele ficar no jardim?

- Não, que está muito frio para ele estar fora...

(Eu já imaginava o arraçado de doberman, apesar de ser muito simpático e obediente, já aos pulos pela minha casinha linda)

- Hmm... eu não sou bem amiga dos animais... Estás a ver a minha relação com plantas? É pior!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

5º momento cultural

E se Obama fosse Africano? e outras interinvenções Mia Couto

O primeiro de muitos livros que quero e vou ler este ano.

Perspectivas africanas partindo de África e não do Ocidente. Completamente insider! A criatividade vocabular não abunda como nos contos, mas o tom continua bastante próximo.

Análise dos discursos!

Eu não disse que estes discursos eram passíveis de constar de uma prova de análise literária? Não, não disse. Mas passo a provar:

Discurso 1:

O discurso é sucinto mas bastante rico. O sujeito apela, invoca, ordena ao seu interlocutor. O imperativo do verbo olhar sugere uma primeira sensação. A visão é apenas um ponto de partida. O sujeito continua na sua postura dominante e os verbos na forma imperativa seguem-se: ‘tira os sapatos’ e ‘deixa-os em cima do tapete’. A postura do sujeito é inequívoca, pois dispõe uma ordem, talvez em tom de sugestão, mas que obriga o interlocutor a baixar-se. A condição dominada é óbvia e logo de seguida reforçada com a imagem do tapete, que come pó, que está sujo, a que se limpa os pés: humilhante em última análise. O sujeito faz um compasso de espera, que não é agora e já, há uma ligeira pausa, uma pequena síncope, que pode servir de balanço para o final do discurso. Um último imperativo, mas que mostra a viragem da perspectiva do destinatário. Agora o tu, também libertou-se da posição subjugada e poderá também a sua quota de prazer. Curiosamente, a última sequência verbal conferem ao interlocutor alguma margem de manobra. Ele já tem direito a uma opinião própria. O modalizador ‘poder’ permite-lhe ter essa opinião, mas ele poder tê-la ou não. Agora será consigo. Mas a utilização do presente do indicativo apresenta uma versão bastante mais suavizada das ordens iniciais. Já não se tratam de ordens, mas sim de uma sugestão, um convite até. No entanto, o advérbio ‘já’ desvenda a urgência do pedido do sujeito. Não é depois. É já. E a conclusão não poderia ser mais agradável: a completude do ‘resto’ e convivência harmoniosa do ‘também’, corroboradas pela sinestesia que se adivinha pela sinalização gráfica.


Discurso 2:

O discurso é repetitivo. As palavras de pendor negativo, de saturação e até de fastio repetem-se ao longo das frases. O imperativo inicial chama-nos logo a atenção. Algo se passa para o qual deveremos estar atentos. Os verbos passados apontam para um tempo pretérito que se foi prolongando: o recurso ao verbo durar é deveras elucidativo. Há uma vontade transmitida encabeçada por uma não. Será uma não-vontade? E é nesta dicotomia que surge o sujeito. O sujeito tem vontade própria e sabe o que não quer. Regresso a um tempo passado, que é descrito com tripla adjectivação e caracterizado positivamente. No entanto, os tempos idos não foram dourados pelo sujeito. Os adjectivos são positivos, mas não excepcionais ou extraordinários. Talvez realista e é precisamente isso que é confirmada, com o reforço ‘sim senhor’. Depois dessa miragem de realismo o discurso é objectivo e sucinto. O tom muda, a conjunção adversativa ‘mas’ presta-se a essa viragem, tal como se prestam as duas palavras para transmitir a ideia de que o tempo se esgotara: breve e claro ‘agora chega’. Não há lugar para ambiguidades. No entanto, a frase seguinte, o sujeito volta a dar voz ao interlocutor. Tenta calá-lo, mas a assonância do q sugere gaguês, insegurança, incerteza e o presente do conjuntivo seguinte não favorece o sujeito. ‘Não há volta a dar’ sugere a presença de um trilho que é negado. O texto poderia ser fechado com o bater estrondoso de uma porta, mas não é um ponto de interrogação que o finaliza, mas, um ponto final. A porta fechou-se, mas não foi com força e com raiva. Fechou-se com elegância e delicadeza.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Discursos enlatados

É isto que dá uma pessoa pôr-se a pensar na vida... sem querer, acaba a elaborar discursos, cuja retórica é exemplar e onde as figuras de estilo abundam. Mais curioso é estar-se indeciso entre utilizar um ou outro para a mesma ocasião.

Discurso 1:

Olha, tira aí os sapatos e deixa-os em cima do tapete. Já agora, aproveita e podes tirar já o resto também! ;)


Discurso 2:

Olha, isto já durou o que tinha de durar... Não é isto que eu quero para mim. Foi bom, engraçado e divertido, sim senhor, mas agora chega. É escusado dizeres o que quer que seja. E já não há volta a dar.
Eles continuam enlatados os dois...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Senhoras e senhores, meninos e meninas, sejam muito bem-vindos ao circo vienense!



-3ºC e eu resolvi usar collants de rede!


O dress code é executivo e as minhas meias são mais do que versáteis, são poderosas ;) espero eu



Parece que os adolescentes não têm frio... e o pessoal 30 + também não!


