quinta-feira, 30 de abril de 2009

A Dama

Enganos também meus, fortuna q.b., desamor corrosivo...

Está provado que a jogatana deveria resumir-se à minha vida profissional. Aí a fortuna é bem mais previsível e menos tortuosa.

Nem Qd nem Qh, que é como quem diz, que os Ouros e as Copas nem vê-los.


Para já entitulo-me de Dama de Espada e queijo na mão e com perspectivas de ter Paus à vista... Será que um par serve para alguma coisa?


Imagens retiradas de:

http://www.binth.com/Pages/Display+Products+Category?category=prints%20and%20posters&subCategory=joker%20prints

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Erros meus, má fortuna, amor ardente...


Hmm...

Se for tipo 1X2,

Se der para escolher,

Eu opto pelo pela terceira ;)

E seja o que Deus quiser!



E espero não estar a viciar o jogo à partida... bom, mas se estiver, que seja a meu favor!

domingo, 26 de abril de 2009

Passos


Li algures que


quem chega primeiro

não é quem anda mais depressa

mas sim quem sabe para onde vai


Na altura que li isto, sorri e pensei que eu nunca contei entre aqueles que fazem sprints ou aspiram a atletas de marcha nos Jogos Olímpicos, portanto era bom que soubesse para onde ia. Nesse momento a minha única resposta possível foi o meu caríssimo NS/NR.


Neste fim-de-semana andei quilómetros. Entre os corredores do supermercado. De palco em palco das festas da cidade. Deambulando pela cidade com amigos entre um bar e outro. Horas a fio ao longo do Danúbio.
Já de regresso a casa cheguei à conclusão que de certeza que sei para onde vou, mas como ando com alguns problemas de memória, não me lembro momentaneamente qual era mesmo o destino! :)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Ouve o que a tua mãe te diz!

A minha mãe sempre me disse que ter medo de pagar impostos é má política... porque se se paga mais é porque se ganha mais.


Eu até julgo que os impostos são uma coisa positiva mas com má reputação. Pago, vejo a minha vida facilitada diariamente e desfruto de uma cidade limpa, segura e com os melhores transportes públicos do mundo. Raramente me lembro que sou eu própria que subsidio com a minha carga fiscal parte de todas estas coisas.


De qualquer modo preferia pagar menos e ganhar mais...


No entanto, aqui a proporcionalidade funciona na mesma lógica da minha mãe.


Quanto a mim, vou calar e comer, tirar os cifrões dos olhos e preencher o belo do papel da transferência, assim que os meus pen-friends das finanças me mandarem correspondência.

Espero que pelo menos daqui a 30 anos tenha uma reforma milionária...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

18 valores!

E que se dê como perdido um dia em que não se dance!

Friedrich Nietzsche, Assim falava Zaratustra

Misha, In paradise

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Fomos ao ZOO





Em dia de Páscoa, fomos passear ao Jardim Zoológico. A gente já fez safáris em África e andámos em elefantes na Índia, mas ver os animaizinhos assim de perto continua a ter o seu encanto.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Sombras


Não deve haver nada mais ansiado aqui por estes lados do que a energia de uns raios de sol...

A pena é quando os raios de sol me originam sombras pela alma...

sábado, 4 de abril de 2009

Sonhos concretizados

Na primeira sexta-feira quente do ano era obrigatório não ficar em casa. Ainda não sabia que o sol ia estender os seus raios pela noite quando combinei com uma colega de ir a um concerto da banda de um antigo aluno meu.

Fomos. Nenhuma de nós levou a morada... nem sabíamos o nome do café onde eles iriam tocar. Lá palmilhámos a zona e depois de uma meia hora lá encontrámos o sítio.

O concerto estava atrasado. Tempo para comer qualquer coisa e dois dedos de conversa.

Já com mais convivas conhecidos, descemos ao piso inferior onde se ia realizar o tal evento. As professorinhas tiveram direito a primeira fila não por serem convidadas de luxo, mas por serem mais baixas que os demais convivas :) e por quererem ver mesmo a actuação.

A banda foi apresentada pelo "empregado de mesa" como elementos da cozinha do 'Café Olga Sánchez'. Criativo. Original. Os elementos em palco eram mais do que muitos: um pífaro, um acórdeão, uma viola, um violino, batuques, pandeiretas, dois saxofones e até uma espécie de maracas. Se o espaço não estivesse bastante composta, haveria o risco de haver mais gente no palco do que fora dele!

A música a meu ver era meia cigana... influências diversas, bastante melódica e altamente dancável. Cada canção era cantada numa língua diferente que foi do ucraniano ao espanhol, passando pelo finlandês. Uma animação que só visto (apesar de haver pessoas que ainda não sabem a diferença entre dançar e saltar).

Adiante. O ponto alto chegou quando foi chamado por Lisboa. Sendo eu a única lisboeta do espaço manifestei-me entusiasticamente (dentro do meu género low profile). E eles cantaram mesmo uma música em português... e quando a música chegou ao fim... o cantor/compositor/tocador de viola não se poupou em palavras para minha grande surpresa:

Esta canção não seria possível sem você, Calíope! Obrigado! Gente! Esta é a minha professora de Literatura!

Claro que a Caliopezinha fez uma vénia do seu lugar da primeira fila, mas face ao incentivo das colegas e do ex-aluno, subiu ao palco, agradeceu com nova vénia e saltou palco fora!

O concerto continuou...

No fim falei com o artista e ele disse-me o quanto me estava agradecido por eu o ter introduzido no mundo da poesia... e que no meio de tanta coisa aborrecida que se passa no mundo universitário, foi-lhe extremamente agradável aprender coisas que pelos vistos o marcaram.


Eu estupefacta vim para casa e pensei em duas coisas:
1) É por estas e por outras que vale a pena dar aulas.
2) Eu sempre quis que alguém me dedicasse uma música :)

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O maravilhoso mundo da mosca


Nos últimos dias as moscas têm feito infelizmente parte do meu quotidiano... quer ande eu de mata-moscas na mão activamente na sua caça, quer me sinta uma autêntica mosca morta.