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

La luna y el toro

Andei meio fim-de-semana a ouvir esta pessegada (la luna y el toro, que adoooro) em versões mais ou menos duvidosas. A história é simples: um touro que se apaixonou pela lua (agora já perceberam como fui dar ao Alejandrito) e que se atira ao lago onde ela está reflectida à sua procura...


E parece que o objecto de grandes touradas me ouviu...


Pinedo, Señorita Torera


Vou buscar a capa, as bandarilhas e ponho a faca na liga. Ainda não sei bem do que preciso.


(Lindo, lindo foi ter agora acabado de encontrar uma versão da música da Amália!!! Era mesmo um faducho do que precisava, está visto!)



Efeitos psico-somáticos

O telefone tocou.


Eu atendi, desliguei e fui a correr à casa-de-banho...


Quais químicos, qual café forte... o gajo é um purgante!



Está tudo sobre controlo.


Mas por via das dúvidas, dei um jeito ao verniz dos dedos dos pés!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Momentos culturais 3 e 4

Cinema foi o que imperou no fim-de-semana. Sábado com o Noite Escura de João Canijo e hoje Chéri de Stephen Frears.

A combinação de filmes foi meramente casual, mas curioso ver que o primeiro versava sobre os problemas e as dinâmicas de uma casa de alterne numa qualquer cidadela de Portugal, o segundo sobre a vida de um conjunto de cortesãs reformadas nos finais do século XIX em França.

Eu confesso-me fã de filmes de época. Este não me desiludiu. O guarda-roupa era um luxo e a Michelle Pfeiffer é/está tão bonita que até faz impressão.

Quem não tem cão caça com gato

Ontem andei horas aqui nos meandros internéticos à procura de uma imagem actual do fotógrafo Andreas Ortner. Na minha singela candura, achei que deveria enriquecer o Mergulhos com a imagem de um macho dominante que exala, transborda e irradia charme como eu sei lá o quê... Não encontrei a imagem que queria: com óculos e barba rala... Então pronto. Não houve post nem visão energética para ninguém!

Hoje para me redimir um bocadito, resolvi fazer um outro post com outro senhor por razões completamente diferentes. Sem querer dei comigo a ouvir o Corazón Partiiiiioooooo... e claro está, a cantar em plenos pulmões. Não resisto! Lavou-me a alma, caso ela precisasse de um polimentozinho!
Alejandro Sanz

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

É tipo isso, mas ao contrário

Conheço uma série de pessoas que têm problemas em estarem sozinhas. Não sabem o que fazer com o tempo. Talvez não saibam entreter-se. Acham deprimente fazer coisas em modo singular...
Eu começo a desconfiar que começo a sofrer de precisamente o contrário. Começo a estar tão habituada a estar comigo, com os meus pensamentos, com as minhas coisas, com o meu espaço e com os meus horários que começo a ter alguma dificuldade em fazer as mesmas coisas com... companhia. Estranho. Mas às vezes não me apetece negociar programas e chegar a compromissos, por isso parece-me muito mais simples pegar em mim e fazer o que eu queria mesmo fazer, sem concessões.

Será que isto é ser independente e emancipada ou já começa a roçar o bicho-do-mato (mas dos giros)?
Keith Mallett, Amira (Princess)

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

2º momento cultural


Estou orgulhosíssima!

Fui ver a adaptação para teatro da The Purple Rose of Cairo do Woody Allen ao Volkstheater. Não morri de amores pela peça, mas em compensação o teatro é muito bonito e eu até consegui desencantar um bilhete bem em conta.
Trouxe o programa e tudo para ver se vou lá picar o ponto em breve!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Setembro é quando a gente quiser!


Setembro até nem é um dos meses do calendário que eu mais aprecie. Mas ontem passei a tarde a vibrar ao som dos Earth, Wind & Fire e de todas as versões daí derivadas.


A tarefa que tinha a fazer no escritório era bastante aborrecida, mas eu de auscultadores postos, sorria, abanava os ombros, movia a cabeça e batia o pé no chão e lá ia escrevendo as minhas traduções com a alegria de uma brisa estival ou não fosse September um turbilhão de sabores quentes!


Poncho Brown, Lady Locks

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010, o ano da cultura

Decidi que este ano quero ler mais livros, ver mais filmes e mais exposições, assistir a mais peças de teatro, bailados, concertos e óperas. Viajar mais. Aprender mais. Parece-me que tenho muitas facetas a serem polidas.


daqui

A graxa e o paninho para passar o lustro estão prontos!


(Hoje já fui ver a exposição da Anne Leibovitz na KunstHausWien para que os propósitos se consubstancializem!)

domingo, 3 de janeiro de 2010

Lucky 7


Há sete anos que aterrei em Schwechat pela primeira vez com 30kg de bagagem.

Sete anos passados e continuo a ter a certeza que foi a melhor e uma das mais importantes decisões que tomei na vida.

Parabéns a mim!


E o 7 não me vai falhar! :)

Pazes feitas!

Ano novo e eis que uma imensidão de coisas fantásticas me esperam! Espero bem que me esperem ansiosamente, caso contrário vou eu à cata delas na mesma.

daqui


Para já estou de pazes feitas com a Holanda e até já estou a pensar lá voltar assim que houver mais sol e menos frio. Aborrecermo-nos com países inteiros (especialmente aqueles que até têm ilhas bem jeitosas) não é muito sensato, mais ainda quando lá temos bons amigos.